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sábado, 11 de novembro de 2017

Opinião Young-Adult: ''Geek Girl - De Saltos Altos'' de Holly Smale



Passado quase um ano, a Porto Editora lança mais um livro desta série que eu gosto bastante mas infelizmente vejo pouquíssimas pessoas a lerem e a comentarem. Só espero que isto não signifique mais uma série a meio em Portugal. Ainda falta sair mais 3 volumes.
Apesar de ter lido o 2º livro há quase um ano (li em Dezembro de 2016) ainda me lembrava de bastantes coisas do livro anterior, especialmente o final. Mas se não lembrarem-se, não faz mal porque a autora meio que recapitula o que aconteceu, o que é bom para quem lê a série tão espaçadamente.

Temos aqui a nossa querida Harriet de volta ao mundo normal dos jovens adolescentes. Despedida da designer Yuka Ito, desde que regressou do Japão que não recebe nenhum trabalho como modelo e nem a sua agência parece lembrar-se dela. 
Convicta que vai passar o próximo verão com a sua melhor amiga e às mensagens com o seu namorado, Harriet não tem muito com que se preocupar, até que a sua família diz-lhe que vão viver para Nova York! 
A mudança do cenário de Inglaterra para o outro lado do Atlântico foi muito boa, apesar de ser uma mudança curta. O engraçado é que a autora explora vários países ao longo da série, o segundo livro foi passado em grande parte do Japão e agora temos o lado americano. 
Claro que aventuras não vão faltar à nossa geek preferida. Mal chega a solo americano, percebe que não consegue integrar-se tão facilmente como pensava e para piorar, parece que o seu namorado e a sua melhor amiga estão demasiado ocupados com as suas vidas e já a esqueceram. Além disso, Harriet não vai bem para Nova York....portanto o seu sonho de morar num prédio com porteiro e no coração da cidade como nos filmes, vai por água abaixo! 
Nem tudo vai ser mau, pois temos o regresso do Wilbur que arranja um novo trabalho para a nossa modelo preferida e mesmo contra a vontade dos pais, Harriet não resiste em entrar novamente no mundo louco da moda. Claro que isto irá trazer muitos problemas e muito drama mas também muita aprendizagem para a nossa nerd. 

Este terceiro volume continua o mesmo nível dos anteriores. Estes livros lêem-se que é uma maravilha e apesar de serem para uma faixa etária bem abaixo da minha idade, consigo divertir-me com eles e principalmente tirar partido das lições que está série traz. Embora pareça que todos os livros sejam um poucos parecidos - e é verdade - aqui o que importa é a evolução da Harriet, mesmo que pareça que no início de cada livro volte à estaca zero em termos de auto-confiança. Temos um exemplo aqui, com a nova tutora da Harriet, que duvida que ela seja assim tão inteligente, mesmo que a própria Harriet saiba que o é, duvida sempre das suas capacidades devido aos comentários alheios. 
Em termos de romance, Harriet e Nick lá terão os seus problemas mas as cenas em que estão bem são fofinhas. 

Mais um livro desta série aprovado, são livros ideais para adolescentes a partir dos 13 anos. Apesar de ter a opção de continuar com a série em inglês, tenho gostado do trabalho da tradução em português, portanto vou esperar pelo 4º livro na minha língua. 

Harriet Manners sabe que:
• Nova Iorque é a cidade mais populosa dos Estados Unidos.
• 27% dos americanos acreditam que nunca aterrámos na lua.
Mas não faz ideia de como a família irá lidar com a vida nos arrabaldes
da cidade. Ou como se "tornar uma marca", como dizem as modelos que
vai conhecendo. E, mais importante ainda, não sabe como gerir os gestos
românticos que lhe chegam de outra pessoa que não o namorado...
Será que é desta que a nossa geek girl abusa da sorte?

Opiniões dos outros livros da série:

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Opinião Contemporânea: ''A montanha entre nós'' de Charles Martin



Cada vez são mais as adaptações de livros no cinema e chegou a vez deste livro ser levado ao grande ecrã. O bom de tudo é que (se ainda tiver vontade) gosto de ler o livro primeiro para depois ver o filme e com este não foi excepção. O livro já está lido, venha daí o filme! 
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Já tinha lido um livro deste autor, há muitos anos e tinha gostado muito portanto esperava boas coisas deste romance. 
Primeiro, devido à capa eu pensava que este livro ia ser mesmo um romance. Ao ler a sinopse já imaginamos que dois desconhecidos perdidos no meio da neve, provavelmente vai dar em amor mas não. Existe uma atracção ente Ben e Ashley mas pelo menos enquanto estão a tentar sobreviver não há romance entre os dois porque Ben tem mulher e filhos e Ashley está noiva.

''A montanha ente nós'' é um livro de sobrevivência, um teste aos limites e as capacidades do ser humano em condições extremas. O mais incrível, é que é uma história que podia ser perfeitamente ser verídica. 
A forma como o autor conta as adversidades que as personagens enfrentam, tanto a nível físico mas mais a nível psicológico é muito boa, quase que conseguimos sentir o que Ben e Ashley passam. a fome, as condições atmosféricas nada favoráveis, as dores do acidente. 

O livro é muito cativante, eu dava por mim a ler 100 páginas sem perceber disso. Gostei mesmo muito que não houvesse qualquer envolvimento físico entre os dois, tanto pelo respeito dos seus cônjuges mas porque acho que ia tonar o livro cliché demais. O que vemos entre a Ashley e o Ben é uma amizade repentina mas forte. Claro que aos poucos, vão ficando cada vez mais conquistados um pelo outro e percebemos que os sentimentos vão além da amizade quando por exemplo a Ashley pede ao Ben para seguir caminho sozinho, por ela estar muito magoada e fraca demais para continuar ele recusa sempre. Gostei muito dessa atitude. Em casos de vida ou de morte não interessa a cor da pele, a religião ou a sua posição na sociedade. Interessa ajudar o próximo para que também possamos ser ajudados. 

O final não me surpreendeu. Li tantas opiniões a dizer que o final era surpreendente e inesperado que à medida que fui lendo o livro, fui apanhando algumas pistas e já suspeitava daquilo. 

Tenho mais dois livros do autor para ler e embora não me pareça que pegue em mais nenhum dele este ano, em 2018 vou voltar sem dúvida a Charles Martin. 
Este livro também me fez lembrar muito outro livro que tenho por ler: ''Sozinhos na Ilha'' da Tracey-Garvis Graves, aqui com um ambiente de mais calor e sol. A ver se também pego nele brevemente! 



Ben é um médico-cirurgião e Ashley é uma atraente e simpática jornalista que está a poucos dias do seu casamento. Conhecem-se na sala de embarque de um aeroporto, enquanto esperam pelo seu voo, atrasado devido ao mau tempo. Quando a viagem é cancelada, Ben aluga um avião particular para poderem regressar a casa. Durante a viagem o impensável acontece: o avião cai numa zona isolada e gelada, no meio do nada. Ben e Ashley sobrevivem ao acidente. Sozinhos e feridos, têm de lutar contra as adversidades e as temperaturas negativas daquele lugar inóspito. A luta pela sobrevivência vai despertar neles os sentimentos mais sinceros e levá-los a questionar o rumo das suas vidas até então. Será que conseguem sobreviver? E, se conseguirem, até que ponto esta experiência mudará os seus destinos? 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Doce do Momento: ''A Montanha entre nós'' de Charles Martin



9674084Poster do filme A Montanha Entre Nós / The Mountain Between Us (2017)


Já quero ler este livro há tanto tempo! Basicamente desde que foi lançado...em 2010. 
E só vou lê-lo porque percebi que o filme estreia  para a semana. Ao menos as adaptações servem para pegar em livros parados há demasiado tempo.


Ben é um médico-cirurgião e Ashley é uma atraente e simpática jornalista que está a poucos dias do seu casamento. Conhecem-se na sala de embarque de um aeroporto, enquanto esperam pelo seu voo, atrasado devido ao mau tempo. Quando a viagem é cancelada, Ben aluga um avião particular para poderem regressar a casa. Durante a viagem o impensável acontece: o avião cai numa zona isolada e gelada, no meio do nada. Ben e Ashley sobrevivem ao acidente. Sozinhos e feridos, têm de lutar contra as adversidades e as temperaturas negativas daquele lugar inóspito. A luta pela sobrevivência vai despertar neles os sentimentos mais sinceros e levá-los a questionar o rumo das suas vidas até então. Será que conseguem sobreviver? E, se conseguirem, até que ponto esta experiência mudará os seus destinos? 



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

A Sair do Forno: ''Para lá do Inverno'' de Isabel Allende


Isabel Allende parte da célebre frase de Albert Camus para nos apresentar um conjunto de personagens próprios da América contemporânea que se encontram «no mais profundo inverno das suas vidas»: uma mulher chilena, uma jovem imigrante ilegal guatemalteca e um cauteloso professor universitário.
Os três sobrevivem a uma terrível tempestade de neve que se abate sobre Nova Iorque e acabam por perceber que para lá do inverno há espaço para o amor e para o verão invencível que a vida nos oferece quando menos se espera.
Para lá do inverno é um dos romances mais pessoais da autora: uma obra absolutamente atual que aborda a realidade da migração e a identidade da América de hoje através de personagens que encontram a esperança no amor e nas segundas oportunidades.

Sai dia 2 de Novembro 
 

domingo, 1 de outubro de 2017

sábado, 30 de setembro de 2017

Lista de Desejos: Outubro



Agora que a rentrée literária já passou, vamos ver se adicionámos muitos livros ou não.

Mafi:
Foto de Lucinda Riley.

Vá nem quero muitos...!

Ne:


Acho que me vou ficar por este. Tenho conseguido arranjar emprestados. Já alguém leu? Recomenda?

Na Fila: ''Outubro''



O mês de Setembro foi mais ou menos por aqui, vamos ver se no próximo é melhor

Mafi:
A Elizabeth DesapareceuUm Anjo Caído (The Rules of Scoundrels, #4)Deixei-te IrThe Hate U GiveO Poder das Pequenas Coisas

Basicamente tudo o que não consegui ler em Setembro, transitou para Outubro. Vamos lá ver se é neste mês que pego nestes meninos.

Ne


As leituras andam muito paradas por isso mais vale não ter grande expectativas. Tudo o que vier a mais é bónus!

A Sair do Forno: ''O Regresso da Primavera'' de Sveva Casati Modignani






Passamos muito tempo a perseguir sonhos que nos escapam da mão, uma felicidade que não se deixa aprisionar. E depois acontece que o melhor da vida se revela num instante, talvez na magia de um encontro inesperado. Como aquele que aconteceu entre Lorenzo e Fiamma, surpreendidos por um amor que nem mesmo eles, provavelmente, acreditavam ser ainda possível.
Lorenzo Perego, um homem fascinante e culto, é professor de Geografia Económica numa escola profissional de Milão. Poderia ter escolhido um estabelecimento de maior prestígio, mas o ensino é a sua paixão e ajudar jovens com talento numa realidade difícil e muitas vezes desoladora é um desafio que o entusiasma e enriquece.
Fiamma Morino, com pouco mais de 40 anos, é diretora editorial de uma pequena editora de sucesso que ela própria fundou. Agora que a editora está prestes a sofrer uma drástica mudança de gestão, com que Fiamma não concorda, está disposta a tudo para a defender e continuar a garantir o cuidado e o amor que desde sempre dedica aos seus autores.
Através das vivências de Fiamma e Lorenzo, conhecemos a Itália de hoje, a da crise da Escola e da Economia, mas também aquela que é feita de pessoas empreendedoras, prontas a arregaçar as mangas e decididas a não se renderem.

Sai dia 16 de Outubro

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Opinião Contemporânea: "Os Muitos Nomes do Amor" de Dorothy Koomson



É publico que sou fã desta escritora que tanto adoro, mas chegou o dia em que um livro dela não me fascinou e fico desde já muito triste em confessar isso. Apesar de ter uns preferidos e outros menos preferidos, este foi de longe o que menos gostei, mas já explico as minhas razões.
Como sempre a escrita de Dorothy Koomson é impecável. As suas personagens são mais que reais, tal como as situações em que elas estão envolvidas. Neste caso a adopção é o tema principal, e a autora soube desenvolvê.-lo muito bem. Os cenários sempre perfeitamente descritos. A questão aqui foi mesmo a história que ela conta. Eu não sou fã de romances familiares, em que 90% da história é sobre a irmã, sobre a avó, sobre a mãe, etc. E foi isto que encontrei mais por aqui.
Os livros que menos gostei de Dorothy Koomson foram aqueles que tiveram mais suspense e menos romance. Aqui o suspense também está presente, mas em muito menos quantidade, por isso nem aí fui buscar o entusiasmo. Tudo se desenrola demasiado em volta do passado de Clemency e em certa altura até parece que se começam a repetir as mesmas cenas.
A prima de Clemency mesmo assim ainda acabou por dar algum ânimo à leitura, visto ser tão desprezível!!
A questão da avó já não é nova, mas sempre contribuiu para desviar do tema central e para um final melhor em que mesmo nas últimas páginas se desenrolou a mais parte da história e dos segredos desta. Melhorou mas também não fiquei fã já que foi muita informação demasiado rápido. Pelo menos o choque foi grande e contribuiu para fechar o livro com o coração ainda a bater depressa. Ponto positivo.
De resto, gostei dos momentos no café, mas não gostei do final deste personagem. Tyler não foi o meu preferidos, apesar da minha opinião no final ter melhorado alguma coisa.
Clemency Smittson foi adotada em bebé, e a única ligação à mãe biológica é um berço de cartão com borboletas pintadas à mão. Agora adulta, e em constante conflito com sentimentos de perda e rejeição, decide mudar drasticamente de vida e voltar a Brighton, a cidade onde nasceu.
Mas Clem não sonha que é lá que vai encontrar alguém que sabe tudo sobre a sua caixa das borboletas e a verdadeira história dos seus pais biológicos.
E quando percebe que nem tudo é o que parece, e que talvez tenha sido injusta com aqueles que mais a amam, haverá tempo para recuperar o que foi perdido?

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Opinião Contemporânea: "Um mais um" de Jojo Moyes


Apesar de ser uma autora com já alguma fama, foi há dois ou três anos que Jojo Moyes tornou-se numa das autoras favoritas de muita gente depois de ter lançado o livro "Viver depois de ti''. Após esse lançamento já publicou mais livros, todos eles com muito boas opiniões. 

A autora realmente cresceu como escritora e como alguém que leu as suas obras antes e depois do "Viver depois de ti" percebe essa evolução ao longo destes anos. 
Com o lançamento do seu novo livro, a expectativa era não era grande, era enorme. A sinopse parecia ser fantástica e o resultado final não desiludiu em nada.

36139783"Um mais um" fala de uma família caótica, inadequada em todos os aspectos. Jess é uma mãe solteira, que tenta dar aos seus filhos a estabilidade que precisam nas suas vidas. É uma mulher optimista e determinada, nada lhe parece afectar, e se realmente a afectar, faz tudo com um sorriso no rosto e segue em frente.

Ed Nicholls é um génio informático que sem qualquer intenção maldosa acaba por ver-se numa grande polémica que lhe poderá custar a sua profissão e uns bons anos de vida. Os dois acabam juntos numa viagem até a uma olimpíada de matemática em outro país. A juntar à equação (sem trocadilhos) temos Tanzie (ou Constanza) uma menina que gosta mais de matemática do que bonecas e Nicky, um rapaz meio gótico e que todos pensam que é problemático, mas que no fundo apenas ainda não encontrou ninguém com quem se identificar. Ah e não nos esqueçamos de Norman, o cão da família descrito "tão grande como uma vaca".
Todas as personagens são honestas e reais e é logo o primeiro impacto que temos ao ler o livro. Que esta é uma história que podia perfeitamente ser real. O livro é contado dos quatro pontos de vista (Jess, Nicky, Ed e Tanzie) e Moyes fez um trabalho notável com a caracterização de cada um. Em nenhum momento as vozes das personagens se confundem. Apesar dos capítulos estarem identificados por quem está a narrar, mesmo que não tivessem seria bastante fácil perceber a voz da personagem. Com os diferentes pontos de vista, a autora consegue mostrar uma das muitas qualidades como escritora, não é fácil escrever um livro com tantos POVS sem que se torne confuso, mas Moyes fá-lo de forma exemplar. 

Ainda em relação às personagens, há que analisar a atitude de cada uma e toda a mensagem que o livro transmite. Esta família é desajustada e como tantas outras famílias deste tipo, a maior parte das vezes, parece que nada de bom acontece. Jess mostra que é sempre bom fazer o certo e que tudo o que fazemos de bem temos em retorno, embora em muitas vezes isto não aconteça e ela própria admita que de vez em quando a vida prega-nos uma partida. Mas é importante realçar que a atitude de "nunca desistir" está presente em todo o livro. 

Outro ponto bastante positivo é o facto de mais de metade do livro passar-se em viagem. Adoro livros de viagens e viagens com estranhos ainda melhor. Foi giro ir lendo todas as peripécias que lhes iam acontecendo e ficar de coração apertadinho quando nada corria bem. 

"Um mais um" é de facto um livro fantástico, não há nada de negativo que lhe possa apontar. Tem drama, romance, comédia. A escrita da autora está cada vez melhor e as personagens fazem o livro. Não digo apenas só a Jess ou o Ed, mas todos. É um livro aconchegante que nos mostra uma pequena família com problemas e um amor que se desfez mais rápido do que começou. Que nos mostra que a vida tem uma série de obstáculos mas que a maioria deles podem ser contornados e é possível seguir em frente. Para mim é melhor que "Viver depois de ti" e é até agora, o livro favorito da autora!
Uma mãe por conta própria Jess Thomas faz o seu melhor, dia após dia. É difícil lutar sozinha. E, por vezes, assume riscos que não devia. Apenas porque tem de ser… Uma família caótica Tanzie, a filha de Jess, é uma criança dotada e brilhante a lidar com números, mas sem apoio nunca terá oportunidade de se revelar. Nicky, enteado de Jess, é um adolescente reservado, que não consegue sozinho fazer frente às perseguições de que é alvo na escola. Por vezes, Jess sente que os filhos se estão a afundar… Um desconhecido atraente Ed Nicholls entra nas suas vidas. Ele é um homem com um passado complicado que foge desesperado de um futuro incerto. Ed sabe o que é a solidão. E quer ajudá-los… Uma história de amor inesperada "Um Mais Um – A Fórmula da Felicidade" é um romance cativante e original sobre duas pessoas que se encontram em circunstâncias difíceis.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Entrar no Forno: ''The Upside of Unrequited'' de Becky Albertalli


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Depois do sucesso de ''O Coração de Simon contra o Mundo'' da Becky Albertalli, a Porto Editora volta a apostar nesta autora.

O seu mais recente livro ''The Upside of Unrequited' já teve os direitos vendidos aqui para o nosso país!

Desta vez temos uma protagonista feminina, a Molly, que ao longo da sua vida gostou de imensos rapazes sem nunca dar nenhum passo em frente. Tem como única companhia a sua irmã gémea, Cassie. Mas quando Cassie começa a namorar, Molly começa a sentir-se sozinha. E depois tem outro problema chamado Reid Weirthem, o rapaz com quem Molly trabalha. Para além de ele ser esquisito, não há nenhuma razão para Molly se apaixonar por ele,certo?

Quem gostou desta notícia?

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A Sair do Forno: ''Geek Girl: De Saltos Altos'' de Holly Smale




Harriet Manners sabe que:
• Nova Iorque é a cidade mais populosa dos Estados Unidos.
• 27% dos americanos acreditam que nunca aterrámos na lua.
Mas não faz ideia de como a família irá lidar com a vida nos arrabaldes
da cidade. Ou como se "tornar uma marca", como dizem as modelos que
vai conhecendo. E, mais importante ainda, não sabe como gerir os gestos
românticos que lhe chegam de outra pessoa que não o namorado...
Será que é desta que a nossa geek girl abusa da sorte?
A Geek volta dia 7 de Setembro!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Opinião Young Adult: "A Química dos Nossos Corações" de Krystal Sutherland



N'A Química dos Nossos Corações o mais original é de longe a personagem principal feminina. Não me lembro de ter lido sobre uma protagonista com tão poucos atractivos iniciais - Krystal Sutherland esmerou-se. Mas foi com esta indicação na sinopse que eu iniciei esta leitura cheia de afinco porque esperava algo tipo patinho feio ou cinderela ou parecido. Mas o que calhou na rifa foi mesmo uma história YA com algum mistério em volta de Grace que depois acabou por não me surpreender muito. Não digo que a história não tenha conteúdo e seja aborrecida, só acho que a autora não a soube abordar ou contar da melhor maneira, visto que com tão bons ingredientes esta leitura acabou mesmo assim por ser lentíssima e quase desinteressante.

Terá que agradecer as duas estrelas aos amigos de Henry e à personalidade deste. Porque de certeza que o facto de ter lido o livro até ao fim não foi graças a Grace, que principalmente no final, não me pareceu que merecesse o protagonista. E talvez seja aí que encontro a principal razão de não ter sido arrebatada por este livro: a falta de faíscas. A falta destas misturadas com a falta de empatia não conseguiram ser compensadas pelos risos provocados por personagens secundárias ou pela tristeza da história de Grace.

Talvez não me tenha conseguido colocar bem no lugar dela, já que não achei a sua atitude e revolta assim tão significativas. Compreendo o porquê da tristeza e da saudade, não da culpa. Somando a isto, vem a parte da atracção que acho que é essencial para uma história de amor, mesmo esta cheia de drama, e que não acho que tenha estado presente, pelo menos na quantidade mínima desejável para uma leitura viciante ou até satisfatória.

Fiquei um pouco dividida em relação às transcrições das suas conversas por mensagens. Por um lado é onde encontramos mais humor da parte de Henry, mas por outro estes textos parecem-me sempre uma desculpa para aumentar o número de páginas de um livro. Prefiro um diálogo tradicional do que isto, sinceramente.
O final foi outra questão que ainda hoje não sei o que dizer. Foi de facto emocional, mas não achei marcante nem especial. Por outro lado, adorei a cena dos peixes. Acho que é a cena que transmite maior mágoa e maior sentimento, apesar de ser triste.
As cenas do jornal, achei-as novamente uma perda de tempo, mas justificou-se com os momentos sociais necessários para duas personagens se conhecerem.

De qualquer forma, continuo a adorar esta capa. Simples, mas cativante com os seus peixes azuis.
Henry Page não esperava apaixonar-se. Considera-se um romântico, mas nunca viveu aquele momento em que o tempo para, a barriga se enche de borboletas e a música começa a tocar, sabe-se lá onde. Pelo menos, até ao momento. Então, conhece Grace Town, a esquiva nova colega de escola, que se veste com roupa de rapaz demasiado grande, apoia-se numa bengala, parece tomar banho poucas vezes e esconde segredos desconcertantes.
Não é bem a rapariga de sonho que Henry esperava, mas quando os dois são escolhidos para coordenar o jornal da escola, a química acontece. Depois de tantos anos a salvo do amor, Henry está prestes a descobrir como a vida pode seguir um caminho tortuoso e como, por vezes, os desvios são a parte mais interessante desse mesmo caminho. Uma estreia brilhante que equilibra humor e corações partidos, lembrando-nos de como o primeiro amor pode ser agridoce.

Pilha Cerebral: "Aquisições de Julho"



Já há muito tempo que não fazia uma pilha, mas ontem fui às compras e quando estava a arrumar e a apontar no meu caderno da Biblioteca lembrei-me em fazer pilhas das ulrimas aquisições.
Em Julho as compras não foram muitas, mas acho que só pelas autoras já se pode dizer que não precisava de mais. Até agora só comecei a ler o Doces Silêncios, mas entretanto meti-o em pausa. Confesso que aquele inicio sobre maçãs não me cativou muito.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Na Fila: Setembro



Então o que queremos ler em Setembro?
E vocês?

Mafi:
A Elizabeth DesapareceuDumplin' (Dumplin', #1)Um Anjo Caído (The Rules of Scoundrels, #4)Deixei-te IrThe Hate U GiveO Poder das Pequenas Coisas99 dias
Focada em abater a pilha de papel. 

Ne:


Será que é desta que leio ao que me comprometi?
Decidi ir buscar os que não li dos meses anteriores. Pelo menos o primeiro já está começado.

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos