Mostrar mensagens com a etiqueta Civilização Editora. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Civilização Editora. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Chegou à Despensa: ''As filhas de Eva'' de Louise O'Neill







Este já chegou há muito tempo, logo no início de Julho mas foi ficando aqui nos rascunhos. Veio de uma troca!

Gosto da capa pela sua estranheza. Já é o 2º livro da autora na estante e não li nenhum..ainda.

Já agora, saudades da Civilização :(

sábado, 21 de janeiro de 2017

Doce Re-Aquecido: "Para a Minha Irmã" de Jodi Picoult



Este livro dificilmente vai ser confundido, mas aqui fica o antes da Civilização e o depois da Bertrand.
Qual capa preferem?
Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica – ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo.
Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Opinião Histórica: "Predestinado" de Philippa Gregory



Olá bom dia (hoje apetece-me começar assim),
venho apresentar-vos o que penso deste livro que nem é de bolso nem é de tamanho dito normal. Mas como dizem que no meio é que está a virtude temos que dizer que é algo positivo...
Quando olhei para a capa, li a sinopse e olhei para a classificação por tipos do Goodreads fiquei convencida que era algo mais para a fantasia. Acontece que não é. É um romance histórico do tempo em que a igreja mandava em tudo (ainda manda um pouco acho eu) e que tinha lugar a Inquisição. Deus está pouco presente aqui nestas páginas, mas está sim tudo o que o Homem tem de mau. Ok, não posso ser injusta, porque quatro do nosso grupo de cinco que protagoniza a história representam o lado bom humano.
A vertente cristã da história não me atrai minimamente e aqui foi um ponto negativo, mas tentei aceitar que este ingrediente tinha que fazer parte de tudo de forma obrigatória se não metade da história não tinha sentido.
A Mafi, em conversa, disse-me que este livro fazia parte de uma trilogia, o que eu posso já dizer que não vou ler. Li este e chegou-me. Aliás, os volumes seguintes foram publicados pela Topseller, que por sua vez não tem ebooks, o que faz com que eu tenha ainda menos vontade de gastar dinheiro para saber a continuação do livro em assunto.
Quando estava quase a terminar fui ler as sinopses dos próximos e surpresa a minha quando venho que nem no terceiro volume a "atracção" entre Luca e Isolde se resolve! Portanto, estes livros de romances não têm nada, pelo menos em questão a sentimentos como atracção ou amor. Estes livros apenas descrevem uma cruzada de um inquiridor e o seu séquito pelas várias aldeias em que provam que acontecimentos supostamente sobrenaturais são todos falsos e todos têm "mão humana". Confesso que se tivesse sabido que a história era esta nem sequer tinha começado a ler, mas a escrita de Philippa Gregory é muito boa e só isso me levou a ler até ao fim e a dar a classificação que dei. O facto do livro ser pequeno e ter poucas páginas também ajudou a uma leitura 

Estamos em 1453 e todos os sinais apontam para que o fim do mundo esteja iminente. Acusado de heresia e expulso do seu mosteiro, Luca Vero, um atraente jovem de 17 anos, é recrutado por um misterioso estranho para registar o fim dos tempos por toda a Europa.
Obedecendo a ordens seladas, Luca é enviado a cartografar os medos da Cristandade e a viajar até à fronteira do bem e do mal. Isolde, de 17 anos, abadessa, está presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança. Quando as freiras ao seu cuidado enlouquecem com estranhas visões, sonambulismo e exibindo estigmas, Luca é enviado para investigar e todas as provas incriminam Isolde.
No pátio do convento constrói-se uma pira para a queimar por bruxaria. Forçados a enfrentar os maiores medos do mundo medieval – magia negra, lobisomens, loucura – Luca e Isolde embarcam numa busca pela verdade, pelo seu próprio destino e até pelo amor, enquanto percorrem os caminhos desconhecidos até à personagem histórica real que defende as fronteiras da Cristandade e detém os segredos da Ordem das Trevas.

Seguintes:

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Doce do Momento: "Predestinados" de Philippa Gregory




Já cá o tenho desde que saiu e só agora é que vou pegar nele. Mas mais vale tarde que nunca.

Estamos em 1453 e todos os sinais apontam para que o fim do mundo esteja iminente. Acusado de heresia e expulso do seu mosteiro, Luca Vero, um atraente jovem de 17 anos, é recrutado por um misterioso estranho para registar o fim dos tempos por toda a Europa.
Obedecendo a ordens seladas, Luca é enviado a cartografar os medos da Cristandade e a viajar até à fronteira do bem e do mal. Isolde, de 17 anos, abadessa, está presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança. Quando as freiras ao seu cuidado enlouquecem com estranhas visões, sonambulismo e exibindo estigmas, Luca é enviado para investigar e todas as provas incriminam Isolde.
No pátio do convento constrói-se uma pira para a queimar por bruxaria. Forçados a enfrentar os maiores medos do mundo medieval – magia negra, lobisomens, loucura – Luca e Isolde embarcam numa busca pela verdade, pelo seu próprio destino e até pelo amor, enquanto percorrem os caminhos desconhecidos até à personagem histórica real que defende as fronteiras da Cristandade e detém os segredos da Ordem das Trevas.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A Sair do forno: "As filhas de Eva" de Louise O'Neill

Resultado de imagem para As filhas de Eva

Hoje damos-vos a notícia que a Civilização adquiriu os direitos do livro young-adult "Only ever yours" da autora Louise O'Neill. O título em português ficou como "As filhas de Eva" e tem o seu lançamento em Novembro.

O livro  caracteriza-se como uma distopia feminista e conta a estória de um mundo perfeito onde quando as adolescentes completam 16 anos esperam ser selecionadas como acompanhantes de homens ricos e poderosos. A outra opção é serem concubinas para sempre, algo que não está em causa. Ensinadas a serem perfeitas, as vidas de Frieda e Isabel irão mudar quando percebem que não conseguem aguentar a pressão, arriscando a única coisa que tem: a sua beleza. 

Num mundo obscuro e perturbador, as raparigas já não nascem de forma natural, as mulheres são doutrinadas nas escolas, treinadas nas artes de satisfazer os homens até estarem prontas para o mundo exterior. No final dos estudos, as melhores alunas tornam-se "companheiras" e permitem-lhes viver com o marido e gerar filhos até já não serem necessárias. Para as raparigas que ficam para trás, o futuro - como concubina ou professora - é sombrio. As amigas Freida e Isabel têm a certeza de que irão ser escolhidas como companheiras - estão entre as melhores alunas do seu ano. Mas à medida que se aproxima o ano final, isabel faz o impensável e começa a engordar… Nessa altura chegam a este ambiente protegido os rapazes, ansiosos por escolher uma noiva. Uma crítica à obsessão da sociedade atual com o aspeto e o comportamento das mulheres. Um livro ousado, arrepiante e totalmente viciante.

O livro foi lançado originalmente no ano passado e já teve os direitos adquiridos para uma série de TV ou filme. 

domingo, 4 de outubro de 2015

Pilha Cerebral: "Book Haul de Setembro"



Setembro foi recheado de livros! \o/

Foram 12 os livros que adquiri durante este nono mês do ano. Aliás foram 13, pois ganhei um giveaway internacional mas o livro ainda não chegou! 

Os livros ao alto foram ofertas/prendas. Recebi "A escola do bem e do mal vol. 2 - Um mundo sem príncipes" da Individual. Esta edição é linda, em capa dura e com as páginas desniveladas. Agora é comprar o primeiro para poder ler este e o terceiro que irá sair em breve. 
"Depois dos Quinze" é da Bruna Vieira e já o comecei a ler. Opinião em breve.

Na horizontal, estão as compras e trocas do mês. "Between the lines", "The Savages" e "Tease" já tem análise aqui no blog. "Amy and Roger's Epic Detour", "Beauty Queens" terão brevemente. Estes todos foram a compra mensal no Awesomebooks e são todos usados.

O "Manifesto de como ser interessante" da Holly Bourne foi comprado no último dia de Setembro na promoção da Wook com 20% de desconto. Em breve mostro-vos esta edição que é simplesmente linda! 

Os últimos 5 livros foram uma troca, que mesmo não tendo sido livro por livro, acabou por compensar muito. "O rebelde irlandês" é o terceiro livro de uma trilogia, e os outros quatro são uma tetralogia muito bem falada.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Doce Re-aquecido: "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen




O que vale é que as obras de Jane Austen por muito que sejam aquecidas e re-aquecidas mantêm o sabor original. Agora é só mesmo escolher o recipiente que mais se gosta.
Como podem ver, este docinho já passou por muitas mãos, desde a Biblioteca Sábado até à Editorial Presença que gostou tanto que já lhe mudou a cara duas vezes.

Elizabeth Bennet, uma das cinco filhas de uma família da classe média rural, conhece Fitzwilliam Darcy, membro da alta sociedade mas de um orgulho desmesurado. As tensões aparecem rapidamente, alternando sensivelmente o idílico e pacífico mundo rural inglês, que se revela como uma sociedade rígida, em que abundam os preconceitos e na qual nem tudo é aquilo que parece. Neste romance de formação, os protagonistas devem madurar e aprender dos seus erros para poderem encarar o futuro, separando o orgulho da classe de Darcy e os preconceitos de Elizabeth.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

A Sair do Forno: "Manifesto de como ser interessante" de Holly Bourne



The Manifesto on How to be Interesting teve seus direitos de publicação adquiridos pela editora Civilização Editora!

O livro, do género young adult foi escrito por Holly Bourne e foi lançado no passado Agosto e sairá em Portugal já neste mês!
Bree é uma blogger que leva uma vida extremamente enfadonha e se toma por fracassada mas que sonha vir a ser uma grande escritora um dia. Mais do que procurar identificar tudo o que a pode tornar mais popular ela vai de facto procurar transformar-se e mudar, espécie de metamorfose autoconsciente para ver até que ponto funciona. Mas será que compensa tendo em conta todos os sacrifícios? É isso que ficaremos a saber nestas páginas tingidas de humor negro.

Quem se manifesta como interessado?
A interessar em Julho! 

domingo, 19 de abril de 2015

Primeiras Impressões: "O Circo dos Sonhos" de Erin Morgenstern


Já tenho ouvido e lido muitas opiniões positivas deste livro, mas como a capa nunca me atraiu (sim sou dessas) nunca o adquiri.
Este mês a Juanitah deu-me essa oportunidade e eu resolvi agarrá-la.
A capa continua a ser um aspecto negativo e a sinopse é longa e só nos dá a ideia de uma história de ódio que vira amor. Esperemos que a escrita de Erin Morgenstern seja mais fácil de digerir e ler do que o seu apelido.

Um misterioso circo itinerante chega sem aviso e sem ser precedido por anúncios ou publicidade. Um dia, simplesmente aparece. No interior das tendas de lona às listas pretas e brancas vive-se uma experiência absolutamente única e avassaladora. Chama-se Le Cirque des Rêves (O Circo dos Sonhos) e só está aberto à noite.
Mas nos bastidores vive-se uma competição feroz – um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, que foram treinados desde crianças exclusivamente para este fim pelos seus caprichosos mestres. Sem o saberem, este é um jogo onde apenas um pode sobreviver, e o circo não é mais do que o palco de uma incrível batalha de imaginação e determinação. Apesar de tudo, e sem o conseguirem evitar, Celia e Marco mergulham de cabeça no amor – um amor profundo e mágico que faz as luzes tremerem e a divisão aquecer sempre que se aproximam um do outro.
Amor verdadeiro ou não, o jogo tem de continuar e o destino de todos os envolvidos, desde os extraordinários artistas do circo até aos seus mentores, está em causa, assente num equilíbrio tão instável quanto o dos corajosos acrobatas lá no alto.

domingo, 12 de abril de 2015

Opinião Histórica: "Madame Hemingway" de Paula McLain




Definitivamente tenho de começar a pensar melhor no que quero ler, pois cada vez leio menos. É verdade, está a custar um bocadinho interiorizar que já não sou aquela miúda que conseguia conciliar faculdade com outros hobbies mais pequenos e ter um grande tempo para ler. Agora a vida de adulta leva a melhor e o tempo é cada vez mais reduzido. O tempo e principalmente a cabeça. E sem estas duas coisas, ou os livros definitivamente agarram-me desde os primeiros capítulos ou então vão ser lidos na diagonal. E se nem isso funcionar, irei pô-los de lado sem qualquer consciência pesada. 

Madame HemingwayMadame Hemingway  foi um desses casos. Já tinha ouvido falar do livro no seu original mas nem sabia que estava traduzido em Portugal. Afinal o livro saiu em português no mesmo ano em que saiu lá fora e foi editado pela Civilização. A capa não é a mais apelativa e não é como surpresa nenhuma que não encontrei opiniões nenhumas em português no Goodreads. Mesmo assim quis dar-lhe uma oportunidade mas realmente acho que devia era ter ficado quieta.

O livro fala essencialmente do casal Hemingway, do escritor Ernest e da sua mulher Hadley. A autora pesquisou bastante sobre o casal mas acho que eu devia ter lido o livro em que o próprio autor fala do seu casamento. Quer dizer, nada melhor que a própria pessoa para contar a sua biografia certo? Fiz mal em dar uma hipótese a este livro pois estou um pouco arrependida. 

A escrita da autora, é daquelas que neste momento não tenho grande paciência para ler. Em outra altura talvez não seria tão critica, mas estou numa fase em que tudo que seja livros com blocos de texto corrido, com uma escrita monótona e densa, dá-me sono. Ou então distraio-me ao fim da quinta linha. Foi difícil ler este livro e nem na diagonal ia lá. A leitura  arrastou-se, eu bem queria interessar-me mas não, não deu. O casal Hemingway é interessante de se ler, especialmente porque aborda a ascensão de Hemingway enquanto escritor e todas as fases conturbadas que passou mas a autora só conseguia cativar-me em certas partes e é por isso que fico aborrecida porque não ter conseguido gostar do livro pois ia mesmo com boas expectativas quanto a ele. 

É ingrato classificar este livro com uma estrela mas seguindo criteriosamente a classificação do GR só me resta mesmo dar esse rating. Não gostei do livro mas a minha opinião também vale o que vale!

Uma história de ambição e traição profundamente evocativa, Madame Hemingway retrata uma época notável e a relação amorosa entre duas pessoas inesquecíveis: Ernest Hemingway e a sua mulher Hadley.
Chicago, 1920: Hadley Richardson é uma jovem discreta de vinte e oito anos que quase perdeu a esperança de encontrar o amor e a felicidade. Até que conhece Ernest Hemingway. Depois de um namoro breve e de um casamento repentino, o casal parte para Paris, onde se junta a um grupo de enérgicos e voláteis expatriados, que inclui F. Scott Fitzgerald e a sua esposa, Zelda e, Ezra Pound. Ernest e Hadley são lançados numa vida de ambição artística, bebida e viagens intempestivas a Pamplona, à Riviera e aos Alpes Suíços. Mas a Paris da era do jazz não combina com vida familiar e fidelidade. Enquanto Hadley tenta vencer o ciúme e a insegurança, os ferozes esforços literários de Ernest começam a dar fruto, e o casal acaba por enfrentar a pior crise do seu casamento: uma traição que destruirá tudo aquilo que construíram juntos em Paris. Um retrato comovente de amor e lealdade ferida, Madame Hemingway é ainda mais dilacerante porque sabemos que, no final, Hemingway escreveu que seria melhor ter morrido do que ter-se apaixonado por outra mulher que não Hadley.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

[Especial Aniversário]: Passatempo "Todo o meu ser"


Toca o relógio e é hora para mais um passatempo!

Desta vez é da Civilização mas sai da casa da Mafi directamente para um ou uma sortuda! 

Para isso basta responder acertadamente às duas questões no questionário abaixo!

Todo o Meu Ser

Podem encontrar as respostas aqui. 

As regras são:
- Só aceitamos participantes que residem em Portugal e respectivas ilhas;
- Que a morada e email estejam válidas;
- Uma participação por pessoa.

O passatempo irá terminar no dia 6 de Janeiro de 2015.

Boa sorte!


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Opinião Histórica: "A Senhora dos Rios" de Philippa Gregory


Tenho uma certa pena de não ter lido este livro em primeiro. Ao inicio pensei que foi uma grande falha da parte da editora, mas à medida que fui lendo do meio para o final fui-me apercebendo que podemos ler A Senhora dos Rios com a mesma intensidade como se fosse o primeiro desta trilogia. Talvez até mais.
Mais uma vez noto que Philippa Gregory tem algo de diferente na maneira como conta as suas histórias. Talvez seja mesmo isso - ela conta uma história em que o narrador é o principal, mas sem apagar a "luz" de todas as outras personagens.
Outro ponto forte desta escritora é a maneira como ela transmite os sentimentos e acções mais crus do Homem. Como ela mete a nu toda aquela crueldade e egoísmo, mas também todo o amor e carinho, estes dois últimos aqui muito bem transmitidos através de Ricardo e Jacquetta. É sem duvida o melhor casal de personagens que já li nos últimos tempos.
A magia e a religião mais uma vez estão presentes em quantidades q.b. tal como o medo e a segurança aliadas a eles, respectivamente.
Os cenários de guerra, apesar de descritos aos poucos e indirectamente pelos mensageiros, estão muito vividos e além de nos fazerem sentir empatia pelos que estão no meio da batalha também nos fazem sentir o mesmo por quem espera pelos seus homens.
Uma cena que me fez muita impressão é quando Jacquetta e a Rainha Margarida estão muito próximos da batalha e nos descrevem alguns dos horrores que acontecem depois, i.e. pilhagem e violações. Fico particularmente sensível quando me descrevem estas ultimas.
O final, para quem já leu A Rainha Branca, vai trazer aquele sentimento de nostalgia e fazer-nos ter vontade de pegar novamente nesse volume e reler, no mínimo, essa primeira parte. E é o que eu vou fazer logo que esteja perto dele!
Frase Preferida:
"Uma joia de casa para um diamante de uma duquesa." página 115

Jacquetta é casada com o Duque de Bedford, regente inglês da França, que lhe dá a conhecer um mundo misterioso de conhecimento e de alquimia. O único amigo de Jacquetta é o escudeiro do duque, Ricardo Woodville, que está a seu lado quando a morte do duque faz dela uma viúva jovem e rica.
Os dois tornam-se amantes e casam em segredo, regressando à Inglaterra para servir na corte do jovem monarca Henrique VI, onde Jacquetta vem a ser uma amiga próxima e leal da sua nova rainha.
Depressa os Woodville conquistam uma posição no núcleo da corte de Lencastre, apesar de Jacquetta pressentir a crescente ameaça vinda do povo da Inglaterra e o perigo de rivais pretendentes ao trono. Mas nem a coragem e a lealdade dos Woodville bastam para manter no trono a Casa de Lencastre. Jacquetta luta pelo seu rei, pela sua rainha e pela sua filha Isabel, para quem prevê um futuro extraordinário e surpreendente: uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de Iorque.


Título Original - The Lady of the Rivers
Edição - Fevereiro 2012
ISBN - 9789722630115

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Opinião Histórica: "A Rainha Branca" de Philippa Gregory


Aqui está finalmente a minha estreia nas obras de Philippa Gregory.
Muito falaram e elogiaram esta obra, tanto que coloquei toda a sua bibliografia na minha lista de livros a ler. Assim, e graças à iniciativa dos livros do trimestre, pude adquirir e dar prioridade a esta obra para finalmente poder ler e dar a minha opinião.
Mas agora é que vem a parte mais difícil - comentar e caracterizar. Podemos começar por culpar as altas expectativas ou Barbara Kyle, mas o que aconteceu foi que apesar de ter devorado A Rainha Branca esta não me conquistou tanto como eu esperava. Não nego que a carga histórica e cultural não seja brutal, e este sem dúvida é um ponto positivo; não desacredito que Philippa Gregory tem um grande potencial como recuperadora de histórias do Passado; não digo que desgostei das personagens, pois todas elas, sem excepção, me cativaram e me surgiram claramente na imaginação; mas a história contada na primeira pessoa, os intervalos entre as cenas, não sendo contado tudo continuamente, contribuiu para tudo soasse um pouco estranho. Claro que tudo foi compensado pelo conteúdo, pelo romance entre Eduardo e a "Rainha Branca", pelo mistério em volta do desaparecimento dos dois príncipes, pelas relação entre mães e filhas que se encontram tão ausentes nos outros livros dentro deste género, o que torna toda a obra muito mais confortável e convidativa... mais aconchegante.
Este último ponto é o meu preferido, até mais que o amor entre o rei e a rainha tão devoto e forte, pois o amor que Elizabeth tem pela sua prole e até pela sua mãe tornou tudo mais mágico, mais perigoso e mais empático. Adorei os supostos "feitiços" e a relação da família delas com a Melusina, que deu outro toque a toda a narração.
Concluindo, apesar de estranhar o tipo de escrita de Philippa Gregory, mas não negando que é fluída e envolvente, adorei a forma como ela pegou na história e a moldou e fantasiou. É uma obra que nos seduz e nos faz sentir mil e uma sensações e emoções.

A história do primeiro volume de uma nova trilogia notável desenrola-se em plena Guerra das Rosas, agitada por tumultos e intrigas. A Rainha Branca é a história de uma plebeia que ascende à realeza servindo-se da sua beleza, uma mulher que revela estar à altura das exigências da sua posição social e que luta tenazmente pelo sucesso da sua família, uma mulher cujos dois filhos estarão no centro de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o desaparecimento dos dois príncipes, filhos de Eduardo IV, na Torre.

The White Queen (The Cousins' War, #1) 


Título Original - The White Queen
Edição - Setembro 2010
ISBN - 9789722630122




sexta-feira, 1 de março de 2013

A Sair do Forno... A Filha do Conspirador


"Perdi o meu pai numa batalha, a minha irmã às mãos de uma espia de Isabel Woodville, o meu cunhado às mãos do seu carrasco e o meu sobrinho às mãos de um seu envenenador, e agora o meu filho foi vítima da sua maldição…"

A apaixonante e trágica história de Ana Neville e da sua irmã Isabel, filhas do Conde de Warwick, o nobre mais poderoso da Inglaterra durante a Guerra dos Primos. Na falta de um filho e herdeiro, Warwick usa cruelmente as duas jovens como peões, mas elas desempenham os seus papéis de forma previdente e poderosa.

No cenário da corte de Eduardo IV e da sua bela rainha Isabel Woodville, Ana é uma criança encantadora que cresce no seio da família de Ricardo, Duque de Iorque, transformando-se numa jovem cada vez mais corajosa e desesperada quando é atacada pelos inimigos do seu pai, quando o cerco em seu redor se aperta e quando não tem ninguém a quem possa recorrer, a quem possa confiar a sua vida.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Opinião Young-Adult: "O Primeiro Amor" de Sophie McKenzie


O Primeiro Amor é uma obra que parece revelar isso mesmo - o primeiro de tudo. O primeiro amor de River, mas também o primeiro livro de Sophie McKenzie. Apesar de não o ser, pelo que percebi, achei este romance muito juvenil, com conversas e descrições muito inexperientes.
Não sei se foi da tradução ou se é de propósito, mas com alguns conteúdos mais adultos este livro não me pareceu direccionado apenas para a faixa etária mais jovem, o que não fica muito em conforme com a escrita da autora.
Confesso que estava à espera de uma história diferente. Com personagens jovens como River e Flynn mas com outro vocabulário e também outras cenas.
Desgostei principalmente de toda a história do Passado e Presente de Flynn. Toda aquela conversa sobre o dinheiro e a falta dele foi referida e explorada em excesso, o que passou a história principal para segundo plano e tornou toda a obra aborrecida e repetitiva. No começo a abordagem teve resultado, mas depois de tanto drama acerca da pobreza de Flynn e da sua família acabou por estragar o que prometia ser uma obra mais prometedora.
Gostei das múltiplas referências à peça do Romeu e Julieta tal como do ambiente muito fiel da juventude e as suas escolhas e relações.
Foi, portanto, uma obra que me desiludiu bastante. De qualquer forma já tenho o pdf da sequela em inglês e vou lê-la à mesma não só para tirar a teima da sobre a escrita de Sophie como das suas personagens. 

Quando River faz um casting para uma representação escolar de Romeu e Julieta, apaixona-se por Flynn, o rapaz que ficou com o papel de Romeu. River acredita no amor romântico e está ansiosa por experimentá-lo. Mas Flynn vem de uma família despedaçada - será ele capaz de dar a River o que ela quer? Os caminhos do verdadeiro amor sempre foram tortuosos…

Título Original - Falling Fast
Edição - Maio 2010
ISBN - 9789722634236
 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Primeiras Impressões: "A Espia da Rainha" por Ne


As promoções dão cabo de mim e por isso não consegui resistir a mais uma tentação da responsabilidade da FNAC.

O Título:

A
Espia - segredos. lealdades. traições. hum, ingredientes mais que tentadores.
da
Rainha - mulher ao poder. óptima indicação para incluir este livrinho no desafio das Rainhas (desafio lançado pelo blog Chaise Longue).

A Capa:

Aquele penteado não a favorece, mas gosto da cor do vestido. Por sua vez, não gosto muito daquelas janelas, mas pronto...

A Sinopse:

Judeus que fogem e abrem uma livraria. Judeus com sorte e com bom gosto!
Um Lord que contrata uma jovem para ser bobo? Que raio de ideia!
Vida comum ou vida perigosa e apaixonada pelo chefe? Hum, parece-me que apesar de não ter o dom de adivinhar o futuro como Hannah (a personagem feminina) já sei no que vai dar... ou não.

Dúvidas/Expectativas:

Sinceramente a sinopse não me animou muito. Apesar de conhecer o dom de Gregory para a escrita e para nos atirar de repente para a corte dos Tudor, esta questão toda dos judeus não me levanta muito os ânimos e por isso as expectativas não vão ser muitas.
Mas, como até agora, Philippa Gregory acabou sempre por me surpreender pela positiva, mesmo com todos os dramas e sentimentos negativos das personagens, acabo por ter aqui um feeling mais animadito.

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos