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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Opinião Contemporânea: "O Ar que Ele Respira" de Brittainy C. Cherry



Ainda recordo este ebook com tanta nostalgia que só me apetece ir lá ler e repetir umas páginas. Quer dizer não foi assim há tanto tempo, mas gostei tanto tanto deste livro que parece que já foi o ano passado.
Chorei que nem um bebé do inicio ao fim, mas também me ri às gargalhadas com a piada da ventania. E foi aqui que Brittainy C. Cherry me conquistou, porque ela colocou doses tão perfeitas de ingredientes perfeitos que torno O Ar que Ele Respira no perfeito romance contemporâneo. Qual Viver Depois de Ti qual quê! Dêem-me mais romances destes para eu devorar e ficar sem sono.
Aqui sente-se a dor dos personagens e a autora sabe aproveitar bastante bem cada pormenor dos seus Passados. Ela esmiúça cada um, e volta a espremer, e aqui a leitora bebe sofregamente cada gota e a empatia é cada vez maior, aumentando também o vício da leitura. Ainda por cima não é só uma personagem que sofre e por isso pode desenvolver e muito bem esse ponto.
A razão que os liga é de longe original, pelo menos em relação ao que costumo ler e por isso é mais um ponto hiper-mega positivo.
Temos a parte do sexo, que também é muito bem desenvolvida ao longo da história e por isso temos aqui ingredientes para todos os gostos. Não é apenas um romance baseado na atracção, mas sim na dor que cada um sente e no conforto que eles vão sentir quando se unirem desta forma.
Nem vou falar no modelo da capa, que é perfeito para a descrição do nosso bad boy Tristan. Ele conquistou-me desde sempre, tal como Elizabeth com o seu coração sincero. Revi-me em muitos pormenores da personagem feminina e acho que foi por isso que desde a primeira página me senti tão ligada e em sintonia com as personagens e a história.
Adorei a melhor amiga de Elizabeth e até gostei do papel que representa o melhor amigo desta. Tanto um como outro foram personagens que trouxeram outros ingredientes para este doce e que o tornaram ainda mais especial.
Foi uma leitura muito intensa que tal como disse trouxe lágrimas tanto para os meus olhos como para as minhas bochechas. Só faltava soluçar! Eu que nunca choro! Fiquei fã... mesmo!!!!!!
Adorei! Adorei! Adorei!
Este livro e esta história foi uma das melhores que li ultimamente, principalmente em Setembro. Quero ler mais da autora, mas já percebi que a história base é sempre a mesma e tenho medo que o impacto que esta teve em mim vá-se esbater com a "repetição".

O novo romance da autora de Sr. Daniels. Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás daquele ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth procura se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Diário de uma maratona: 2º update (Dias 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11)




Já passaram mais alguns dias e antes que vos informemos dos próximos objectivos semanais é melhor fazer aqui um ponto de situação.

Podem rever os nossos objectivos para esta semana aqui.

Mafi:
Desde o último update aqui da maratona a única coisa que fiz foi começar o "Encontrada" que terminei hoje. Foi uma semana inteirinha a ler este livrinho, ou devo dizer livrão?, a juntar-se às 347 páginas que já tinha lido, somam-se agora mais 448 dando um total de 795 páginas com 2 livros. Não está nada mau.
Vou começar o "Nunca sem ti" e o "Por treze razões"! 

Ne:
Estes dias foram mais calmos, mas mesmo assim ainda deu para ler metade de um, outro inteiro e começar outro.
Vamos lá a contas:
A Rapariga do Calendário - Livro 3 de Audrey Carlan li 165 páginas.
Tua Até o Amanhecer de Teresa Medeiros li 268 páginas.
O Ar que Ele Respira de Brittainy C. Cherry li 252 páginas.
491 páginas lidas anteriormente mais estas igual a 1176 páginas.

domingo, 11 de setembro de 2016

Doce do Momento: "O Ar que ele Respira" de Brittainy C. Cherry



Nunca li nada desta autora, mas a sinopse parece-me muito interessante e por esta altura já li o primeiro capítulo e já percebi que vai ser um livro intenso.
É o primeiro de uma trilogia, mas os seguintes não estão traduzidos. Hum, mau sinal.
Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás daquele ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth procura se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.

sábado, 17 de outubro de 2015

Pilha Cerebral: ebooks all night long


Olhem me só para estas coisinhas mais lindas. Isto tem sido um vicio desde que o Kobo Aura H2O veio cá para casa. Desde autoras que já conhecemos a novos autores eu não resisto e espero ler isto tudo e muito mais brevemente. Nem sei por onde começar. Estes foram só hoje. Alguém me pare!


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Opinião New-Adult:"Sr.Daniels" de Brittainy C. Chery



Contém ligeiros spoilers

Quando no mês passado li "Amor Cruel" de Colleen Hoover, o GR inundou o meu feed com recomendações de livros semelhantes e que provavelmente eu iria gostar. Nunca ligo muito aos livros que aparecem do lado direito na página de um certo livro - já apanhei em alguns casos, livros que não têm nada a ver - mas supostamente vêm em recomendação de outro.

"Loving Mr.Daniels" era uma dessas recomendações. Face à sinopse e algumas opiniões positivas, fiquei com curiosidade para lê-lo. Apesar de já ter o meu leque de eleição de autoras de New Adult, acredito que há muita coisa desconhecida ainda por explorar, aliás Colleen Hoover também foi uma dessas autoras, primeiro auto-publicada e só posteriormente encontrou o sucesso. 
A sinopse era tentadora e gosto muito de romances proibitivos. O facto de também ser só um livro fez com que o interesse aumentasse. Foi então com alguma expectativa que comecei a leitura do Sr. Daniels.
Sr. DanielsA estória baseia-se na relação entre um professor e uma aluna, abordando outros temas, nomeadamente o luto. A semelhança de temáticas fez-me pensar que iria encontrar outro livro tão bom como foi "Amor Cruel". Era a única referência das minhas últimas leituras e confesso que ao ler o livro ia sempre comparando os dois livros e as duas autoras. Não gosto de fazer isso, porque acredito que cada livro deve ser avaliado por si só, mas foi inevitável desta vez, tal era o impacto e a influência que Hoover tinha deixado, num género em que é a rainha.

"Sr. Daniels" não é mau, até é uma leitura bastante decente que entretêm um bocado, mas encontrei muitas falhas que fizeram-me não gostar tanto do livro como pensava que ia gostar.

Começando pela a abordagem das temáticas. Gostei bastante do tema das cartas e da protagonista lidar com a morte de um ente querido. Deu alguma profundidade à personagem e criei alguma empatia com a Ashlyn. Mais uma vez como em inúmeros livros, gostei muito mais da personagem masculina, o Daniel. É incrível como as autoras conseguem criar personagens masculinas muito mais apelativas que as femininas. Os problemas de Daniel também foram bastante instigantes de ler, não estava de todo à espera aquela aparição do irmão a meio de da estória.

Uma das críticas que tenho a apontar é o facto de a autora não ter tido mão na dose de drama ao longo do enredo. Achei desnecessário o que aconteceu ao Ryan, personagem que até gostava e este acontecimento teve pouco impacto nas acções seguintes. Se virmos bem, ao longo do livro são referenciadas umas cinco mortes! Ou a autora é fã do G.R Martin ou então não sabe dosear tragédias. A falta de empatia da Ashlyn com o que aconteceu ao Ryan também me aborreceu, até porque páginas antes andava a protegê-lo e considerava-o como um irmão.  

O romance também me desiludiu pois achei que a autora não abordou da melhor maneira a relação dos protagonistas. Centrou-se muito em romancear o amor de Daniel e da Ashlyn mas preocupou-se pouco na relação como professor e aluna. Que é o que dá o mote ao livro, é ambos estarem numa relação imoral, proibida, pouco ética. A autora não teve capacidade suficiente para fazer-nos questionar a relação entre os dois, se era certa ou errada, por exemplo. A autora podia ter arriscado mais a relação proibida entre os dois, não achei que desse argumentos suficientes, pois mais parecia um romance comum entre uma adolescente e um homem mais velho, que só por acaso é seu professor. Também não houve reflexão suficiente pela parte da Ashlyn e do Daniel em relação ao que andavam a fazer. Só tinham receio que alguém descobrisse... Fiquei desapontada por a autora não pôr as personagens a questionar as suas atitudes e não por o leitor a pensar no que está a ler. Principalmente pela parte do Daniel, até parecia que era um comportamento normal e profissional um professor namorar uma aluna. Um ponto que podia ter sido mais explorado.

O fim...foi estranho. Muito estranho a forma como a autora desenvolveu os últimos capítulos, o reencontro entre os dois foi quase irreal dado que numa dúzia de páginas temos narrados eventos de três anos. A reunião da Ashlyn e do Daniel não teve qualquer impacto, pois acontece em meia dúzia de linhas para no capítulo seguinte terem o seu final feliz. Mais uma vez, carência de desenvolvimento e fraca estrutura de plot! A autora não soube terminar o livro e apressou as coisas. 

Por fim,o último ponto negativo é para a construção frásica...o inglês nem é a minha língua principal e achei que algumas coisas não me soavam bem. 
"Loving Mr. Daniels" podia ter sido muito melhor, teve momentos doces que eu simplesmente adorei (p.e as cartas ou as passagens citando Shakespeare) mas nota-se que a autora não soube desenvolver a estória que tinha, tem potencial mas é um livro que vê-se claramente que precisava de uma revisão para torná-lo muito melhor. 
Um amor proibido no melhor estilo de Romeu e Julieta Depois de perder a irmã gêmea para a leucemia, Ashlyn Jennings é enviada pela mãe descompensada para a casa do pai, com quem mal conviveu até então. Devastada, Ashlyn viaja de trem para Edgewood carregando poucos pertences, muitas lembranças e uma caixa misteriosa deixada pela irmã. Na estação, Ashlyn conhece o músico Daniel, um rapaz lindo e gentil. A atração é imediata, e, depois de um encontro romântico, os dois descobrem que compartilham não só o amor pela música e por William Shakespeare, mas também a dor provocada por perdas irreparáveis. O único problema é que, quando Ashlyn começa o ano letivo na escola onde o pai é diretor, descobre que Daniel é o Sr. Daniels, seu professor de inglês, com quem não pode de jeito algum ter um relacionamento amoroso. Desorientados, os dois precisam manter seu amor em segredo, e são forçados a se ver como dois desconhecidos na escola. E, como se isso já não fosse difícil o bastante, ainda precisam tentar de todas as formas superar problemas do passado e sobreviver a alguns conflitos inesperados e dramáticos que a vida apresenta – e que poderiam separá-los para sempre. Para fãs de Colleen Hoover, de Jamie McGuire, e leitores do gênero New Adult.

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos