Olhem a Civilização ainda é viva.
Ainda sem sinopse
Sai em breve.
Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente seleccionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica – ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo.
Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.


Estamos em 1453 e todos os sinais apontam para que o fim do mundo esteja iminente. Acusado de heresia e expulso do seu mosteiro, Luca Vero, um atraente jovem de 17 anos, é recrutado por um misterioso estranho para registar o fim dos tempos por toda a Europa.
Obedecendo a ordens seladas, Luca é enviado a cartografar os medos da Cristandade e a viajar até à fronteira do bem e do mal. Isolde, de 17 anos, abadessa, está presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança. Quando as freiras ao seu cuidado enlouquecem com estranhas visões, sonambulismo e exibindo estigmas, Luca é enviado para investigar e todas as provas incriminam Isolde.
No pátio do convento constrói-se uma pira para a queimar por bruxaria. Forçados a enfrentar os maiores medos do mundo medieval – magia negra, lobisomens, loucura – Luca e Isolde embarcam numa busca pela verdade, pelo seu próprio destino e até pelo amor, enquanto percorrem os caminhos desconhecidos até à personagem histórica real que defende as fronteiras da Cristandade e detém os segredos da Ordem das Trevas.
Estamos em 1453 e todos os sinais apontam para que o fim do mundo esteja iminente. Acusado de heresia e expulso do seu mosteiro, Luca Vero, um atraente jovem de 17 anos, é recrutado por um misterioso estranho para registar o fim dos tempos por toda a Europa.
Obedecendo a ordens seladas, Luca é enviado a cartografar os medos da Cristandade e a viajar até à fronteira do bem e do mal. Isolde, de 17 anos, abadessa, está presa num convento para impedir que reclame a sua enorme herança. Quando as freiras ao seu cuidado enlouquecem com estranhas visões, sonambulismo e exibindo estigmas, Luca é enviado para investigar e todas as provas incriminam Isolde.
No pátio do convento constrói-se uma pira para a queimar por bruxaria. Forçados a enfrentar os maiores medos do mundo medieval – magia negra, lobisomens, loucura – Luca e Isolde embarcam numa busca pela verdade, pelo seu próprio destino e até pelo amor, enquanto percorrem os caminhos desconhecidos até à personagem histórica real que defende as fronteiras da Cristandade e detém os segredos da Ordem das Trevas.
Num mundo obscuro e perturbador, as raparigas já não nascem de forma natural, as mulheres são doutrinadas nas escolas, treinadas nas artes de satisfazer os homens até estarem prontas para o mundo exterior. No final dos estudos, as melhores alunas tornam-se "companheiras" e permitem-lhes viver com o marido e gerar filhos até já não serem necessárias. Para as raparigas que ficam para trás, o futuro - como concubina ou professora - é sombrio. As amigas Freida e Isabel têm a certeza de que irão ser escolhidas como companheiras - estão entre as melhores alunas do seu ano. Mas à medida que se aproxima o ano final, isabel faz o impensável e começa a engordar… Nessa altura chegam a este ambiente protegido os rapazes, ansiosos por escolher uma noiva. Uma crítica à obsessão da sociedade atual com o aspeto e o comportamento das mulheres. Um livro ousado, arrepiante e totalmente viciante.


Elizabeth Bennet, uma das cinco filhas de uma família da classe média rural, conhece Fitzwilliam Darcy, membro da alta sociedade mas de um orgulho desmesurado. As tensões aparecem rapidamente, alternando sensivelmente o idílico e pacífico mundo rural inglês, que se revela como uma sociedade rígida, em que abundam os preconceitos e na qual nem tudo é aquilo que parece. Neste romance de formação, os protagonistas devem madurar e aprender dos seus erros para poderem encarar o futuro, separando o orgulho da classe de Darcy e os preconceitos de Elizabeth.
Bree é uma blogger que leva uma vida extremamente enfadonha e se toma por fracassada mas que sonha vir a ser uma grande escritora um dia. Mais do que procurar identificar tudo o que a pode tornar mais popular ela vai de facto procurar transformar-se e mudar, espécie de metamorfose autoconsciente para ver até que ponto funciona. Mas será que compensa tendo em conta todos os sacrifícios? É isso que ficaremos a saber nestas páginas tingidas de humor negro.
Um misterioso circo itinerante chega sem aviso e sem ser precedido por anúncios ou publicidade. Um dia, simplesmente aparece. No interior das tendas de lona às listas pretas e brancas vive-se uma experiência absolutamente única e avassaladora. Chama-se Le Cirque des Rêves (O Circo dos Sonhos) e só está aberto à noite.
Mas nos bastidores vive-se uma competição feroz – um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, que foram treinados desde crianças exclusivamente para este fim pelos seus caprichosos mestres. Sem o saberem, este é um jogo onde apenas um pode sobreviver, e o circo não é mais do que o palco de uma incrível batalha de imaginação e determinação. Apesar de tudo, e sem o conseguirem evitar, Celia e Marco mergulham de cabeça no amor – um amor profundo e mágico que faz as luzes tremerem e a divisão aquecer sempre que se aproximam um do outro.
Amor verdadeiro ou não, o jogo tem de continuar e o destino de todos os envolvidos, desde os extraordinários artistas do circo até aos seus mentores, está em causa, assente num equilíbrio tão instável quanto o dos corajosos acrobatas lá no alto.
Madame Hemingway foi um desses casos. Já tinha ouvido falar do livro no seu original mas nem sabia que estava traduzido em Portugal. Afinal o livro saiu em português no mesmo ano em que saiu lá fora e foi editado pela Civilização. A capa não é a mais apelativa e não é como surpresa nenhuma que não encontrei opiniões nenhumas em português no Goodreads. Mesmo assim quis dar-lhe uma oportunidade mas realmente acho que devia era ter ficado quieta. Uma história de ambição e traição profundamente evocativa, Madame Hemingway retrata uma época notável e a relação amorosa entre duas pessoas inesquecíveis: Ernest Hemingway e a sua mulher Hadley.
Chicago, 1920: Hadley Richardson é uma jovem discreta de vinte e oito anos que quase perdeu a esperança de encontrar o amor e a felicidade. Até que conhece Ernest Hemingway. Depois de um namoro breve e de um casamento repentino, o casal parte para Paris, onde se junta a um grupo de enérgicos e voláteis expatriados, que inclui F. Scott Fitzgerald e a sua esposa, Zelda e, Ezra Pound. Ernest e Hadley são lançados numa vida de ambição artística, bebida e viagens intempestivas a Pamplona, à Riviera e aos Alpes Suíços. Mas a Paris da era do jazz não combina com vida familiar e fidelidade. Enquanto Hadley tenta vencer o ciúme e a insegurança, os ferozes esforços literários de Ernest começam a dar fruto, e o casal acaba por enfrentar a pior crise do seu casamento: uma traição que destruirá tudo aquilo que construíram juntos em Paris. Um retrato comovente de amor e lealdade ferida, Madame Hemingway é ainda mais dilacerante porque sabemos que, no final, Hemingway escreveu que seria melhor ter morrido do que ter-se apaixonado por outra mulher que não Hadley.
Mais uma vez noto que Philippa Gregory tem algo de diferente na maneira como conta as suas histórias. Talvez seja mesmo isso - ela conta uma história em que o narrador é o principal, mas sem apagar a "luz" de todas as outras personagens.
Muito falaram e elogiaram esta obra, tanto que coloquei toda a sua bibliografia na minha lista de livros a ler. Assim, e graças à iniciativa dos livros do trimestre, pude adquirir e dar prioridade a esta obra para finalmente poder ler e dar a minha opinião.
Não sei se foi da tradução ou se é de propósito, mas com alguns conteúdos mais adultos este livro não me pareceu direccionado apenas para a faixa etária mais jovem, o que não fica muito em conforme com a escrita da autora.As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos