domingo, 23 de outubro de 2016

Primeiras Impressões: "À morte ninguém escapa" de M.J.Arlidge





Quando me disseram que havia livros do M.J.Arlidge a 50% de desconto no Continente, não tive outra hipótese senão de me meter num centro comercial a um fim de semana, tudo para ir ao Continente busca este livrinho! O 1º também anda por lá, juntamente com mais alguns livros da Topseller.


Estou muito contente com esta compra, agora já tenho o 1º e o 2º para ler. 
Resta saber é quando os vou ler. Eheh 

Primeiras Impressões: "Eleanor & Park", "Fangirl" e "Por um Fio" de Rainbow Rowell



Aqui a culpa foi toda das opiniões da Mafi e dos vossos comentários. Depois de ler tanto comentário positivo decidi adquirir um desta autora, mas como no site da Saída de Emergência tem aquele compre dois, oferecemos um, e um deles trazia outro, decidi aproveitar e ficou-me tudo muito mais barato.
As capas, sou sincera, não me atraem minimamente. Gosto mais de fotografia e nem os títulos me agradam, mas as histórias parecem divertidas e românticas. Espero gostar.
E quem raio se chama arco-íris?!?!?!

Eleanor & Park
Dois inadaptados. Um amor extraordinário.
Eleanor... é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos.
Park... é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola.
A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder.
Fangirl
Cath ama os seus livros e a sua família. Haverá espaço para mais alguém? Todo o mundo é fã dos livros de Simon Snow. Mas Cath vai mais longe: ser fã desses livros tornou-se a sua vida. Ela e a sua irmã gémea, Wren, refugiaram-se na obra de Simon Snow quando eram miúdas, e na verdade foi isso que as salvou da ruína emocional que foi a perda da mãe. Ler. Reler. Interagir em fóruns, escrever ficção baseada na obra de Simon Snow, vestir-se como as personagens dos livros. Mas essas fantasias deixam de fazer sentido quando se cresce, e enquanto Wren facilmente abandona esse refúgio, Cath não consegue fazê-lo. Na verdade, nem quer. Agora que vão para a universidade, Wren não quer ficar no mesmo quarto de Cath. E esta fica sozinha e fora da sua zona de conforto. Partilha o quarto com uma miúda arrogante; tem um professor que despreza os seus gostos; um colega atraente mas que apenas fala sobre a beleza das palavras... e, ainda por cima, Cath não consegue parar de se preocupar com o seu pai, tão querido, frágil e solitário. A pergunta paira no ar: será que ela consegue triunfar sem que Wren lhe dê a mão? Estará preparada para viver a vida em seu nome? Escrever as suas próprias histórias? E se isso significar deixar Simon Snow para trás?
Por um Fio
Georgie McCool sabe que o seu casamento está por um fio. Ela ainda ama o marido, Neal, e o marido ainda a ama a ela - mas a química desapareceu. Dois dias antes de visitarem a família de Neal, Georgie informa-o de que não irá com ele. Ela é argumentista de televisão e o seu emprego exige a sua presença. Sabe que Neal irá ficar chateado mas nunca pensou que ele fizesse as malas e partisse sem ela. Atormentada pela sua decisão, Georgie pensa que deitou tudo a perder. Até que descobre uma forma de comunicar com a versão mais nova do marido… no passado.
Não sendo exatamente uma viagem no tempo, Georgie sente que recebeu uma nova oportunidade de salvar o seu casamento ainda antes de ele começar. Mas será que é isso que ela realmente quer?

sábado, 22 de outubro de 2016

Primeiras Impressões: "Os Bebés de Auschwitz" de Wendy Holden



Mais uma história que eu quero conhecer mais a fundo de forma a conhecer e a preparar-me para um dia ir conhecer e prestar homenagem aos campos de concentração.
Acho que a capa está perfeita para o que a história promete.
O livro tem um tamanho considerável, com as suas 416 páginas. Mas deve ser fácil de ler. Esperemos.
Entre as vítimas do Holocausto enviadas para Auschwitz em 1944, três mulheres levavam consigo um segredo quando passaram pelos portões do infame campo de concentração.
Priska, Rachel e Anka estavam grávidas de poucas semanas, enfrentando um destino incerto longe dos seus maridos. Sozinhas, assustadas, e após terem perdido tantos familiares às mãos dos nazis, sentiam-se determinadas em lutar pelo que lhes restava: as vidas dos seus bebés.
Estas mulheres deram à luz em circunstâncias inimagináveis, com intervalos de semanas entre si. Quando nasceram, os bebés pesavam menos de 1,5 Kg cada, e os seus pais haviam sido assassinados pelas forças alemãs, enquanto as mães se haviam transformado em «esqueletos andantes».
Os Bebés de Auschwitz segue a incrível história das mães: primeiro em Auschwitz, onde sofreram o escrutínio cruel de Josef Mengele, o médico nazi conhecido como Anjo da Morte, que selecionava as mulheres grávidas à entrada do campo, destinando-as às câmaras de gás; depois num campo de trabalho alemão onde, esfomeadas, lutaram por esconder a sua gravidez; e, por fim, durante a viagem infernal de comboio, que durou 17 dias, até ao campo de concentração de Mauthausen, onde viriam a ser libertadas pelos Aliados.

Opinião Contemporânea: "Viver sem ti" de Jojo Moyes





Bem vamos lá a isto.

Eu nem sei bem o que dizer...mas digo que se gostaram muito do 1º livro e se estão em dúvidas se vale a pena ler este, bem não sei se vale a pena ou não.

A escrita não está tão boa neste livro e chega a ter partes mesmo secantes. Nunca pensei dizer isto porque já li uma mão de obras da autora e nunca achei a escrita da autora secante, muito pelo contrário, foi sempre envolvente mas este foi mesmo um tiro ao lado.

31624654Talvez tenha sido de mim, que já não ia muito entusiasmada com este livro e basicamente li-o porque queria saber se ia sair daqui alguma coisa de jeito ou a autora e a editora quis fazer render o peixe e ganhar mais uns trocos.

Gostei imenso do início e de saber que a Lou trabalhava no Aeroporto (ehehe não me julguem mas e giro quando encontramos nos livros algo com que nos identificamos) e até meio da história estava a gostar de tudo, até das novas personagens que foram uma autêntica surpresa e que acho que ninguém estava à espera. 
Não simpatizei logo muito com o Sam mas o leitor percebe logo que vai haver ali qualquer coisa com a Lou e por isso até o atura. A Lily já foi uma personagem mais difícil de gostar. Eu sei que é uma adolescente revoltada mas credo, só me apeteceu bater-lhe e fazê-la acordar para a vida. Mas, embora em algumas situações quisesse esganá-la, curiosamente gostei muito mais da estória paralela da Lily e da sua relação com a Lou e com a família do Will, do que a jornada da Lou nesta sua nova vida. 

Anyway, sabem mesmo qual foi o meu problema com o livro? O final! Ou melhor, as páginas perto do final, que raio foi aquilo??? Ai vamos meter para aqui uma tragédia a 50 páginas do fim, só para os leitores ficarem a pensar que a Lou é capaz de perder mais uma pessoa que ama mas que talvez não e vai ser feliz para sempre? Não gostei nada e foi totalmente desnecessário para além de ser completamente previsível! --'


É um livro abaixo do 1º e parece que foi escrito às três pancadas e à pressão (e se calhar até foi). Não acho que valha a pena a sua leitura, principalmente se forem grandes fãs do 1º livro/filme e do Will. Se soubesse nunca tinha pegado neste porque tirando o crescimento da Lou como pessoa (no fim quando faz frente ao chefe dela é muito giro), o livro é todo à volta do Will e isso deixa-me ainda mais triste e enervada porque o Sam não chega nem à unha do mindinho do pé esquerdo! E tenho dito! No entanto pela personagem que a Lou é, acho que não perdem nada em lê-lo. Estou a contradizer-me não é? É que sinceramente não faço ideia se gostei do livro ou não, se o recomendo ou pior, se acho que o 1º merecia continuação ou não. 


P.S - Eu adorei o filme! Eheheh

Como seguir em frente depois de se perder a pessoa amada?
Como construir uma vida que valha a pena ser vivida?
Louisa Clark já não é uma jovem banal a viver uma vida banal. O tempo que passou com Will Traynor transformou-a, sendo agora uma pessoa diferente que tem de enfrentar a vida sem ele. Quando um insólito acidente obriga Lou a regressar a casa dos pais, é impossível não sentir que está de volta ao ponto de partida.
Lou sabe que precisa de um empurrão que a traga de novo à vida. E é assim que acaba por ir parar ao grupo de apoio Seguir em Frente, cujos membros partilham sentimentos, alegrias, frustrações e bolos intragáveis. Serão também eles que a levarão até Sam Fielding – um paramédico que trabalha entre a vida e a morte, e o único homem que talvez seja capaz de a compreender.
Mas eis que uma personagem do passado de Will surge de repente e lhe altera todos os planos, lançando-a num futuro muito diferente…. Para Lou Clark, a vida depois de Will Traynor significa reaprender a apaixonar-se, com todos os riscos que isso implica.
Em "Viver Sem Ti", Jojo Moyes traz-nos duas famílias, tão reais como a nossa, cujas alegrias e tristezas nos tocarão profundamente ao longo de uma história feita de surpresas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

A Sair do Forno: "O Triunfo da Amante" de Madeline Hunter



Na alta-roda londrina, ninguém pode acusar Marielle Lyon de falta de elegância. Muito pelo contrário. A jovem refugiada francesa está na penúria mas mantém uma invejável pose de distinção e graça. Ela diz ser sobrinha de um aristocrata mas a sua chegada a Londres está envolta em mistério. E ainda para mais, parece divertir-se imenso com os boatos que a acusam de ser espia. Afinal, quanto mais a vigiarem, mais protegida estará para levar a cabo a sua missão secreta.
E entre os muitos olhos que a observam, estão os de Gavin Norwood, visconde Kendale, que esteve na guerra e desconfia dos Franceses… e também das femmes fatales. Está convicto – e com razão – de que Marielle é muito mais do que aparenta ser. Mas a astuta emigrée revela-se uma adversária à sua altura. Para a desmascarar, Gavin vai ter de recorrer a todas as armas do seu arsenal… incluindo a sedução…
O muito aguardado terceiro volume da série O Quarteto Fairbourne, escrito com a mestria a que já nos habituou Madeline Hunter.

A triunfar dia 14 de Novembro  

A Sair do Forno: "Só nós dois" de Nicholas Sparks





Por vezes, basta um segundo para mudar a nossa vida. E nesse instante avassalador, tudo aquilo que pensamos saber - e possuir - perde o seu valor.
Russell Green tem trinta e dois anos, é casado com Vivian, uma mulher lindíssima e dedicada; tem uma filha encantadora e uma carreira de sucesso. Dir-se-ia que a sua vida é de sonho. Mas o sonho vai dar lugar a um pesadelo… De um momento para o outro, Russ perde a mulher e o emprego e fica a sós com a filha de seis anos, London. Pela primeira vez, percebe que não pode entregar-se à sua própria dor pois London depende agora unicamente dele. Russ vai ter de se superar, de desbravar caminho, começar de novo…
Mas não é fácil cuidar de uma criança sozinho, fundar um negócio próprio, e lidar com um as emoções contraditórias que ameaçam paralisá-lo. O dia a dia com a filha é uma montanha-russa de escolhas, consequências e anseios. É muito mais difícil do que alguma vez imaginara. Mas é também infinitamente mais gratificante do que a correria de outrora.
E quando o imprevisível destino abre novamente a porta ao amor, deixa entrar algo mais. Algo para o qual Russ – mais uma vez – não está preparado.
Só Nós Dois é um retrato da experiência simultaneamente aterradora e gratificante de ser pai solteiro: dos desafios aos riscos, e, claro, às recompensas. Relembra-nos a importância dos laços de família e do amor incondicional.
Sai dia 8 de Novembro! 

Primeiras Impressões: "Até que o Amor me Mate" de Maria João Lopo de Carvalho



Mais uma aquisição, desta vez de uma autora portuguesa que só agora me apercebo que é Lopo e não Lobo de nome. Sinceramente nem sei para quê tanto nome...
Não sei se fiz uma boa compra porque tenho lá os outros da escritora, mas ainda não li nenhum. Espero gostar bastante senão vai-se tornar um investimento muito mau.
O livro é pesado e por isso deveria talvez tê-lo adquirido em formato digital. A capa acaba por ser atractiva também e está dentro do que esperamos encontrar na história.
São sete as mulheres que aqui cruzam a vida de Luís Vaz de Camões. Sete as mulheres que mais o amaram ao longo dos seus 55 anos de vida. Esta é a história do homem, do poeta, do soldado, do marinheiro. Uma história de conquistas e esperas, de amores e desamores, de tempos de ventura e desventura, de ódios e paixões; uma história contada no feminino a sete vozes que, vindas de longe e atravessando terras e mares, encontram porto de abrigo na intimidade dos nossos corações.Esta é a história de um homem que em palavras, versos, estrofes consegue viajar no tempo para nos trazer a história singular de um mundo maior e de um amor maior. Uma história imortal que 500 anos depois continua viva, nova, próxima e presente.

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos