
Nada escapa ao nosso olho mais clínico!


Já não me lembro do último livro epistolar que li mas admito que - como forma narrativa - as cartas não são o género que mais aprecio. Mas 'cartas de amor aos mortos' (sem trocadilho) torna-se quase impossível de resistir. Depois de pesquisar um pouco sobre algumas das personalidades que figuram neste livro, foi com algumas expectativas que iniciei a leitura. Após a trágica morte da irmã mais velha, Laurel sente o mundo ruir. Com a separação dos pais, tem de viver com a tia, uma católica fervorosa que lhe impõe rígidas normas de comportamento.
Numa aula de Inglês, a professora desafia os alunos a escreverem uma carta a alguém que já morreu. Laurel dirige a primeira carta a Kurt Cobain, porque a irmã adorava esse cantor. A partir daí, sucedem-se missivas endereçadas aos seus ídolos do cinema, da música e da literatura – todos mortos.
Nas cartas, Laurel aborda facetas cativantes dos seus ídolos e partilha momentos marcantes da própria vida, dos novos amigos ao primeiro amor.
Contudo, continua atormentada pelo passado, e apenas poderá libertar-se quando enfrentar o mistério que envolve a morte da irmã.








Após a trágica morte da irmã mais velha, Laurel sente o mundo ruir. Com a separação dos pais, tem de viver com a tia, uma católica fervorosa que lhe impõe rígidas normas de comportamento. Numa aula de Inglês, a professora desafia os alunos a escreverem uma carta a alguém que já morreu. Laurel dirige a primeira carta a Kurt Cobain, porque a irmã adorava esse cantor. A partir daí, sucedem-se missivas endereçadas aos seus ídolos do cinema, da música e da literatura - todos mortos. Nas cartas, Laurel aborda facetas cativantes dos seus ídolos e partilha momentos marcantes da própria vida, dos novos amigos ao primeiro amor. Contudo, continua atormentada pelo passado, e apenas poderá libertar-se quando enfrentar o mistério que envolve a morte da irmã.
As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos