
A Madeline Hunter mudou de casa da ASA para a SDE mas por aqui foi fácil encontrar a origem desta capa.





Três duques pecaminosamente atraentes, três corações prestes a encontrar os seus parceiros.
Toda a sociedade londrina está em suspenso com o regresso de França do escandaloso duque de Stratton. A sua reputação precede-o e sussurra-se que procura vingança pela morte do seu pai. Quando conhece Clara Cheswick, a bela e rebelde filha do homem que suspeita ser seu inimigo, o desejo complica o objetivo do duque.
Clara pode ser a mulher que deslumbra Stratton, mas ela está mais interessada em publicar o seu jornal feminino do que em ser seduzida — especialmente por um homem que dizem estar sedento de vingança. No entanto, com o seu faro para uma boa história, Clara questiona-se se ele será sincero no seu desejo de justiça. Deixar-se arrebatar pelo duque tem provavelmente desafios que não antecipa, mas quem diria que seria tão divertido ser cortejada pelo perigo?



Por vezes, perder tudo significa ganhar muito mais...
Lady Lydia Alfreton esconde um segredo: um manuscrito escandaloso, escrito por ela, e que a arruinaria se se tornasse público. Por azar, este texto proibido vai parar às mãos erradas, e Lydia torna-se alvo de um chantagista sem escrúpulos. Menos secreto é o seu pequeno (e único) vício. Pois Lydia é presença constante nas mesas de jogo da sociedade inglesa. Mas talvez resida aqui a solução para o problema... Desesperada, a jovem decide aceitar uma velha aposta que o arrogante duque de Penthurst lhe propôs. Se ganhar, vai poder pagar ao chantagista. Se perder, a sua inocência pertencerá a Penthurst, um homem a quem odeia profundamente...
Lydia está confiante, porque tem tido sempre sorte. Mas desta vez a Fortuna parece querer atraiçoá-la, pois perde a aposta. Agora, para além do chantagista, tem de lidar também com os avanços de um perigoso duque que está disposto a tudo para a ter como sua duquesa...
















Na alta-roda londrina, ninguém pode acusar Marielle Lyon de falta de elegância. Muito pelo contrário. A jovem refugiada francesa está na penúria mas mantém uma invejável pose de distinção e graça. Ela diz ser sobrinha de um aristocrata mas a sua chegada a Londres está envolta em mistério. E ainda para mais, parece divertir-se imenso com os boatos que a acusam de ser espia. Afinal, quanto mais a vigiarem, mais protegida estará para levar a cabo a sua missão secreta.
E entre os muitos olhos que a observam, estão os de Gavin Norwood, visconde Kendale, que esteve na guerra e desconfia dos Franceses… e também das femmes fatales. Está convicto – e com razão – de que Marielle é muito mais do que aparenta ser. Mas a astuta emigrée revela-se uma adversária à sua altura. Para a desmascarar, Gavin vai ter de recorrer a todas as armas do seu arsenal… incluindo a sedução…
O muito aguardado terceiro volume da série O Quarteto Fairbourne, escrito com a mestria a que já nos habituou Madeline Hunter.
Um negócio gerido por uma mulher? Em 1798? Parece impossível! Mas é esse mesmo o plano de Emma Fairbourne após a morte do pai. Apesar de saber que se trata de uma jogada arriscada, ela está disposta até a contratar um belo e encantador homem para servir de disfarce, tudo para manter vivo o legado da leiloeira Fairbourne’s... Só que o patriarca Maurice Fairbourne tinha um sócio desconhecido, Darius, o Conde de Southwaite. Darius é um homem habituado a ter o que quer e sem o menor interesse em gerir uma leiloeira, muito menos uma (desconfia ele) envolta em escândalos que poderiam arruinar a sua reputação. Não contava era com a vontade férrea de Emma, cuja frontalidade é simultaneamente exasperante e sensual. Darius decide tentar então uma nova abordagem, que não só fará com que ela se renda a ele, mas proporcionará imenso prazer a ambos...
Um negócio gerido por uma mulher? Em 1798? Parece impossível! Mas é esse mesmo o plano de Emma Fairbourne após a morte do pai. Apesar de saber que se trata de uma jogada arriscada, ela está disposta até a contratar um belo e encantador homem para servir de disfarce, tudo para manter vivo o legado da leiloeira Fairbourne’s...
Só que o patriarca Maurice Fairbourne tinha um sócio desconhecido, Darius, o Conde de Southwaite. Darius é um homem habituado a ter o que quer e sem o menor interesse em gerir uma leiloeira, muito menos uma (desconfia ele) envolta em escândalos que poderiam arruinar a sua reputação. Não contava era com a vontade férrea de Emma, cuja frontalidade é simultaneamente exasperante e sensual. Darius decide tentar então uma nova abordagem, que não só fará com que ela se renda a ele, mas proporcionará imenso prazer a ambos...

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos