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sábado, 18 de novembro de 2017

Chegou à Despensa: ''Without Merit'' de Colleen Hoover





Como tenho comprado muito pouca coisa, venho aqui mostrar mais uma aquisição de Outubro que já chegou há umas boas semanas.

Este hardcover custou-me uns bons 20€. Ainda estive em dúvida para comprar pois não estou habituada a dar tanto dinheiro por um livro mas é Colleen e portanto acho que vai ser bom.

É um livro muito bonito e adoro a conjugação do branco com o rosa. Se não conseguir ler em Dezembro, fica para Janeiro do próximo ano! 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Doce do Momento/Ponto da Situação: ''After 1'' de Anna Todd



Finalmente comecei a ler esta série depois de pensar bem se realmente queria ler ou não.

Ouvi muitas opiniões positivas mas também muitas opiniões negativas e bem, está a acontecer aqui que já esperava. O livro é viciante e muito fácil de ler, diria mesmo que 80% do livro são diálogos mas a história é desgastante e anda no enrola e não desenrola! 


Já passei mais de meio (o 1º livro e quase todos os outros tem mais de 500 páginas). Comecei a ler ontem e hoje já vou quase na página 400. Como vos disse lê-se bem mas percebe-se que é uma fanfiction e pior de tudo é que muita coisa devia ter sido cortada. A autora descreve tudo, mesmo acções que não interessam nem ao menino Jesus tipo e passo a citar: ''Depois de uma pausa na sanita, (...)''. WTF. Porque raio é preciso dizer que a personagem foi ao wc? o_o

Digo a sério que este livro com uma edição mesmo bem feita nem chegaria a 300 páginas. Acho que hoje não devo pegar-lhe mais, preciso de descansar a minha cabeça deste casal tóxico. 

Fui ler reviews do 2º livro e para piorar, quem adorou este primeiro não gostou tanto do segundo. Estou feita!! 


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Opinião Contemporânea: ''Sempre foste tu'' de Carrie Elks




Antes de dar a minha opinião sobre este livro, digo-vos que sou a ovelha negra em relação ao mesmo porque vejo toda a gente a dar 4 e 5 estrelas a este mas eu de facto não gostei (muito...vá!).

Como tive boas experiências com os romances que a Planeta lançou este ano (cito: ''Sinto a tua falta'' e ''Antes de ires'') dei também uma hipótese a este livro mas as minhas expectativas não foram de todo superadas. Primeiro defeito que encontro é o facto de o livro nem ter 300 páginas mas passam-se ''mil anos'' na acção. O livro começa em 1999 com a protagonista - Hannah Vincent - com 18 anos e termina com ela a um ano de completar 40! Isto tudo em menos de 300 páginas. O início então é quase um capítulo por ano mas vão havendo vários saltos temporais para o tempo andar mais depressa.

Eu não me importo com livros em que o casal demora eternidades para ficar junto, desde que a narrativa seja algo com pés e cabeça. Aqui achei tudo muito apressado, parecia que a autora estava com pressa para acabar o livro. Se queria que o livro percorresse tantos anos, escrevia mais páginas, ou então a linha temporal não tinha de ser tão grande mas adiante.

As personagens começam um pouco rasas, sem grande personalidade. A que tem maior evolução é a Hannah e no fim até tem umas atitudes acertadas. O par romântico não me convenceu muito, achava os diálogos deles muito fraquinhos, aliás achei a escrita um bocado amadora, não sei se este também foi o primeiro livro que a autora escreveu mas já vi que ela tem muitos mais livros, pode ser que os outros sejam superiores. 

Falando em pontos positivos: Gostei do facto de a Hannah e o Richard começarem com amigos e só depois tornarem-se num casal. É sempre mais giro ver a evolução de amizade para amor do que um amor repentino, porque como já se conhecem, a dinâmica entre as personagens é logo diferente. Gostei também que o romance se passasse em Inglaterra, França e a cidade de Nova Iorque. Outro ponto onde é dado destaque é a música, como a Hannah trabalha com bandas, temos algumas referências a bandas e músicas do género pop-rock. 
As personagens secundárias também não são más, gostei do Tom e gostei que a autora não criasse um triângulo amoroso muito evidente. 
A capa também está muito gira e dentro do género. 

Resumindo, eu até percebo o porquê de gostarem tanto deste livro mas para mim foi um livro muito banal e com uma história que não me cativou por aí além. Talvez tenha o lido numa altura má, consequente de leituras fantásticas mas mesmo assim aconselho, pois é um romance simples e que sei que vai de encontro ao gosto de muitas leitoras deste género.


Pode a pessoa que lhe partiu o coração ser a única a curá-lo?
Na véspera de Ano Novo, 1999, Hanna e Richard conhecem-se e a atração é imediata, mas os seus mundos são muito diferentes. Ela é inglesa e tem planos para uma carreira no jornalismo, ele é filho de um rico norte-americano e está destinado a Wall Street. Hanna e Richard voltam às suas vidas, mas mantêm o contacto.
Até ao dia em que se encontram em Nova Iorque e tudo muda. Depois de uma noite apaixonada, tentam fazer as coisas funcionar, mas nenhum deles imagina as formas como o o amor de ambos será desafiado.
Quinze anos depois, nenhum deles suporta ouvir o nome do outro. Até que um dia Hanna irrompe pelo escritório de Richard e revela-lhe um segredo explosivo. Richard tem de decidir se a perdoa, e ambos precisam de decidir se dão uma segunda oportunidade à felicidade ou se a sua história de amor já acabou.
Vale a pena dar uma segunda oportunidade ao amor?

 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Chegou à Despensa: ''After: Depois do Desencontro" de Anna Todd



Bem este chegou porque por 2.95€ não consegui não comprar.

Não tenho mais nenhum em papel mas não me incomoda muito se não arranjar os outros, posso perfeitamente depois trocar ou vender este.

Eu adoro estas capas são tão giras! 

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A Sair do Forno: ''Foste sempre tu'' de Carrie Elks


A rentrée literária começa...

Pode a pessoa que lhe partiu o coração ser a única a curá-lo?
Na véspera de Ano Novo, 1999, Hanna e Richard conhecem-se e a atração é imediata, mas os seus mundos são muito diferentes. Ela é inglesa e tem planos para uma carreira no jornalismo, ele é filho de um rico norte-americano e está destinado a Wall Street. Hanna e Richard voltam às suas vidas, mas mantêm o contacto.
Até ao dia em que se encontram em Nova Iorque e tudo muda. Depois de uma noite apaixonada, tentam fazer as coisas funcionar, mas nenhum deles imagina as formas como o o amor de ambos será desafiado.
Quinze anos depois, nenhum deles suporta ouvir o nome do outro. Até que um dia Hanna irrompe pelo escritório de Richard e revela-lhe um segredo explosivo. Richard tem de decidir se a perdoa, e ambos precisam de decidir se dão uma segunda oportunidade à felicidade ou se a sua história de amor já acabou.
Vale a pena dar uma segunda oportunidade ao amor?


Sai dia 6 de Setembro! 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Opinião New Adult: "Isto Acaba Aqui" de Colleen Hoover



Não, ainda não foi desta que dei cinco estrelas a um romance de Colleen Hoover. Não percebo se é pelas expectativas serem tão grandes, mas de facto este não foi o tal. Continuo, porém, super fã desta escritora. Ela de facto tem um dom para a empatia e até para a atracção entre personagens, sabendo muito bem como o transmitir, tanto nas descrições como nos diálogos.
Também neste livro podemos encontrar muitos exemplos de humor e cenas caricatas, mesmo sendo um romance com tão grande peso emocional. Tanto estamos com vontade de rir (e rimos mesmo) como estamos com vontade de chorar (e às vezes também acontece).
O facto de não ter adorado tanto como a maioria dos leitores foi talvez culpa da previsibilidade da história, pois o romance com Ryle foi sempre tão perfeito, mas ao mesmo tempo cheio de mistério.
Gostei da maneira de pensar de Ryle e percebe-se a afinidade entre eles, mas o avanço quase romântico dele (ou sexual) pelo menos foi um tanto exagerado. E quando finalmente o conhecemos melhor então aí é que acabou a piada toda. A arrogância dele não é um ponto a favor, mas torna-o mais real.
Agora o que mais gostei neste livro e que foi, para mim, o ponto principal e que vai fazer com que nunca mais me esqueça desta obra, foi a maneira como a autora conseguiu transmitir o que se passa na cabeça destas mulheres. Que passam por isto. E que continuam. Eu confesso ser uma dessas pessoas que julgava estas mulheres, mas depois desta leitura posso dizer que mudei e que compreendo muito mais. Claro que o facto de compreender não me faz aceitar facilmente porque continuo a ter a minha opinião forte em relação a este ponto. Mas pelo menos, quando alguém me contar uma história destas, os meus pensamentos já não vão ser tão críticos, nem as minhas acções tão precipitas. Um ponto muito positivo para Colleen Hoover!
E por isto tudo Lily foi umas das minhas personagens femininas preferidas. Foi difícil entendermo-nos, mas no final creio que ao fechar o livro me senti ligada a ela. Aquele final foi perfeito para este livro quase perfeito.
Para além do romance super excitante inicial, para além da temática central, adorei a geometria de toda a história. Aqueles cenários que se iniciam logo no primeiro capítulo, em cima daquela alpendre no telhado, são tão bons que nos apetece ir lá, porque talvez consigamos sentir estes sentimentos que estas páginas nos fazem sentir de forma ainda mais intensa!
No final de tudo terminei apaixonada pela personagem Atlas. Eles sempre são muito bons (boas pessoas, claro), mas Atlas fica-nos no coração sem dúvida. Este apesar de pouco protagonismo ao longo do livro, acaba também por sofrer do mesmo de Ryle: previsibilidade. De qualquer forma, compensa nas suas atitudes e conquista-nos do inicio. Só gostava que Colleen lhe tivesse colado um defeito! Mas não... Nada... Niente...
Sendo assim, fico contente por ter demorado tanto a escrever esta opinião. Isto Acaba Aqui não é um livro fácil de digerir e por isso as palavras não iriam surgir e nem iria conseguir escrever metade do que coloquei aqui. É necessária muita meditação e pensar bem no que lemos. Assim, tanto tempo depois os batimentos cardíacos já diminuíram e podemos escrever algo sem a garganta apertada.

Sugestão: Leiam o extra da autora. A sua explicação vai ainda fazer mais diferença em toda a leitura, mas cuidado porque vão admirá-la muito mais e ela vai subir na tabela para bem próximo do topo.
"E não se trata de um ressonar ligeiro, como quem se deixou dormitar. É um ressonar de quem está bem a meio da fase REM do sono."
pág. 69 linha 17
P.S. - Na sinopse diz que tem 25 anos, no primeiro capítulo diz que tem 23. Não sei se foi lapso ou se percebi mal.
O que te resta quando o homem dos teus sonhos te magoa? Lily tem 25 anos. Acaba de se mudar para Boston, pronta para começar um nova vida e encontrar finalmente a felicidade. No terraço de um edifício, onde se refugia para pensar, conhece o homem dos seus sonhos: Ryle. Um neurocirurgião. Bonito. Inteligente. Perfeito. Todas as peças começam a encaixar-se.
Mas Ryle tem um segredo. Um passado que não conta a ninguém, nem mesmo a Lily. Existe dentro dele um turbilhão que faz Lily recordar-se do seu pai e das coisas que este fazia à sua mãe, mascaradas de amor, e sucedidas por pedidos de desculpa.
Será Lily capaz de perceber os sinais antes que seja demasiado tarde? Terá força para interromper o ciclo?

Origem: "Angélica & Lorenzo" de Lettie S.J.


Gostam ao natural ou com mais zoom??


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quinta-feira, 6 de julho de 2017

A Sair do Forno: "Angélica e Lorenzo" de Lettie S.J.




Um amor escrito nas estrelas e o encontro de dois amantes num fulgor magnético que nada nem ninguém poderão separar. Um romance sensual, erótico, com protagonistas jovens (17 e 19 anos), que aborda problemas muito actuais, como o bullying e a violência no namoro, mas numa história irresistível, verosímil e de leitura imparável. A acção passa-se perto do Porto - na cidade da Póvoa de Varzim (onde a autora mora) e tem a originalidade e a força de ter como protagonista um par romântico muito jovem e de nacionalidades diferentes:- uma brasileira com um português-italiano.

Sai dia 19.

P.S. O que raio é um fulgor magnético? 🙄 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Primeiras Impressões: "Isto acaba aqui" de Colleen Hoover





E já chegou um dos lançamentos mais aguardados deste mês! 

Obrigada Topseller!

Adoro que tenham mantido a capa original! Adoro as cores e gosto de como ficou o título em português.

Estou muito ansiosa por ler, mal acabe o livro que estou a ler agora, vou começar este!

Por dentro o livro não tem nada de especial. Vai ser o 6º livro da autora mas nunca consegui dar 5 estrelas a nenhum, espero que seja desta!

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A Sair do Forno: "Isto acaba aqui" de Colleen Hoover




Mais um livro da Colleen a chegar cá!

A Topseller já confirmou que em Maio  teremos em português "Isto acaba aqui", o mais recente livro da autora lançado lá fora. 

Grande Vencedor do Prémio Goodreads Melhor Romance de 2016
O que te resta quando o homem dos teus sonhos te magoa? Lily tem 25 anos. Acaba de se mudar para Boston, pronta para começar um nova vida e encontrar finalmente a felicidade. No terraço de um edifício, onde se refugia para pensar, conhece o homem dos seus sonhos: Ryle. Um neurocirurgião. Bonito. Inteligente. Perfeito. Todas as peças começam a encaixar-se.
Mas Ryle tem um segredo. Um passado que não conta a ninguém, nem mesmo a Lily. Existe dentro dele um turbilhão que faz Lily recordar-se do seu pai e das coisas que este fazia à sua mãe, mascaradas de amor, e sucedidas por pedidos de desculpa.
Será Lily capaz de perceber os sinais antes que seja demasiado tarde? Terá força para interromper o ciclo?


Quem vai querer ler? o/
Sai dia 15!! 

terça-feira, 4 de abril de 2017

Opinião Contemporânea: "Confesso" de Colleen Hoover



Sem final e sem continuação? Afinal como é que ele a conhecia? Estas e mais umas poucas foram respostas que ficaram pendentes em Confesso.

Graças à escritora, que ultimamente só coloca coisas relacionadas com a série ou filme deste livro no Facebook, acabei por ver o teaser. Quem me mandou?! Além de spoilers, porque ainda não tinha chegado àquela certa parte, a imagem dos actores infiltraram-se na minha mente e já não consegui imaginar os personagens à minha maneira. Além disso, não sei se é graças ao guião ou ao jeito deles, achei a cena péssima, sem química alguma da que lemos no livro. Ok, os personagens falam pouco e a autora descreve mais os seus pensamentos e sentimentos que o resto e por isso parece que falta ali algo, mas de qualquer forma acabou por influenciar a minha leitura e acabei por não sentir química alguma entre eles. Péssimo!

De qualquer forma gostei da ideia das confissões, mas detestei a profissão de Owen. Não sei porquê, já nos romances de Nora Roberts, quando algum deles é pintor ou artista nunca simpatizo com a personagem. Por outro lado, gostei do outro lado de Owen, mas só depois de conhecer os seus segredos e o que ele fez para se sacrificar. Muito altruísta.

Gostei das cenas cheias de tensão com Trey. Ao menos conseguiu alguma reacção da minha parte, já que achei as cenas bastante reais. Definitivamente, ele é um dos maus da fita, mas que ganha à mãe pela sua imprevisibilidade. Nunca sabemos se ele se vai alterar ou não.

Gostei do final, da relação entre Owen e o pai, tal como da personagem Emory. Aparece pouco (mais uma vez lá na série parece que ela está sempre presente), mas a pouca contribuição dela foi muito boa.

Acabei por ficar um pouco desiludida pela maneira como tudo se resolveu. Nada de original, o que não é nada normal nas obras de Colleen Hoover. E depois ainda há aquele fim que não é final que falei no inicio.
Em contrapartida, adorei o inicio, apesar de ser muito triste. O mesmo não digo do desenvolvimento.

É de referir, que as cenas de sexo são raras. Não quero dizer com isto que é o principal ou que se não as houver que o livro não presta, mas como digo, faltou um pouco de acção nesta história, onde é tudo muito dramático e trágico, com uma personagem feminina com muito baixa auto-estima que depois é tornada heroína.

Apesar de todos os pontos negativos que referi, acabei por dar pontuação igual aos outros, porque a escritora sabe escolher as temáticas e de facto tem jeito para as descrições sentimentais. Ela só perde no comprimentos do texto, que faz com que a nossa mente se distraia facilmente.

Auburn Reed tem toda a sua vida planeada. Não há espaço para erros ou imprevistos. Até que, um dia, entra num estúdio de arte e conhece Owen Gentry, o enigmático artista dono do estúdio. Auburn sente, de súbito, que algo muda dentro dela e decide deixar-se levar pelo coração.
Owen, contudo, guarda segredos que não quer ver revelados. As escolhas do seu passado não parecem permitir-lhe um futuro livre, e Auburn tem demasiado a perder se decidir lutar por ele. A única forma de não pôr em risco tudo o que é importante para si é deixar Owen. Confessar é tudo o que ele tem de fazer para salvar a relação de ambos. Mas, neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva do que o próprio pecado.
Será o amor capaz de sobreviver à verdade?

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Opinião Contemporânea: "Enlaçados" de Emma Chase



Em Enlaçados, houve mais algumas cenas muito engraçadas, mas o romance entre Matt e Dolores não me entusiasmou como o de Kate e Drew (opinião dos dois anteriores aqui).

Houve umas cenas, em que Matt estava à porta de Drew que não me lembro de serem referidas nos outros livros, o que acabou por ser algo estranho. De resto o romance de Matt e Dolores, como já era meio conhecido, pois podemos acompanhar algumas partes nos dois livros anteriores, foi um pouco menos entusiasmante, mas Dolores é de facto uma personagem muito interessante, que compensou tudo o resto. Matt por seu lado primou pela sua insistência na conquista do amor dela e fez tudo certinho a meu ver. Neste terceiro volume quem deu os passos errados foi a personagem feminina para variar - mais um ponto positivo para a escritora.

Um dos pontos negativos de Dolores foi quando decidiu levar para casa aquele estranho. Por muito que não quisesse assentar ou dar razão a Matt, a atitude dela não foi em nada correcta, muito menos quando depois sabemos o seu Passado.

Não sei se vou ler o quarto livro, porque ao terminar o segundo dei por encerrada a história do primeiro casal, e por isso a curiosidade sobre mais da vida deles neste momento é nula.

Ele é sedutor e um apaixonado pela vida. Ela é sensual e determinada. Nenhum dos dois quer assumir um compromisso. Mas estarão os seus destinos enlaçados?
Matthew Fisher é um banqueiro bem-sucedido, posição que lhe permite desfrutar dos prazeres materiais e morar num apartamento com vista para o Central Park. Matt sempre foi um sedutor e um mulherengo incorrigível. Ele admite que, enquanto não encontrar a «mulher certa», se vai divertindo com todas as «mulheres erradas». Apesar disso, ele quer assentar. Delores Warren é uma mulher diferente. O seu trabalho como engenheira espacial não a impede de ser sensual, extravagante e espontânea. Dee (como é conhecida) é decidida, principalmente no que respeita aos homens. Por ter vivido uma sucessão de relações que correram mal, resolve desistir dos compromissos sérios e aproveitar apenas os encontros casuais pelas noites de Nova Iorque.
Quando se conhecem, Matt acredita que encontrou finalmente a pessoa certa. Conseguirá ele fazê-la mudar de ideias e levá-la a aceitar um relacionamento sério.

domingo, 2 de abril de 2017

Doce do Momento: "Um Caso Perdido" de Colleen Hoover



E começa aqui o meu primeiro Lanche em Boa Companhia.
Às vezes, descobrir a verdade pode te deixar com menos esperança do que acreditar em mentiras... Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la. E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.

sábado, 1 de abril de 2017

Opinião Contemporânea: "Amor Cruel" de Colleen Hoover



Esta opinião foi facílima de escrever. A opinião deslizou muito bem para as teclas, tanto que quando olhei bem para o que tinha escrito até me espantei.
Aqui o principal foi que o fim foi melhor que todo o resto.
Ao contrário dos outros, a história/segredo vai-nos sendo contada desde o inicio, sendo intercalada com os capítulos de Tate. A maior parte do tempo não gostei muito destes capítulos do Passado de Miles, porque a empatia para com ele só vem muito depois. O personagem não se deixa conhecer assim tão bem e por isso a sua história, contada de uma forma diferente, não me cativou. Mas, mais para o fim, quando as coisas estão mais desenvolvidas, então aí encontrei uma razão para aqueles capítulos, que mais se assemelharam a "palha literária". Ainda agora acho o mesmo, porque ainda continuo a pensar que todos podiam ter sido resumidos em metade ou menos. Mas assim, sempre acabamos por encontrar pontos em comum que nos mostram que estávamos com atenção ao longo daquelas páginas.
Continuo com o problema dos nomes!! Definitivamente não gosto destas escolhas.
"Eu estou presa na parede. Acho que ficarei aqui para sempre. Eu sou o papel de parede agora. É isso. É tudo o que sou.
"Nós não devíamos ter feito isto", diz ele. A sua voz é firme. Dura. Como metal. Como uma espada.
"Eu não me importo," digo. A minha voz não é firme. É como líquido. Evapora."
Dos quatro livros que li até agora, este foi o personagem masculino que menos gostei. Sim, ele tem razões para ser assim, e tem imensos outros pontos a seu favor (por exemplo aqueles olhos), mas mesmo com o seu Passado já revelado a minha empatia com Tate foi muito maior e por isso o sofrimento actual dela afectou-me muito mais que o sofrimento passado dele.
Tenho que referir que tenho um problema com os livros desta escritora! Até agora li quatro e se me perguntarem qual o meu preferido não saberei dizer. Estão os três, excepto o Talvez Não, no mesmo patamar pois todos eles têm estruturas diferentes, drama aos pacotes, amor a transbordar e muita, mas muita química! Esta última não é fácil de transcrever como parece e na minha opinião, posso contar pelos dedos as escritoras que eu conheço que o conseguiram. Se não estiver presente, nenhum romance vai surtir o efeito base que se pretende.
Os últimos dois parecem ter mais texto desinteressante, talvez porque no primeiro ainda não conhecia a escrita da autora e por isso o encanto e a concentração eram muito maiores. Agora que já comecei a conhecer melhor, começo a conseguir filtrar o mais leve para me focar no mais pesado, que são sempre os momentos dos confrontos, tanto físicos como psicológicos. De facto, o que Colleen tem de melhor é mesmo os seus livros serem tão diferentes uns dos outros, tal como as histórias, mas a carga emocional dos seus personagens, a sua bagagem, as suas relações e conexões estarem sempre no pico mais alto do gráfico. Tão diferentes mas tão parecidos.
""O amor nem sempre é bonito, Tate. Algumas vezes tu gastas todo o teu tempo esperando que finalmente seja diferente. Algo melhor. Então, antes que saibas estás de volta ao primeiro quadrado, e perdeste o coração algures pelo caminho.""
Em Amor Cruel, por exemplo, não há mal entendidos, tudo é-nos apresentado de forma transparente do inicio ao fim. Por um lado é bom, já que já nos tínhamos habituado a isto nas obras anteriores, mas por outro não vamos ter aqueles picos de tensão e emoção que nos davam uma taquicardia. O que penso é que a escritora compensou isso com as cenas eróticas que foi distribuindo pelos capítulos. Não são muito pormenorizados porque ela deu primazia aos sentimentos, mas a maioria também consegue o objectivo final que é não nos deixar desviar o olhar do livro.
Adorei o irmão de Tate e por isso adorava conhecer a sua história. Ian foi mais secundário e por isso a curiosidade por ele não foi tão intensa. Cap por sua vez foi uma óptima aquisição, e a sua importância na história apesar de ser prevista só foi revelada totalmente no final. Adorei conhecê-lo. Todos devíamos ter um Cap na nossa vida. O excerto em cima é dele.
Achei também os cenários um pouco monótonos. Quase toda a história se passa nos dois quartos/apartamentos.

Tate é enfermeira e muda-se para São Francisco, para casa do irmão Corbin, para estudar e trabalhar. Miles é piloto-aviador e mora no mesmo prédio de Corbin. Depois de se conhecerem de forma atribulada, Tate e Miles acabam por se aproximar e dar início a uma relação exclusivamente física. Para que esta relação exista, Miles impõe a Tate duas regras:
«Não faças perguntas sobre o meu passado. Não esperes um futuro.»
Tate aceita o desafio de manter uma relação distante, sem nenhum compromisso, nem sequer o da amizade. A relação alimenta-se assim da atração mútua entre os dois.
Miles nunca fala de si nem do seu passado, e comporta-se perante Tate de acordo com as regras que ele definiu. Será Miles capaz de desvendar o que se esconde por detrás desta necessidade tão grande de se distanciar emocionalmente dos outros?
E poderá algo tão cruel transformar-se numa relação bonita e duradoura?

Doce do Momento: "Confesso" de Colleen Hoover



Vou então para o 5º livro CH e 19º livro GR. 
Ainda não me considero fã nº1 de Colleen Hoover mas sem dúvida a senhora tem jeito e as suas histórias são feitas de suspiros.

Jovens apaixonados com demasiadas verdades escondidas. Há segredos que não devem ser revelados.
Auburn Reed tem toda a sua vida planeada. Não há espaço para erros ou imprevistos. Até que, um dia, entra num estúdio de arte e conhece Owen Gentry, o enigmático artista dono do estúdio. Auburn sente, de súbito, que algo muda dentro dela e decide deixar-se levar pelo coração.
Owen, contudo, guarda segredos que não quer ver revelados. As escolhas do seu passado não parecem permitir-lhe um futuro livre, e Auburn tem demasiado a perder se decidir lutar por ele. A única forma de não pôr em risco tudo o que é importante para si é deixar Owen. Confessar é tudo o que ele tem de fazer para salvar a relação de ambos. Mas, neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva do que o próprio pecado.
Será o amor capaz de sobreviver à verdade?

quinta-feira, 30 de março de 2017

Opinião Contemporânea: "9 de Novembro" de Colleen Hoover



Mas o que é que Colleen Hoover tem com os nomes femininos que mais parecem nomes masculinos? É que uma pessoa vai a ler a sinopse a pensar que está a ler o que se refere ao homem da história, depois aparece outro nome masculino e pensa que são gays e no final afinal era uma rapariga! Adora baralhar-nos até na sinopse esta senhora.
Não li a versão portuguesa, confesso, mas resolvi colocar aqui a capa porque ainda não percebi o que a capa tem a ver com a história. O título ok, agora a capa...
Esta história recomendada pela Mafi, como já disse no Doce do Momento, difere do que já li até agora. O facto de apenas conhecermos um dia por ano não torna o livro fraco, torna-o sim orignal. A autora consegue colocar só nesse dia muito do resto dos 364 dias que passaram sem lermos. Assim, tal como as personagens, vamos vendo uma evolução repentina de dia 9 para dia 9 e saltando logo para a parte boa, principalmente porque essa parte inclui o casal principal. Existem outras personagens, mas são todas muito secundárias.
A descrição dos sentimentos das personagens continua a ser o ponto forte da escritora, tal como incluir sempre um ou mais aspectos diferentes. Em Talvez um Dia tivemos links para músicas (acho que não referi isto na minha opinião) e agora tivemos citações e poesia. Tudo fiel aos personagens.
Outro ponto a salientar são as cicatrizes das personagens. Colleen demonstrou, e muito bem, a diferença entre as cicatrizes do interior e do exterior, mas, na minha opinião, poderia ter-se alongado um pouco menos nas cicatrizes, ou na descoberta e descrição destas, de Ben. A carta da mãe é enorme e tive que me obrigar a concentrar nessa parte, o que é estranho porque todo o livro é viciante.
"Amber geme e, em seguida, toca no meu ombro enquanto ela passa. "Apenas o perdoe," diz ela. "Glenn encontrou um membro do género masculino que realmente gosta, e se não perdoares o Ben, vais partir o coração de Glenn.
Ben e Glenn estão ambos em silêncio olhando para mim. Glenn está-me a dar um olhar de cachorrinho e o lábio inferior de Ben está saliente."
Pelo menos as lágrimas foram mais escassas, mas os momentos emotivos continuaram a ser muito intensos. Mantenham afastados os corações mais fracos!
A cena da tatuagem também não me encantou se calhar como devia e mesmo os momentos a dois deles não me pareceram de qualidade. Sim, aconteceu muito drama, principalmente a partir do terceiro 9 de Novembro, e esses são talvez os pontos altos, tal como os mal-entendidos. Acho que o principal defeito deste livro foi mesmo um pouco de palha vamos encontrando. No inicio desculpei por Ben ser escritor e depois o mesmo para a sua mãe, mas comparado com os últimos três livros que li, este foi um pouco mais "desencorajante" com tanto texto para ler.
Gostei das várias reviravoltas na história. Principalmente a primeira ou segunda (depende do que considerarem como reviravolta)! Nunca pensei!
Em relação à parte do humor, aqui é muito escasso e quando há é fraco.
Dei quatro estrelas por causa das temáticas que inclui. Tem várias o que torna tudo muito mais rico e que nos leva a pensar num dos tópicos do costumo: às vezes nem tudo o que parece o é.

No último dia de Fallon em Los Angeles, a sua vida cruza-se com a de Ben e os dois apaixonam-se perdidamente. A química que os une é tão forte e incontrolável que, apesar de Fallon estar a caminho de Nova Iorque, os dois prometem encontrar-se novamente. Os reencontros continuam durante cinco anos, sempre no dia 9 de novembro. Fallon e Ben encontram-se para construírem a sua história de amor, entre as várias relações e atribulações das suas vidas separadas. Apesar de só estarem juntos uma vez por ano, os dois envolvem-se cada vez mais e partilham um amor pleno de entrega, paixão e intensidade, capaz de os transformar e de sarar cicatrizes profundas. Cinco anos depois Fallon descobre que Ben carregou um enorme segredo durante cinco anos. O choque e a desilusão tomam conta do coração da jovem, devastada com a possibilidade de tudo ter sido uma farsa. Estarão os dois preparados para aceitar que as histórias de amor nem sempre têm um final feliz? Ou será Fallon capaz de perdoar o homem que ama?

quarta-feira, 29 de março de 2017

Doce do Momento: "Amor Cruel" de Colleen Hoover



E o vício continua.
Prefiro o título brasileiro, mas este também não está mal. Pelo menos mantiveram a imagem.
Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo... apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.
O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atracção incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.

terça-feira, 28 de março de 2017

Compilações: "Talvez Um Dia" e "Talvez Não" de Colleen Hoover



Depois de uma conversa com uma seguidora nossa, que me disse quer um certo personagem de um certo livro desta autora era parecidíssimo a outro personagem masculino que eu tinha adorado, a minha curiosidade aumentou exponencialmente em relação aos romances desta escritora. Vou ser sincera, apesar de já ter ouvido falar bem, nunca li ao pormenor as opiniões de quem leu. Sendo eu uma daquelas que vai pela capa, nenhum dos livros desta autora publicados cá em Portugal me tinha chamado minimamente a atenção e por isso nunca lhes liguei grande coisa. Mas quando comecei a pesquisar e encontrei o Talvez um Dia e li a sinopse fez-se um clique e decidi que tinha que o ler primeiro que os outros todos. E pronto, foi assim que li um ebook de 300 páginas, no meu telemóvel de 5,5'', durante o domingo, dia 26. Foi uma leitura e pêras!
Começando então pelo primeiro volume, Talvez um Dia: este livro está cheio de surpresas que nos apanham bastante despercebidas. Colleen Hoover lança umas dicas e pistas que até apanhamos, mas quando pensamos que sabemos o que vai acontecer, afinal não era bem aquilo. Pelo menos no meu caso.
Existem cinco personagens mais centrais, sendo três mais constantes: Ridge, Sidney e Warren. Depois temos Bridgette, Maggie, Toni e Hunter. Estes dois últimos, como diz a sinopse, são os traidores e Warren e Bridgette os colegas de casa.
Primeiro que tudo aviso que há muitas lágrimas, principalmente vindas de Sidney. E este foi o único ponto negativo de todo o livro. A rapariga tem razões para chorar, mas ela tanto chora na desgraça como na alegria. Passa o tempo a chorar. O que vale é que Ridge não se importa.
Não querendo entrar em spoilers e sendo muito indirecta, posso dizer que este romance abrange vários temas mais centrais, sendo alguns deles não muito habituais. Imaginem que vão ler um livro da Dorothy Koomson pela primeira vez, e só quando chegam quase a meio é que se apercebem que a personagem que está a contar tudo é preta. Aqui é algo parecido, em termos de situação, e vai-nos acontecer mais que uma vez pela mesma razão e outras por outras razões.
Todos os personagens têm uma carga pesada em termos de Passado, o que vai aumentar a empatia e juntá-la à atracção que os meninos que aqui nos aparecem nos fazem sentir. Digo desde já que homens como Ridge não existem no mundo real, mas podem haver alguns parecidos. E por isso vamos gostar imenso desta personagem, porque as atitudes dele do início ao fim vão ser do mais correcto que há.
Também como diz a sinopse, vai haver ali uma questão complicada. Sidney foi traída e não quer ser traidora e fazer aos outros o que lhe fizeram a ela, mas Colleen Hoover é "ruim" e vai colocar esta personagem e outra muito à prova. E, não bastante, perto do mim ainda dá mais uma machadada. Enfim, muitas razões para chorar por isso cuidado leitoras mais sensíveis! Esta situação não deve ser rara nos nossos dias, mas a autora descreve muito bem o sentimento das situações e foi aí que ela me conquistou. Colleen não prima pelos diálogos fáceis e fluídos, pelo contrário, aposta nos discursos longos ou é forreta nos diálogos curtos, e, para além disso, descreve imenso e esmiúça cada situação, cada sentimento. Ora para quem adora diálogos rápidos no inicio estranhei um pouco e já estava pronta para ler na diagonal aqueles parágrafos enormes, mas depois arrisquei e não é que gostei do que li e aquilo me agarrou completamente?! Portanto preparem-se para lamechice ao máximo, mas daquelas que nós, românticas, adoramos. Muito drama, muita acção também (incluindo murros), muito romance, muita faísca e atracção, daquela que até temos pena dos coitados, e muita brincadeira também (responsabilidade do Warren).
No volume seguinte e único que ainda existe por enquanto, a história que nos é apresentada é a de Warren e Bridgette, quem já conhecemos do primeiro volume mas quase nada sabemos deles.Enquanto que Ridge e Sidney seriam um casal perfeito, estes dois não o são. Parecem completamente diferentes um do outro, mas logo nos primeiros capítulos percebemos que afinal estávamos muito enganadas. Eles complementam-se também.
Aqui encontramos tanta atracção física como no anterior e como este volume tem muito menos páginas, até parece que tudo está compactado, tanto as surpresas que a autora tanto gosta de nos fazer, como as faíscas entre dois personagens. Estes momentos de alta tensão são os meus preferidos, porque fazem disparar a expectativa do momento final. E raios, se a autora na maior parte das vezes não nos faz a vontade! Tortura a 100%. Preparem os vossos corações e tomem os comprimidos para as arritmias, porque se não bem podem precisar do INEM. Ahahahahah
"- Tu beijas como se tivesses a tentar ressuscitar um gato morto. - diz ela, desgostosa.
- Tu beijas como se fosses um gato morto."
Enquanto com Ridge é só expectativa, com Warren a escritora ficou mais atrevida e podemos ler as cenas sexuais com mais pormenor e em muito mais quantidade! Os problemas da personagem feminina principal acabam por ser mais graves, mas a autora preferiu passar à frente muito rápido. Se este pequeno livro era para ser mais compacto e condensado conseguiu e o facto de ter fugido àquele assunto resultou melhor assim, dando só ênfase na insegurança dela no que toca a relações.
No final ficámos sem saber afinal acerca do tal filme porno!
"- O que diabos estás a fazer? - Brennan pergunta.
Eu pressiono a minha anca contra o colchão para que possa gesticular de volta para eles. - Bridgette e eu vamos morar juntos.
Ridge e Brennan entreolham-se, depois de volta para mim. - Mas... vocês já moram juntos. - diz Brennan."
No final foi um livro muito fofo, sem grandes dramas e cheio de cenas divertidas. Incluindo o miúdo morto!! Ahahahah Melhor cena de todas.
Espero que saia mais algum volume e torço para que seja sobre Brennan que infelizmente prometia muita coisa, mas acabou por não ter muita relevância no primeiro volume.
Em relação a Maggie também gostava de saber mais qualquer coisa, mas não o suficiente para um volume inteiro. Talvez um conto como o de Warren.

Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atracção que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.
Quando Warren tem a oportunidade de viver com uma colega de quarto, ele instantaneamente concorda. Poderia ser uma mudança excitante.Ou talvez não.Especialmente quando essa colega é a fria e, aparentemente, calculista Bridgette. Tensões vão a mil e os temperamentos explodem pelo fato de os dois não suportarem estarem juntos no mesmo lugar. Mas Warren tem uma teoria sobre Bridgette: qualquer um que possa odiar com tanta intensidade também pode amar com a mesma intensidade. E ele quer ser o primeiro a testar essa teoria.Será que Bridgette irá dar uma chance para Warren e, finalmente, aprender a amar?Talvez sim.Talvez não.

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos