
Foi preciso alguma pesquisa para descobrir esta origem...gostam mais da imagem original ou de como ficou?













Uma amante nunca deve ter a ingenuidade de se apaixonar pelo seu protetor nem de lhe confiar o seu futuro financeiro. Mariah Desmond fez as duas coisas e o seu amado protetor morreu e deixou-a sem nada. Obrigada a procurar outro protetor, está decidida a agora guiar-se pelo instinto de sobrevivência e não pelo coração. Mas quando assiste a uma das escandalosas festas de Vivien Manning, o rosto familiar do melhor amigo do seu falecido amante apanha-a desprevenida.
Um passado doloroso ensinou John Rycroft que não tem tendência para ser o príncipe encantado de ninguém. O seu fraco por Mariah – melhor dizendo, o seu forte – é precisamente o motivo por que se manteve à distância. Contudo, ao vê-la namoriscar com um enxame de homens que competem por se tornarem o seu próximo amante, algo dispara no seu íntimo.
Quando John a arranca aos seus pretendentes, a indignação de Mariah derrete-se no calor da ardente química entre os dois. Mas rapidamente descobre que não é fácil.
Aqui temos mais uma irmã Albright, Penelope que apesar de se guiar por uma conduta fria e austera na sociedade, por dentro é apenas uma mulher insegura, magoada e que acha que nunca irá encontrar o verdadeiro amor. Depois temos Jeremy, um playboy da sociedade, conhecido pelos seus desejos carnais. Para tentar mostrar a todos que Penelope é uma farsa e que esconde desejos opostos ao código que se guia e à mensagem que tenta passar às mulheres da sociedade, Jeremy engendra um plano para seduzir Penelope sem revelar a sua identidade. 
O sedutor acaba seduzido
Timida, obstinada e bela, Penelope está determinado a expor os casos licenciosos dos homens mais atrevidos da sociedade. Agora um deles - o libertino arrependido Jeremy Vaughn, duque de Kilgrath - foi escolhido para pôr fim à interferência da pudica senhora. O plano de Jeremy é diabolicamente inteligente: irá juntar-se à guerra de Penelope contra a imoralidade, lutando apaixonadamente ao seu lado, ao mesmo tempo que a enche de missivas eróticas anónimas destinadas a excitar mesmo a mais fria e mais relutante mulher. Irá derrubar as suas defesas e inflamar os seus desejos reprimidos por acompanhá-la (no interesse da sua «nobre campanha») aos palácios do prazer mais notórios de Londres. E irá visitar o boudoir dela - mascarado - durante a noite para a ensinar nas artes deliciosamente pecaminosas ela deseja abolir. Em seguida, irá expor a sua hipocrisia ao mundo.
Mas o esquema do belo duque está fadado ao fracasso pois a bela Penelope liberta-se de todas as inibições e cede livremente a todos os caprichos dele. Pois neste jogo sensual de corações, é o sedutor que se torna seduzido.






Lysandra Keates está a ficar sem opções. O pai morreu, a mãe está doente, e os seus esforços para encontrar um emprego respeitável redundaram em fracasso. Com as parcas poupanças a chegarem ao fim, ela engole o orgulho e o medo e pede a Vivien Manning, uma cortesã infame, para a juntar a um protetor rico.
Durante anos, o visconde Andrew Callis levou uma existência monástica na sua propriedade rural, endurecendo o corpo e o coração contra o sofrimento pela morte da mulher e do filho recém-nascido. Quando Vivien lhe pede para passar um mês a treinar uma jovem nas artes do amor, a sua mente resiste... mas o seu corpo responde com um desejo que ele julgara morto há muito tempo.
À medida que começa os seus ensinamentos, Andrew dá por si a deixar-se enfeitiçar pelos encantos inocentes de Lysandra. E quando eles dão lugar a uma fome voraz, a última coisa que Andrew esperava, ou queria, surge entre eles. Uma ligação emocional que pode levá-los bem para lá do período de treino… se ao menos Andrew conseguir abrir o seu coração à possibilidade de amar.

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos