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sexta-feira, 24 de março de 2017

A Sair do Forno: "A Rainha Subjugada" de Phillippa Gregory



Foto de The Girl Who Reads Books.


Intriga, ambição, poder, amor e história, com uma pesquisa rigorosa e contada de forma soberba sobre Catarina Parr.
A última e sexta mulher sobrevivente de Henrique VIII. Uma mulher forte, intelectual, culta e de uma beleza cativadora.
Novo livro da série Os Tudor, de Philippa Gregory, a escritora consagrada e mais lida do romance histórico em todo o mundo.

Sai dia 5 de Abril  

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Opinião Histórica: "Predestinado" de Philippa Gregory



Olá bom dia (hoje apetece-me começar assim),
venho apresentar-vos o que penso deste livro que nem é de bolso nem é de tamanho dito normal. Mas como dizem que no meio é que está a virtude temos que dizer que é algo positivo...
Quando olhei para a capa, li a sinopse e olhei para a classificação por tipos do Goodreads fiquei convencida que era algo mais para a fantasia. Acontece que não é. É um romance histórico do tempo em que a igreja mandava em tudo (ainda manda um pouco acho eu) e que tinha lugar a Inquisição. Deus está pouco presente aqui nestas páginas, mas está sim tudo o que o Homem tem de mau. Ok, não posso ser injusta, porque quatro do nosso grupo de cinco que protagoniza a história representam o lado bom humano.
A vertente cristã da história não me atrai minimamente e aqui foi um ponto negativo, mas tentei aceitar que este ingrediente tinha que fazer parte de tudo de forma obrigatória se não metade da história não tinha sentido.
A Mafi, em conversa, disse-me que este livro fazia parte de uma trilogia, o que eu posso já dizer que não vou ler. Li este e chegou-me. Aliás, os volumes seguintes foram publicados pela Topseller, que por sua vez não tem ebooks, o que faz com que eu tenha ainda menos vontade de gastar dinheiro para saber a continuação do livro em assunto.
Quando estava quase a terminar fui ler as sinopses dos próximos e surpresa a minha quando venho que nem no terceiro volume a "atracção" entre Luca e Isolde se resolve! Portanto, estes livros de romances não têm nada, pelo menos em questão a sentimentos como atracção ou amor. Estes livros apenas descrevem uma cruzada de um inquiridor e o seu séquito pelas várias aldeias em que provam que acontecimentos supostamente sobrenaturais são todos falsos e todos têm "mão humana". Confesso que se tivesse sabido que a história era esta nem sequer tinha começado a ler, mas a escrita de Philippa Gregory é muito boa e só isso me levou a ler até ao fim e a dar a classificação que dei. O facto do livro ser pequeno e ter poucas páginas também ajudou a uma leitura 

Estamos em 1453 e todos os sinais apontam para que o fim do mundo esteja iminente. Acusado de heresia e expulso do seu mosteiro, Luca Vero, um atraente jovem de 17 anos, é recrutado por um misterioso estranho para registar o fim dos tempos por toda a Europa.
Obedecendo a ordens seladas, Luca é enviado a cartografar os medos da Cristandade e a viajar até à fronteira do bem e do mal. Isolde, de 17 anos, abadessa, está presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança. Quando as freiras ao seu cuidado enlouquecem com estranhas visões, sonambulismo e exibindo estigmas, Luca é enviado para investigar e todas as provas incriminam Isolde.
No pátio do convento constrói-se uma pira para a queimar por bruxaria. Forçados a enfrentar os maiores medos do mundo medieval – magia negra, lobisomens, loucura – Luca e Isolde embarcam numa busca pela verdade, pelo seu próprio destino e até pelo amor, enquanto percorrem os caminhos desconhecidos até à personagem histórica real que defende as fronteiras da Cristandade e detém os segredos da Ordem das Trevas.

Seguintes:

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Doce do Momento: "Predestinados" de Philippa Gregory




Já cá o tenho desde que saiu e só agora é que vou pegar nele. Mas mais vale tarde que nunca.

Estamos em 1453 e todos os sinais apontam para que o fim do mundo esteja iminente. Acusado de heresia e expulso do seu mosteiro, Luca Vero, um atraente jovem de 17 anos, é recrutado por um misterioso estranho para registar o fim dos tempos por toda a Europa.
Obedecendo a ordens seladas, Luca é enviado a cartografar os medos da Cristandade e a viajar até à fronteira do bem e do mal. Isolde, de 17 anos, abadessa, está presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança. Quando as freiras ao seu cuidado enlouquecem com estranhas visões, sonambulismo e exibindo estigmas, Luca é enviado para investigar e todas as provas incriminam Isolde.
No pátio do convento constrói-se uma pira para a queimar por bruxaria. Forçados a enfrentar os maiores medos do mundo medieval – magia negra, lobisomens, loucura – Luca e Isolde embarcam numa busca pela verdade, pelo seu próprio destino e até pelo amor, enquanto percorrem os caminhos desconhecidos até à personagem histórica real que defende as fronteiras da Cristandade e detém os segredos da Ordem das Trevas.

sábado, 25 de junho de 2016

Pilha Cerebral: Pilha dos livros-que-já-deviam-estar-lidos



Pois é, apresento-vos os livrinhos que já devias estar lidos há muito tempo, mas eu tenho uma queda pelos livros que compro e meto-os sempre à frente dos oferecidos.
Mas agora que arrumei as aquisições das feiras dos livros decidi que devia terminar os que comecei e começar os que já devia ter lido.
Desejem-me sorte.

Já leram algum? Aceito sugestões por onde começar.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A Sair do forno: "A Maldição do Rei" de Philippa Gregory



Sai já este mês mais um livro de Phillipa Gregory - A Maldição do Rei 

Uma personagem feminina forte, a maldição de um rei, um romance rico em pormenores históricos e investigação rigorosa.
No centro da rápida deterioração da corte dos Tudor, Margarida terá de decidir se a sua lealdade é para com o cada vez mais tirânico Henrique VIII ou para a sua amada rainha. Aprisionada na corte, terá de escolher o seu caminho e esconder a todo o custo o seu conhecimento de uma antiga maldição sobre os Tudor, que lentamente se torna realidade...
Sai dia 16 de Setembro

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A Sair do Forno: "Filhas da tempestade" de Philippa Gregory



Depois de em 2012 a Civilização ter editado o 1º livro da trilogia, chega agora o segundo livro pelas mão da Topseller!

Estamos em 1453 e o fim do mundo está cada vez mais perto. Luca Vero é um emissário papal, membro da Ordem das Trevas, recrutado para registar o fim dos tempos. Isolde é uma antiga freira, que abandonou o convento onde estava reclusa, por amor a Luca.
Juntos, com o servo Freize, o irmão Peter e a misteriosa Ishraq, viajam até Piccolo, em Itália, uma cidade atemorizada por superstições.
Piccolo transforma-se quando chega uma cruzada de crianças, liderada por um autoproclamado santo e profeta, João, que afirma ter recebido ordens divinas para conduzir as crianças até à Terra Santa.
Luca duvida de João até que as suas profecias começam a revelarse verdadeiras, podendo tratar-se de milagres. No entanto, até os maiores milagres podem encaminhar para a escuridão… e o caos que se segue é inimaginável.

Continuação de:
Predestinado (Order of Darkness, #1) 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A Sair do Forno: "A Princesa Branca" de Philippa Gregory


Quando Henrique Tudor conquista a coroa de Inglaterra após a batalha de Bosworth, sabe que tem de se casar com a princesa da casa inimiga, Isabel de York, para unificar um país dividido pela guerra há duas décadas.Mas a noiva ainda está apaixonada pelo seu inimigo morto, Ricardo III. A mãe de Isabel e metade de Inglaterra sonham com o herdeiro ausente, que a Rainha Branca enviou para o desconhecido. Embora a nova monarquia tome o poder, não consegue ganhar o coração de uma Inglaterra que espera o regresso triunfante da Casa de York.O maior receio de Henrique é que um príncipe esteja escondido à espreita para reclamar o trono. Quando um jovem que quer ser rei conduz o seu exército e invade Inglaterra, Isabel tem de escolher entre o novo marido, por quem se começa a apaixonar, e o rapaz  que afirma ser o seu amado e perdido irmão: a Rosa de York volta para casa finalmente.

Sai dia 12 de Novembro!

Continuação de:
A Senhora dos RiosA Rainha BrancaA Rainha Vermelha
                          Opinião                   Opinião 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Opinião Histórica: "A Senhora dos Rios" de Philippa Gregory


Tenho uma certa pena de não ter lido este livro em primeiro. Ao inicio pensei que foi uma grande falha da parte da editora, mas à medida que fui lendo do meio para o final fui-me apercebendo que podemos ler A Senhora dos Rios com a mesma intensidade como se fosse o primeiro desta trilogia. Talvez até mais.
Mais uma vez noto que Philippa Gregory tem algo de diferente na maneira como conta as suas histórias. Talvez seja mesmo isso - ela conta uma história em que o narrador é o principal, mas sem apagar a "luz" de todas as outras personagens.
Outro ponto forte desta escritora é a maneira como ela transmite os sentimentos e acções mais crus do Homem. Como ela mete a nu toda aquela crueldade e egoísmo, mas também todo o amor e carinho, estes dois últimos aqui muito bem transmitidos através de Ricardo e Jacquetta. É sem duvida o melhor casal de personagens que já li nos últimos tempos.
A magia e a religião mais uma vez estão presentes em quantidades q.b. tal como o medo e a segurança aliadas a eles, respectivamente.
Os cenários de guerra, apesar de descritos aos poucos e indirectamente pelos mensageiros, estão muito vividos e além de nos fazerem sentir empatia pelos que estão no meio da batalha também nos fazem sentir o mesmo por quem espera pelos seus homens.
Uma cena que me fez muita impressão é quando Jacquetta e a Rainha Margarida estão muito próximos da batalha e nos descrevem alguns dos horrores que acontecem depois, i.e. pilhagem e violações. Fico particularmente sensível quando me descrevem estas ultimas.
O final, para quem já leu A Rainha Branca, vai trazer aquele sentimento de nostalgia e fazer-nos ter vontade de pegar novamente nesse volume e reler, no mínimo, essa primeira parte. E é o que eu vou fazer logo que esteja perto dele!
Frase Preferida:
"Uma joia de casa para um diamante de uma duquesa." página 115

Jacquetta é casada com o Duque de Bedford, regente inglês da França, que lhe dá a conhecer um mundo misterioso de conhecimento e de alquimia. O único amigo de Jacquetta é o escudeiro do duque, Ricardo Woodville, que está a seu lado quando a morte do duque faz dela uma viúva jovem e rica.
Os dois tornam-se amantes e casam em segredo, regressando à Inglaterra para servir na corte do jovem monarca Henrique VI, onde Jacquetta vem a ser uma amiga próxima e leal da sua nova rainha.
Depressa os Woodville conquistam uma posição no núcleo da corte de Lencastre, apesar de Jacquetta pressentir a crescente ameaça vinda do povo da Inglaterra e o perigo de rivais pretendentes ao trono. Mas nem a coragem e a lealdade dos Woodville bastam para manter no trono a Casa de Lencastre. Jacquetta luta pelo seu rei, pela sua rainha e pela sua filha Isabel, para quem prevê um futuro extraordinário e surpreendente: uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de Iorque.


Título Original - The Lady of the Rivers
Edição - Fevereiro 2012
ISBN - 9789722630115

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Opinião Histórica: "A Rainha Branca" de Philippa Gregory


Aqui está finalmente a minha estreia nas obras de Philippa Gregory.
Muito falaram e elogiaram esta obra, tanto que coloquei toda a sua bibliografia na minha lista de livros a ler. Assim, e graças à iniciativa dos livros do trimestre, pude adquirir e dar prioridade a esta obra para finalmente poder ler e dar a minha opinião.
Mas agora é que vem a parte mais difícil - comentar e caracterizar. Podemos começar por culpar as altas expectativas ou Barbara Kyle, mas o que aconteceu foi que apesar de ter devorado A Rainha Branca esta não me conquistou tanto como eu esperava. Não nego que a carga histórica e cultural não seja brutal, e este sem dúvida é um ponto positivo; não desacredito que Philippa Gregory tem um grande potencial como recuperadora de histórias do Passado; não digo que desgostei das personagens, pois todas elas, sem excepção, me cativaram e me surgiram claramente na imaginação; mas a história contada na primeira pessoa, os intervalos entre as cenas, não sendo contado tudo continuamente, contribuiu para tudo soasse um pouco estranho. Claro que tudo foi compensado pelo conteúdo, pelo romance entre Eduardo e a "Rainha Branca", pelo mistério em volta do desaparecimento dos dois príncipes, pelas relação entre mães e filhas que se encontram tão ausentes nos outros livros dentro deste género, o que torna toda a obra muito mais confortável e convidativa... mais aconchegante.
Este último ponto é o meu preferido, até mais que o amor entre o rei e a rainha tão devoto e forte, pois o amor que Elizabeth tem pela sua prole e até pela sua mãe tornou tudo mais mágico, mais perigoso e mais empático. Adorei os supostos "feitiços" e a relação da família delas com a Melusina, que deu outro toque a toda a narração.
Concluindo, apesar de estranhar o tipo de escrita de Philippa Gregory, mas não negando que é fluída e envolvente, adorei a forma como ela pegou na história e a moldou e fantasiou. É uma obra que nos seduz e nos faz sentir mil e uma sensações e emoções.

A história do primeiro volume de uma nova trilogia notável desenrola-se em plena Guerra das Rosas, agitada por tumultos e intrigas. A Rainha Branca é a história de uma plebeia que ascende à realeza servindo-se da sua beleza, uma mulher que revela estar à altura das exigências da sua posição social e que luta tenazmente pelo sucesso da sua família, uma mulher cujos dois filhos estarão no centro de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o desaparecimento dos dois príncipes, filhos de Eduardo IV, na Torre.

The White Queen (The Cousins' War, #1) 


Título Original - The White Queen
Edição - Setembro 2010
ISBN - 9789722630122




sexta-feira, 1 de março de 2013

A Sair do Forno... A Filha do Conspirador


"Perdi o meu pai numa batalha, a minha irmã às mãos de uma espia de Isabel Woodville, o meu cunhado às mãos do seu carrasco e o meu sobrinho às mãos de um seu envenenador, e agora o meu filho foi vítima da sua maldição…"

A apaixonante e trágica história de Ana Neville e da sua irmã Isabel, filhas do Conde de Warwick, o nobre mais poderoso da Inglaterra durante a Guerra dos Primos. Na falta de um filho e herdeiro, Warwick usa cruelmente as duas jovens como peões, mas elas desempenham os seus papéis de forma previdente e poderosa.

No cenário da corte de Eduardo IV e da sua bela rainha Isabel Woodville, Ana é uma criança encantadora que cresce no seio da família de Ricardo, Duque de Iorque, transformando-se numa jovem cada vez mais corajosa e desesperada quando é atacada pelos inimigos do seu pai, quando o cerco em seu redor se aperta e quando não tem ninguém a quem possa recorrer, a quem possa confiar a sua vida.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Primeiras Impressões: "A Espia da Rainha" por Ne


As promoções dão cabo de mim e por isso não consegui resistir a mais uma tentação da responsabilidade da FNAC.

O Título:

A
Espia - segredos. lealdades. traições. hum, ingredientes mais que tentadores.
da
Rainha - mulher ao poder. óptima indicação para incluir este livrinho no desafio das Rainhas (desafio lançado pelo blog Chaise Longue).

A Capa:

Aquele penteado não a favorece, mas gosto da cor do vestido. Por sua vez, não gosto muito daquelas janelas, mas pronto...

A Sinopse:

Judeus que fogem e abrem uma livraria. Judeus com sorte e com bom gosto!
Um Lord que contrata uma jovem para ser bobo? Que raio de ideia!
Vida comum ou vida perigosa e apaixonada pelo chefe? Hum, parece-me que apesar de não ter o dom de adivinhar o futuro como Hannah (a personagem feminina) já sei no que vai dar... ou não.

Dúvidas/Expectativas:

Sinceramente a sinopse não me animou muito. Apesar de conhecer o dom de Gregory para a escrita e para nos atirar de repente para a corte dos Tudor, esta questão toda dos judeus não me levanta muito os ânimos e por isso as expectativas não vão ser muitas.
Mas, como até agora, Philippa Gregory acabou sempre por me surpreender pela positiva, mesmo com todos os dramas e sentimentos negativos das personagens, acabo por ter aqui um feeling mais animadito.

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos