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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Doce Re-aquecido: "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen




O que vale é que as obras de Jane Austen por muito que sejam aquecidas e re-aquecidas mantêm o sabor original. Agora é só mesmo escolher o recipiente que mais se gosta.
Como podem ver, este docinho já passou por muitas mãos, desde a Biblioteca Sábado até à Editorial Presença que gostou tanto que já lhe mudou a cara duas vezes.

Elizabeth Bennet, uma das cinco filhas de uma família da classe média rural, conhece Fitzwilliam Darcy, membro da alta sociedade mas de um orgulho desmesurado. As tensões aparecem rapidamente, alternando sensivelmente o idílico e pacífico mundo rural inglês, que se revela como uma sociedade rígida, em que abundam os preconceitos e na qual nem tudo é aquilo que parece. Neste romance de formação, os protagonistas devem madurar e aprender dos seus erros para poderem encarar o futuro, separando o orgulho da classe de Darcy e os preconceitos de Elizabeth.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Doce Re-aquecido: "Sensibilidade e Bom Senso" de Jane Austen




Os romances de Jane Austen começam a ser reutilizados agora pela Editorial Presença.
Calha a vez de Sensibilidade e Bom Senso, mas brevemente apresentaremos mais doces re-aproveitados.


Embora o coração impaciente de Marianne a deixe vulnerável aos males de amor, as qualidades opostas de Elinor também não a protegem dos problemas emocionais.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Opinião Histórica: "Catharine" de Jane Austen


Tal como referido na sinopse, Catharine é um romance incompleto de Jane Austen. Como fã desta escritora tão peculiar e única não pude deixar de resistir a adquirir mais esta obra, mesmo por terminar, e juntá-la às muitas outras que tenho.
CatharineSurpreendo-me sempre com o reconhecimento que esta escrita provoca em mim. Podia jurar que se me dessem várias obras, saberia apontar qual delas seria de Austen. A maneira de escrever, as palavras que escolhe para determinados momentos, as suas personagens... tudo é-lhe tão característico que nos faz sentir, desde a primeira página, confortáveis e à-vontade pois nada nos parece estranho e sim familiar.
em termos de história, esta acaba por ser uma introdução, mas que nos faz desejar que Jane tivesse continuado já que em apenas 60 páginas (de tamanho A6 ou menos) são-nos apresentadas personagens, locais e situações chave que seriam então posteriormente desenvolvidas e que contribuiriam para o desenlace deste romance tão próprio da época.
Será que Edward Stanly voltaria? Será que os sentimentos por Catharine seriam verdadeiros, ou apenas uma forma de contradizer a vontade da tia desta? O que aconteceu a Camilla?
Nenhuma destas perguntas serão respondidas, mas este aperitivo sabe muito melhor que certas obras completas, por isso a recomendação fica dada à mesma.

«Catherine tivera a infelicidade, como muitas heroínas antes de si, de perder os pais quando era muito jovem e de ser criada aos cuidados de uma tia solteirona, que, embora a amasse profundamente, zela pela sua conduta com uma seriedade tal que muitas pessoas ficavam na dúvida, e Catherine mais do que todas elas, sobre se ela a amava ou não.»
"Catherine" – um dos primeiros e incompletos romances de Jane Austen – constitui um óptimo prelúdio às excelentes obras que se seguiram – Sensibilidade e Bom Senso, Persuasão e Orgulho e Preconceito.

Catharine



Edição - Dezembro 1996
ISBN -  9781857997514




domingo, 10 de março de 2013

Opinião Histórica: "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen


Uma leitura diferente sem duvida.

Orgulho e Preconceito retrata uma família rural e numerosa do século XIX. Através das muitas relações e personagens, Jane Austen trás-nos romantismo, ironia, sarcasmo e muita moral nas entre-linhas desta obra. De maneira subtil, vai retratando diferentes personalidades, modos de vida e pensamentos.

Acho impressionante como Jane nos vai envolvendo e alternando as ideias e descobertas, de tão complexo é o desenlace da historia e das ligações entre as irmãs Bennett e respectivos familiares e amigos.

O vocabulário cuidado e eloquente tão próprio daquela época, torna a história muito mais romântica e cheia de "floreados", o que não significa obrigatoriamente que seja mais aborrecida ou pouco dinâmica.

A imagem dos coches e dos vestidos, a importância das boas maneiras já obsoletas nos nossos dias, transportam-nos para um local imaginário, mas ao mesmo tempo real, levando-nos a admirar as conversas de circunstancia e os jantares para as "boas famílias".

Considerei Orgulho e Preconceito muito superior ao outro livro da autora Persuasão, já que o primeiro tem muito mais acção e é mais rico em relação às histórias secundárias. Este último ponto contribuiu para o único aspecto negativo que encontrei: o "desvio" feito pela autora para as histórias secundárias demasiadas vezes, havendo grandes intervalos entre cenas do par Lizzy e Sr. Darcy.

Elizabeth Bennet, uma das cinco filhas de uma família da classe média rural, conhece Fitzwilliam Darcy, membro da alta sociedade mas de um orgulho desmesurado. As tensões aparecem rapidamente, alternando sensivelmente o idílico e pacífico mundo rural inglês, que se revela como uma sociedade rígida, em que abundam os preconceitos e na qual nem tudo é aquilo que parece. Neste romance de formação, os protagonistas devem madurar e aprender dos seus erros para poderem encarar o futuro, separando o orgulho da classe de Darcy e os preconceitos de Elizabeth.

Título Original - Pride and Prejudice
Edição - 2008
ISBN - 9788461205950

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos