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terça-feira, 14 de novembro de 2017

sábado, 1 de abril de 2017

Agridoce: Março



Esta rubrica anda a falhar imenso!!!!
Outubro, Janeiro e só agora Março? Ui.

Entre linhas (Between the Lines, #1)

Mafi: Este mês foi um mês cheio de leituras de 3 estrelas e este foi uma delas. Conceito muito original, execução que deixa muito a desejar.
Ne: O piorzinho deste ano até agora. Nem o consegui terminar.

Milk and Honey 

Mafi: Eu que não devo ler poesia desde os poemas do Fernando Pessoa no 12º ano, adorei este livrinho!
Ne: O primeiro da autora que li e até agora o que ainda está guardado naquele cantinho do coração. Continuo na minha maratona.

O Universo nos Teus Olhos 

Mafi: Também podia meter aqui outros livros mas este foi o 1º do mês a que dei 4 estrelas portanto é o sortudo de figurar aqui.
Ne: Nada consegue ultrapassar o quanto gosto desta sobremesa. Quando encontrar aviso-vos!

terça-feira, 21 de março de 2017

Doce do Momento: "Simples Perfeição" de Abbi Glines



Só mais este e acho que consigo parar.
Woods teve sua vida traçada desde o berço. Cuidar dos negócios da família, casar com a mulher que os pais escolheram, fingir que riqueza e privilégios eram tudo de que ele necessitava. Então a doce e sensual Della apareceu e conquistou seu coração, abrindo seus olhos para um novo futuro.
A vida do casal seguia para um final feliz, até acontecer um imprevisto: a morte do pai de Woods. Da noite para o dia, o rapaz herda o império Kerrington e, embora sempre tenha almejado essa posição, precisará de toda ajuda possível para provar que está à altura de tanta responsabilidade.
Della está determinada a ser o apoio de que Woods necessita, mas os fantasmas do passado ainda estão presentes e mais intensos do que nunca. Pressionada pela ex-noiva e pela mãe de Woods, ela toma a decisão mais difícil de sua vida: abdicar da própria felicidade pelo homem que ama.
Mas os dois terão a força necessária para seguir em frente um sem o outro?

quinta-feira, 16 de março de 2017

Doce do Momento: "Tentação Sem Limites" de Abbi Glines



Não consigo parar!!!!!
A vida de Blaire Wynn não foi nada fácil. Sua irmã gémea morreu muito cedo, seu ex-namorado e melhor amigo a traiu e ela precisou cuidar da mãe doente até o último dia de sua vida. Depois de tanto sofrimento, o que ainda seria capaz de machucá-la?
O terrível segredo de Rush Finlay.
Depois de se apaixonar perdidamente por ele, Blaire descobriu algo cruel que destruiu para sempre o mundo que conhecia. Agora ela está mais sozinha do que nunca e precisa recomeçar a vida longe de todos que a feriram. O único problema é que não consegue deixar de amá-lo.
Rush Finlay também não sabe o que fazer. Apesar das tentativas dos amigos e da família para animá-lo, o rapaz segue desolado. Ele já não quer saber da vida que levava, regada a festas, bebidas e mulheres. É atormentado pelas lembranças de um sentimento que jamais imaginara que fosse conhecer e que não pôde ser vivido plenamente.
Nem Rush nem Blaire imaginavam que seus universos pudessem se transformar de forma tão radical. Porém, a maior reviravolta das suas vidas ainda está por vir. E ela será tão intensa que obrigará Blaire a engolir o orgulho, voltar a Rosemary, na Flórida, e enfrentar seus inimigos. Rush por sua vez, terá que lutar para consertar seus erros e se provar digno da confiança e do amor dela.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Doce do Momento: "Paixão Sem Limites" de Abbi Glines



Ups I did it Again!
Pelas minhas contas esta foi a 4ª vez, se não me engano.
Ela tem apenas 19 anos. É filha do padrasto dele. Ela é ingénua e inocente. O que mais poderia ser uma rapariga que passou os últimos 3 anos a cuidar de uma mãe doente?
Rush tem de 24 anos. Ela é a única coisa que está fora de alcance. O dinheiro que recebe do pai ausente, o desespero da mãe que faz tudo para conquistar o amor do filho e o seu charme pessoal são os três motivos pelos quais Rush nunca ouviu a palavra "não".
Após a morte da mãe, Blaire deixou a pequena quinta no Alabama para ir viver com o pai e nova família dele numa luxuosa casa de praia na Florida. Ela não está preparada para esta mudança de vida e sabe que nunca irá encaixar neste mundo. Para piorar a situação, o pai de Blaire viajou para Paris com a nova mulher, deixando-a sozinha o verão inteiro com Rush, que não parece nada satisfeito com a chegada da sua nova "irmã" por afinidade.
Rush é tão mimado quanto irresistível e sensual. E isso começa a afetar Blaire. Mas ele sabe que ele é tudo menos o homem certo para ela. Atormentado e misterioso, Rush tem um segredo que pode mudar a vida de ambos para sempre… e apesar de tudo isto, a paixão proibida cresce, sem limites…

Ponto de Situação: "Up in Flames" de Abbi Glines



Ainda sem título em português, este é o último dos livros da saga Rosemary Beach que saiu. Já há algum tempo que ele estava no Kobo, mas por alguma razão que me é desconhecida ainda não lhe tinha pegado. Mas depois de ler Emma Chase decidi que tinha que pegar novamente no trabalho de Abbi Glines visto que os livros de uma só me lembravam os da outra.
Up in Flames traz-nos para mais perto de Nan e Major, mas nos primeiros capítulos, muito curtos para o meu gosto, a autora baralhou-me bastante. Nan interessa-se por Ganner, ou Cope, como lhe quiserem chamar e tudo o que se passa entre eles é deveras intenso e nem tudo ao meu gosto.
Nan parece-me muito frágil para o que conhecemos dela, e ao pé de Cope então é uma pessoa completamente diferente. Entrega-se demasiado e tudo indica que afinal ela não tem interesse nenhum em Major, nem este por ela. Mas quando ela o rejeita de repente parece que o mundo acabou. Hum!! Não me convence. Ao contrário dos outros livros, a atracção e o amor entre o casal, estejam juntos ao não, era tão óbvio que foi isso mesmo que me conquistou ao longo da saga. Não haviam dúvidas que eles estavam destinados a estar juntos. Mas aqui, até agora, tenho a sensação que são tudo relações fúteis e fugazes, e que o amor está muito longe de Vegas (onde eles andam agora).
Major parece um coelho e isto para mim é sinal de ausência de sentimentos para com Nan. Tomemos o exemplo de Rush ou outros: mal começaram a sentir algo mais forte deixaram de estar com outras, porque até a vontade se lhes evaporou. Mas aqui Major continua com outras mesmo quando supostamente percebeu ali algum sentimento por ela.
Entretanto cheguei a meio do livro e já percebi como vai acabar! Aquela agressão toda não me parece muito certa, mas se a Nan gosta, boa sorte para ela!

terça-feira, 14 de março de 2017

Doce do Momento: "Up in Flames" de Abbi Glines



Já tinham saudades? Eu já! E este ebook já aqui anda há algum tempo.
Finalmente vou pegar nele e cheira-me que esta história e daquelas de fazer roer as unhas... de gel!
Por ser a garota má de vestidos Prada de Rosemary Beach, Nan Dillon foi chamada de todos os nomes desprezíveis debaixo do sol quente do verão. Alguns são merecidos pela sua reputação - nunca teve de se preocupar com nada, além de manter a imagem perfeita e dividir o jacto particular do pai com o seu irmão, Rush. Mas Nan está longe de ser feliz. Rush tem outro filho a caminho e não tem tempo para correr atrás da irmã. Grant, o último rapaz com que ela realmente se importou, escolheu ficar com sua meia-irmã, Harlow, em vez dela. E Harlow, que jamais vai superar o jeito que Nan a tratou quando se mudou para a cidade, se mantém distante.
Então quando Major a chama para sair, ela agarra a oportunidade de ficar com o galanteador. Embora ela não saiba muito sobre o texano de fala mansa, e ainda que está claro que ele não quer ser exclusivo, estar com ele é bem melhor do que sair com socialites fúteis ou assistir Netflix sozinha em casa.
Por um tempo, Nan lida com o jeito playboy de Major, mas depois que ele a magoa várias vezes, ela tira um fim de semana louco de última hora em Vegas. Lá, ela conhece Gannon, um empresário sombrio e sedutor e oh-tão-perigoso que sabe exactamente como lidar com ela. Com Major pedindo uma segunda oportunidade e Gannon aparecendo em sonhos, Nan tem que decidir a quem dar o seu coração. Mas o que ela não percebe é que esses jogadores estão envolvidos num jogo bem maior - e eles já estão duas jogadas à sua frente.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Agridoce: Abril



Já cá faltava os mais e os menos doces. Hoje são então os de Abril. Dêem uma espreitadela.

O Mar Infinito (A 5ª onda, #2)
Mafi: Infinita foi a minha paciência para ler "O mar infinito"!
Ne: Abbi Glines é sempre bom, mas este, entre os que li dela neste mês, foi o mais ou menos.

The Heir (The Selection, #4)
Mafi: Como sempre os livros de Kiera Cass são sempre mais ou menos para mim.
Ne: Não foi tão bom como esperava porque criei expectativas com base em opiniões que li, de qualquer forma não desiludiu, porque Deborah Smith é Deborah Smith.

Confesso

Mafi: Tive muito indecisa mas pronto, escolho Colleen Hoover como o mais doce do mês porque adorei este livro.
Ne: O mais doce claro que tinha que ser Abbi Glines. Aiii ainda não estou saciada desta saga!!!! E já não tenho mais para ler!!!!!

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Doce do Momento: "Until Friday Night" de Abbi Glines



Decidi começar esta série, mesmo sabendo que o segundo livro ainda não está disponível.
Para toda a gente que o conhece, West Ashby sempre foi aquele rapaz: o convencido, popular, deus do futebol demasiado-bonito-para-o-seu-bem que levou Lawton High para o campeonato estadual. Mas apesar de West ser o Grande Homem no campo por fora, por dentro ele batalha contra a dar que vem com o observar a morte lenta do pai pelo cancro.Dois anos antes, a vida de Maggie Carleton quebrou-se quando o seu pai assassinou a sua mãe. E depois dela contar à polícia o que aconteceu, ela parou de falar e não falou desde aí. Mesmo a mudança para Lawton, Alabama, não conseguiu curar Maggie. Portanto ela manteve-se sossegada, mantendo o seu coração ferido e quebrado escondido.À medida que a dor de West se torna insuportável, ele sabe que precisa falar com alguém sobre o seu pai - então nas sombras de uma festa pós-jogo, ele abre-se para a única rapariga que ele sabe que não vai contar a ninguém.West espera que falar sobre o seu pai traria algum alivio, ou pelo menos um fluxo de emoções que ele não conseguisse controlar. Mas nunca esperou que a nova e calada rapariga lhe respondesse, para lhe revelar uma dor ainda mais profunda que a sua - ou que ele formassem uma conexão tão forte que ele nunca mais a conseguisse deixar...

Traduzido por ADPOC

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Doce do Momento: "The Best Goodbye" de Abbi Glines



Mais um.
Depois de dez anos trabalhando para um mafioso misterioso, River Capitão Kipling está pronto para deixar seu sórdido passado – se protegendo com sua profissão como um sofisticado gerente de um restaurante – para trás. A única coisa que estava no caminho de sua "aposentadoria" é seu compromisso de inaugurar um novo restaurante na cidade resort de Rosemary Beach. Com sua irmã, Blaire, por perto, Capitão pode adiar seu sonho de tocar um bar modesto à beira-mar, porém as atenções indesejadas de sua responsável, Elle, deixa ele louco para dar o fora. Até que ele nota Rose Henderson a nova empregada do restaurante. Tudo o que ele sabe sobre a bela ruiva de óculos fofinho, é que ela é uma mãe solteira trabalhadora de Oklahoma. Mas há algo muito familiar na sua risada... algo estranho na forma como ela olha para o Capitão...

quarta-feira, 23 de março de 2016

Compilação: "When I'm Gone" e "When You're Back" de Abbi Glines



O que esta saga tem de bom, ou mau, é o facto de não conseguirmos aguentar nem mais um minuto para ler o próximo depois de terminar o anterior. Aqui como temos dois livros para casa casal, mais ou menos, sabemos com o que podemos contar, mas ao mesmo tempo ansiamos por isso. Foi o caso da história de amor de Mase e Reese.
Adorei aquele inicio em que ele é o herói da cinderela. Mase sempre me conquistou, não tanto como Rush ou Woods, mas no seu jeito de cowboy e no seu coração puro ele é um excelente espécime masculino. Logo no primeiro capítulo ele prova isso mesmo, que não nos desilude quando chega a vez dele.
Já o tínhamos visto em acção em relação à sua irmã Harlow, mas quando lhe calha a sorte ele mantém-se fiel a si mesmo.
Por sua vez Reese não foi das minhas personagens femininas preferidas, mas confesso que começo a achar que sou eu que ando muito exigente para as escolhidas para os meus meninos, ou os meninos de Abbi Glines, e que lhes perdoo-o tudo e a elas nada.
Esta, de facto, parece-me ser das personagens mais sofridas e com um passado mais negro e aí criei muita empatia para com ela, mas a sua auto-estima, a maneira como ela lida com qualquer coisinha que Mase faça ou diga começa a irritar, porque Mase é tão puro e ela devia ser a primeira a acreditar nele. Mas não! Ainda por cima influenciou a mãe de Mase e mais uns quantos personagens secundários que por ali andaram. Por isso no segundo livro, When You're Back, ela aprende a lição mas só mais para o final.
A questão do problema dela acrescentou algo mais à história, o que foi positivo, mesmo acrescentando ainda mais drama em volta desta personagem. Achei que ela aprendeu rápido de mais, o que não pareceu nada realista, mas como não sou terapeuta da fala nem nada parecido não vou julgar ainda mais. A personagem de Capitão, o meio-irmão de Blair (para quem não se lembra aparece quando ela foge para o barco do pai e ele aparece e mete-se com ela), para mim foi uma surpresa porque já não me lembrava de tal pessoa. Para além disso é uma personagem algo "agressiva" para o casal amoroso que acrescentou mais dúvidas onde já as haviam em grande quantidade. Ainda veio fazer o mesmo, mas esta sempre acrescentou uns sentimentos mais picantes em termos de irritação para uma história que me começava a parecer demasiado melodramática. Assim sempre abanou um pouco as coisas.
Nan também continua a mesma, mas sinceramente com o que ela fez por Harlow pensava que ela já estaria melhor, mas não, víbora como sempre.
Depois no fim do primeiro livro aparece milagrosamente o pai de Reese e a sua família! Passo em falso aqui da nossa autora... que coisa mais cliché e mais morna. O que acaba por representar toda a história que para além daquele inicio sexy e de algumas cenas mais picantes não passou disso.
De resto, em termos de cenários, houve uma mudança de Rosemary Beach que talvez tenha sido um aspecto positivo, mas como sou fã desta praia e dos que lá vivem senti um pouco a falta.

Sinopse aqui

Sinopse aqui

sábado, 12 de março de 2016

Compilação: "The Vincent Boys" e "The Vincent Brothers" de Abbi Glines



Ora cá estamos a começar uma nova saga da minha autora do momento. Como podem ver não me consigo fartar e apesar de Breath me ter dado um balde de água fria neste vicio eu não desisti e fui buscar outro para me aquecer novamente.
The Vincent Boys é o primeiro livro da trilogia com o mesmo nome, mas de momento a escritora só escreveu os dois primeiros, já lidos aqui por mim. Mas vamos concentrar-nos neste primeiro volume por agora.
Ora ao contrário de Breathe voltamos a uma geração pré-faculdade que considerei new adult apesar de nenhum deles trabalhar, só o nosso sexy Beau mas porque é pobre. Ora aqui está um ponto que nos começa a afastar e diferenciar da saga Rosemary Beach. Aqui o galã não é rico, nem tem empregadas nem pais malucos, nem casas gigantes à beira-mar. Beau tem o seu físico, que chega perfeitamente para nos cativar, e tem a sua carrinha.
Abbi Glines foi esperta ao colocar-nos primeiro o prólogo para lermos. Aqui nestas poucas páginas iniciais ela introduz-nos logo a um Beau mais jovem e que começa a ver a nossa Ashton de maneira diferente. Mostra-nos portanto a sua inocência e o seu coração.
Mostra-nos também a infância deste trio que nos vai fazer perdoar muita cena futura.
As referências católicas para mim foram um ponto negativo. Nada contra o pai de Ash ser pastor, mas as descrições das cenas na igreja não me cativaram propriamente.
O pior de tudo foi a ausência de descrições sexuais. ora depois de lermos uma saga como a de Rosemary Beach a autora dá-nos este primeiro volume tão... casto? Então e o ponto alto é referido daquela maneira e... acaba o capítulo? Movimento errado! Ao menos descreve como a Nora Roberts: palavras mais vagas e pouco específicas, mas o leitor percebe o que se está a passar e usa a imaginação para completar a cena. Agora não falar sobre isso quando é algo tão importante numa relação acho que foi péssimo!
Apesar de Beau ser o típico bad boy com coração mole, houve altura em que o achei demasiado mole em relação a Ash e a Sawyer. Parecia mesmo que não queria lutar pela relação e que se importava mais com o amigo que com o amor da sua vida. Nada atractivo portanto. Eu cá gosto de homens que lutam pelo que querem. Aqui quase todas as decisões foram deixadas para a personagem feminina.
Outra parte que não gostei foi do facto desta relação ter evoluído quando o terceiro elemento ainda estava envolvido, mas quando Sawyer não defendeu Ashton eu fiquei mesmo desapontada. Desapontada com o personagem e não com as cenas de agressão, que foram um dos momentos altos do livro apesar de fazerem sofrer a personagem. O envolvimento das personagens secundárias aqui foi cinco estrelas e mostram muito bem o realismo dos acontecimentos. Mais realismo, mas empatia do leitor.
A relação com os pais foi algo um pouco morno e que poderíamos dispensar, mas se a história fosse só sobre estes três também se tornava enjoativa. Ponto a favor. O mesmo em relação aos pais dos Vincent. A revelação contribuiu para acabar com alguma da perfeição em volta de Sawyer que já irritava um pouco.
Como podem ver este romance não foi dos meus preferidos e ao lê-lo não me animava em nada. O meu pensamento era: pelo menos é melhor que o Breathe.
O que vale é que The Vincent Brothers, o volume seguinte, salvou o dia e a noite e tudo e mais alguma coisa. Aqui já reconheci as histórias de Abbi Glines que eu gosto tanto. E apesar de não haver assim tanta descrição de certos momentos, houve muitas cenas quentes e sexys que nos mostraram a atracção entre o casal. As cenas mais dramáticas também foram a cara da autora. Aliás, este romance, ou a história base dele, foi muito semelhante à de Paixão sem Limites, porque temos as escolhas do personagem masculino em relação à personagem feminina, temos a fuga desta e temos a espera e depois a procura de um pelo outro. Ah e temos o perdão.
Aqui, apesar de não gostar, o inicio da relação de Sawyer e Lana acaba por ser um pouco fútil, tanto um porque só lhe interessa o copo e fazer ciúmes a Ashton e o outro porque mudou o seu exterior para chamar a atenção de Sawyer. Isto, torna mais uma vez, a história mais real, porque muitas relação de amor começam numa atracção como esta.
A cena do desporto aquático acho que se deve ter perdido um pouco na tradução, porque eu não percebi quase nada do que se passou, excepto as pernas dela à volta da cintura dele.
Em relação ao final ainda estou um pouco indecisa. Por um lado gostei de conhecer o futuro deles, ou pelos menos aqueles momentos, mas por outro pareceu-me que escrever duas ou três páginas para cada momento soou algo vazio e forçado, como se fosse para dar um ponto final ainda mais definitivo aos dois volumes.
A contribuição de Ethan também ainda está na corda bamba em relação à minha opinião. Gostei dele no inicio, mas depois parece que foi usado pela autora só mesmo para resolver a questão do desaparecimento de uma certa personagem. E na cena da água não gostei muito da atitude do casal para com ele, fora nas cenas anteriores que foi parecido.
Em ambos os livros há uma personagem que muda de santinha para, digamos assim, mais descontraída. No primeiro caso é Ashton e no segundo Sawyer. Essa mudança também dinamiza um pouco as histórias, como se elas precisassem de ser mais mexidas.
Outra coisa que gostei (isto até vai parecer mais) foi a violência. Há murros (muitos), rasteiras, bulling, etc. Assim além de bad boys temos bad girls e uma certa bad story, se me compreendem.
O terceiro livro pelos vistos vai ser uma prequela, mas sinceramente prefiro acabar por aqui do que calhar um livro tipo Rush que vai estragar a classificação destes dois.

Ashton está farta de ser boa, de impressionar os seus pais e de se fazer a namorada perfeita de Sawyer Vincent. Sawyer é perfeito, o Principe Encantado, mas quando ele sai da cidade durante o verão, é o seu primo Beau que salta à vista de Ashton. Beau é o rapaz mais sexy que ela já viu, e mesmo sendo perigoso, Ashton é atraído para ele.
Beau ama o seu primo como um irmão, portanto a última coisa que ele quer é atirar-se à miúda de Sawyer. Ashton está fora dos limites, absolutamente. É por isso que ele faz o seu melhor para manter a distância, apesar de ele estar apaixonado por ela desde sempre. Quando Ashton quer reactivar a sua amizade de infância na ausência de Sawyer, Beau sabe que deve responder não.
Ashton and Beau não querem magoar Sawyer. Mas quanto mais eles tentam se afastar um do outro, mais intensa a atracção fica. Está ficando cada vez mais dificil de resistir.
Tentar que um rapaz caia a seus pés por ti não é fácil. Especialmente quando ele esteve apaixonado pela tua prima por tanto tempo que não se lembra.
Lana sempre viveu a sua vida à sombra da sua prima. Ashton sempre tirou óptimas notas, tem imensos amigos, e parece-se com uma modelo perfeita. E sempre teve Sawyer Vincent - o único rapaz que Lana sempre quis - pela mão. Mas agora as coisas são diferentes. Lana tem uma hipótese para fazer com que Sawyer a veja, e vai aproveitá-la. Se ele ultrapassasse Ashton - porque Lana está farta de ser a segunda escolha.
O coração de Sawyer está partido. Ele perdeu a sua miúda para o seu melhor amigo. E então Lana chega à cidade. A prima de Ashton sempre foi doce e calada, mas agora ela está linda também. Sawyer não sabe se Lana consegue curar o seu coração, mas passar tempo com ela vai ao menos causar ciúmes a Ashton.

O que começa com um cuidado namorisco transforma-se num jogo de sedução.

domingo, 6 de março de 2016

Opinião Young-Adult: "Breathe" de Abbi Glines



Primeiro que tudo, as traduções tinham mais erros que o normal, o que pode ter prejudicado este romance.
O inicio do namoro entre o casal protagonista foi demasiado inocente para alguém inexperiente mas com 17 anos e alguém experiente.
O namoro começou sem sequer um beijo, logo tornou-se pouco credível, porque a ausência de afectos continuou. Ok, não foi bem ausência, mas houve muita escassez, se bem me lembro no máximo 3 beijos na boca e deram as mãos outras 3? No livro todo! A autora contribuiu ainda mais porque não desenvolveu muito os poucos momentos que eles estão juntos.
Ao contrário da saga Rosemary Beach, esta pareceu-me mais parada e menos entusiasmante. Se aquele elemento viciante - um romance cheio de atracção e amor entre as personagens que transparece para fora do ecrã (neste caso). A própria ilha nem foi descrita, só sabemos que há casas luxuosas e uma praia.
Não há grande elemento de protecção dele em relação a ela. Há o do ciúme, mas também com Marcus sempre a rondar, se não houvesse é que era de estranhar.
A introdução da irmã de Marcus, Amanda, na história também foi meio forçada. Não percebi o objectivo. Ainda por cima Sadie sempre foi ignorada por ser tímida e reservada e de repente já tem amigas?
A questão do fim do verão também foi demasiado abordada. Tanto que cansa.
Sadie parece demasiado insegura e faz-se de mártir do inicio ao fim. No fim tem mais razão para isso, mas no inicio com uma mãe daquelas... Haja paciência. O facto de se fazer humilde quando toda a gente a "relembra" que é linda e inteligente e etc mostra-a como uma daquelas personagens sonsas, tipo Bella do Twilight.
Em relação à mãe, começou a ser descrita como se fosse uma mãe adolescente, quase da idade da filha. Mais para o final, quando o drama aumenta ainda mais, lá existe uma muito pequena mudança que melhora um pouco, mas que depois é estragada completamente mais para o final. Digamos que esta personagem só está ali para dar razões aqui à Cinderela para ser como é.
As restantes personagens secundárias serviram para o mesmo. Acho que só Marcus é que teve alguma utilidade para o romance em si. De resto, nem quando Mary aparece e salva o dia, e coitada da senhora, a personagem se revelou mais para mim.
Talvez eu tenha começado esta saga com expectativas muitos altas já que sou fã da outra. Talvez compare demasiado este livro ao Kiro's Emily, visto que se trata de uma relação com uma estrela de rock. Acontece que esta comparação trás nota muito negativa a Breathe. Aqui tudo parece demasiado emocional ou sem emoção nenhuma. Não há aquele meio termo. Achei por isso este romance muito falso, muito ao estilo de novela mexicana e sem aqueles ingredientes que referi no inicio.
O amor à primeira vista não me convenceu e, na minha opinião, só se vê alguma coisa no final.
Este final foi talvez o que salvou este romance. O que aconteceu a Sadie e mantê-la calada durante um período para dar hipóteses a outra personagem mostrar o seu coração valeu a pena.
Resumindo, este primeiro livro foi uma desilusão e estou reticente em pegar nos restantes.




O trabalho de verão de Sadie White é na praia, mas não será como nadador-salvador. Desde que a sua mãe engravidou e se recusa a trabalhar, Sadie terá que trabalhar como empregada doméstica para uma família rica numa ilha próxima.Quando a família chega para as suas férias de verão, Sadie é surpreendida ao saber que o dono da casa é Jax Stone, um dos roqueiros adolescentes mais atraentes do mundo. Se Sadie fosse normal - se ela não tivesse passado a sua vida tomando conta da sua mãe e da sua casa - talvez ela estivesse excitada em trabalhar para uma estrela do rock. Mas ela não é.Apesar de Sadie não se impressionar com a fama de Jax, ele está atraído por ela. Tudo sobre Saie fascina Jax, mas ele luta contra essa atracção: relacionamentos nunca funcionam no seu mundo, e por muito que ele queira Sadie, acredita que ela merece melhor. Há medida que o verão corre, a paixão de Jax deixa-o sem folgo - e Sadie é como a sua única fonte de oxigénio.Pode o seu amor ultrapassar as disparidades das suas vidas? Um fôlego de cada vez, eles vão descobrir...

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos