sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Origens: "Força do Desejo" de Jess Michaels


É pena a origem estar a preto e branco, mas de qualquer forma eu (Ne) não vou com a cara desta capa. Já a Mafi adora!
Mas, mais uma vez, prefiro quando não mexem muito na imagem original.

Força do DesejoWoman with pearls Royalty Free Stock Photo

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Doce do Momento: "Convergente" de Veronica Roth



*edição brasuca*
Uma escolha definirá você.

E se todo o seu mundo fosse uma mentira?
E se uma única revelação, com uma única escolha, mudasse tudo?
E se o amor e a lealdade induzirem você fazer coisas que você nunca esperou?

A conclusão explosiva para o best-seller #1 do New York, Convergente revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores em Divergente e Insurgente.

Blogulosas II #23: Filipa


Respostas da Filipa Moreno!

ADPOC: Como gostas que te chamem?
Filipa: Apilif

ADPOC: Descreve os teus olhos numa só palavra.
Filipa: aborrecidos
*Really?!*

ADPOC: Quantos anos tens?
Filipa: 600 +/-?
*Credo!*

ADPOC: Quantas cervejas bebeste hoje?
Filipa: 1

ADPOC: Quando pensas em ler poesia como te sentes?
Filipa: Sinto que os pastéis de Tentúgal ameaçam vir ao de cima.
*Ahah não é para todos =P*

ADPOC: Qual o teu género de livro que menos lês?
Filipa: Policial, vingava-me das pessoas que não gosto. muahahahah
*Pois mas para isso então é preciso que passe a ser o género que mais lês* Pacoo Emoticons 4

ADPOC: Vais na rua e vês o Acheron, que fazes?
Filipa: Aproveito para treinar as minhas qualidades de skater!
*Yo dread*

ADPOC: Quantas vezes visitaste o Algodão Doce para o Cérebro esta semana?
Filipa: 5, é muito? :p
*Não!!!!! É pouquíssimoooooo.* Pacoo Emoticons 16

ADPOC: Que estás a ler?
Filipa: Livro de bolso.

ADPOC: Onde costumas comer?
Filipa: Cama.

Mais uma vez obrigada Filipa pela tua participação! Pacoo Emoticons 48

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Ponto de Situação: "Sombras da Meia-Noite" de Lara Adrian

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Ando um bocadito esmorecida com a Quinta Essência, por isso em jeito de protesto vou começar este post a por defeitos, eheh.
Ora bem, nas primeiras páginas e para quem tiver mais atento deparamos logo com um erro de tradução! A senhora ou o senhor tradutor não se decidiu e numa página chamou Alegria Ambar e logo depois Ambar Joy. Decida-se por favor!
Agora vou então às partes boas, so far.
Apesar dos terríveis acontecimentos que encontramos nos primeiros capítulos, adorei o inicio do livro. Todas aquelas mortes aumentam-nos logo a adrenalina literária e ficamos logo aceleradas para as seguintes páginas. No começo não estava a perceber muito bem onde a autora queria chegar com todo aquele encontro cheio de hormonas cheias de acne, mas a primeira cena com Alex, a água lá começou a ferver e podemos acompanhar mais uma cozedura no mundo de Lara Adrian.
Já não me lembro se referi nalguma das minhas opiniões o quanto gosto da tatuagem das Companheiras da Raça tal como do que elas simbolizam na história, para estes guerreiros tão cheios de testosterona e de charme.
Kade foi até agora uma personagem pontual, tal como Brock - outro macho que estou ansiosa por ver emparelhado -, que foi aparecendo e ajudando aos poucos os seus comparsas. Neste livro ele ganhou por fim protagonismo... e que belo espécime que estava para ali escondido. Aqui talvez tenha sido um pouco influenciada pelo entusiasmo da minha querida amiga Titinha, mas o resto é tudo da minha parte e homens de cabelo negro e de olhos cinzentos penetrantes são o meu ponto fraco.
Na minha opinião anterior, do livro Cinzas da Meia-Noite, descrevi a fémea perfeita para Hunter, mas qual não é o meu espanto quando Lara Adrian me apresenta Alexandra, com a sua espingarda, a sua cadela-lobo e o seu avião. Pensei logo que afinal iria ter que arranjar outro tipo de mulher de armas, porque esta já estava optimamente a condizer com Kade!
Digo desde já que adoro o poder do protagonista, ainda mais do que o de Andreas. O dom de Alex desiludiu-me um pouco. Estava à espera de algo mais inédito e não um detector de mentiras humano. 
Acho que vou acabar por aqui senão ainda escrevo a opinião ainda antes de ler as duas últimas terça-partes do livro.

Página em que vou: 122

Opinião Sobrenatural: "Cinzas da Meia-Noite" de Lara Adrian


Já nem me lembro de quando li o último, mas esta saga até tem sabido bem assim, aos golinhos, devagar, mas não demasiado em que o Alzheimer tenha tempo de actuar.
Cinzas da Meia-Noite foi escorregando, escorregando até que já tinha terminado. Parecia água fresca no Verão. Esta fluidez é uma das melhor características da escrita de Lara Adrian. Isto juntamente com os seus meninos e as suas meninas, fortes em quase igual modo, contribuem para esta ser uma das minhas sagas preferidas. Esta leitura rápida pode também ser devido à publicação da obra. Tenho mesmo que referir isto aqui: quase que havia mais margem que texto naquelas páginas. Penso que isto era desnecessário, visto que a obra é óptima e não precisa de páginas assim para nos enganarem.
Só digo que esta Claire é uma sortuda. Calhou-lhe a maior "brasa" dos vampiros ahahah if u know what i mean =P Mas também lhe calhou o mais ferido. Estava ansiosa por saber como o Andreas iria recuperar daquele desastre que até me trouxe lágrimas para os olhos e pelo que li aqui ele não recuperou assim tão bem, mas que se vingou... vingou.
E que é isso de que beber do mesmo "copo" é a maior traição do mundo? Também, quem é que a mandou trocar fluidos arteriais com o outro? Buhhhh. Ai detestei aquele Roth. Sinceramente pareceu-me um vilão meio fraquito. Tal como Dragos. Acho que Lara Adrian distrai-se com os seus homens maravilhosos e depois não tem que pôr nos maus. Mas como nesta história toda eu fico contente é quando leio sobre os heróis... eu perdoo-lhe.
Foi um romance difícil e penoso, principalmente porque o raio do alemão é teimoso como uma mula e orgulhoso, ui, nem se fala. Mas pronto, coisas fáceis não são boas para leitoras como eu e eu até gosto daquele atrito entre eles, e do sacrifício um pelo o outro... O Passado deles, penso, quase que era dispensável. Só a parte dele a ter abandonado é que contribui com alguma coisa, o resto... nem por isso. Assim nem tivemos direito aquela parte do primeiro impacto ou o primeiro olhar entre eles, tivemos que ler isso numa lembrança muito fugaz e muito resumida.
Adorei, como sempre, a presença de todo o grupo. Acho até que gostei mais de ver aqui o Nikolai e a sua querida do que no livro deles. Ah! E um que eu estou ansiosa por ler a história é Hunter. Bem, este guerreiro, não sei porquê, parece-me ser um diamante em bruto, que combinado com uma fêmea tipo mistura de Gabrielle e de Renata, doce mas com garra!!
O melhor foi o final! Estava a ver que o Roth ainda se ia safar, já não bastava o Dragos, mas a escritora soube aproveitar este poder tão fantástico de Andreas e criar ali um espectáculo óptimo para pôr um ponto final neste volume.

Sinopse em Doce do Momento.

4769247
Título Original - Ashes of Midnight

Edição - Janeiro 2013

ISBN - 9780440244509

https://www.goodreads.com/book/show/17205589-cinzas-da-meia-noite


Origens: "Desejo Subtil" de Lisa Kleypas

Olha, não tinha reparado que a a modelo era meio achinesada. Estou enganada?
Mais uma vez achei que a capa ficou um pouco pálida demais, e o facto da parte de baixo estar desfocada não contribui muito positivamente.

Desejo Subtil (Wallflowers, #1)

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Compilações: Trilogia Divergente de Veronica Roth



Depois de uns bons minutos de fangirling no facebook entre mim e a Ne a discutir os atributos do Four e onde a Ne revelou o seu lado mais artístico com uns piropos que vão virar moda não aguentei em transcrever aqui a minha opinião sobre esta fantástica trilogia! O 3º livro sai dia 21 de Março.

Ora bem quando eu comecei a ler o Divergente, aqui numa leitura conjunta com a Ne e com outras meninas e onde ela me spoilou quem era realmente o Four (não me esqueci Ne!) eu nem imaginava que ia-se tornar uma das minhas séries preferidas
O ritmo alucinante, as reviravoltas inesperadas, a protagonista corajosa e destemida e um rapaz com doisnomes, podre de bom são alguns dos ingredientes que podemos observar nesta obra distópica. Eu não consigo explicar (e por isso este texto não irá fazer muito sentido, you've been warned) o fascínio que este livro teve sobre mim!

Não sei se será por haver facções, tal como em Hogwarts do meu querido Harry Potter, se será pela dualidade de escolhas entre o bem e o mal, pela carga emotiva que nos preenche quando sabemos que estamos sozinhos no mundo e tornamos-nos adultos da noite para o dia… não sei será por alguma destas razões ou por tantos outros valores morais intrínsecos no livro, a verdade é que devorei o primeiro livro em poucas horas, a ponto de ressacar o livro até hoje (após já ter lido o segundo e o terceiro!).

Acho que o grande apelativo do livro é mostrar como o ser humano consegue adaptar-se a situações que estejam para além do nosso controlo e do nosso poder de escolha, apenas pelo instinto de sobrevivência. Apesar de se passar num futuro pós-apocalíptico, Divergente bem podia ser uma realidade alternativa da nossa sociedade actual. Para quem não sabe, no livro apela-se às melhores qualidades do ser humano, de modo haja uma sociedade baseada na perfeição e harmonia, sem qualquer defeito.

O que quero dizer é que, e é apenas o que eu sinto, hoje em dia os valores morais que nos incutem tanto pela televisão, internet, imprensa é que temos de nos encaixar num protótipo definido e que se formos diferentes, já somos postas de parte, mesmo que tenhamos as mesmas qualidades que os outros. Acabei por me identificar bastante com a protagonista, Beatrice "Tris" Prior, que apesar de saber qual a sua posição na sociedade, o sentido de pertencer onde realmente achamos que é o nosso destino e aquilo que nos faz mais feliz, faz com que lute por aquilo que realmente é, independentemente do que os outros possam pensar.

Acho que o motivo porque não consigo explicar coerentemente o porquê deste livro ser o meu favorito é porque como tal para outros olhos, o livro pode perfeitamente ser uma glória à violência gratuita, às protagonistas irritantes e aos enredos que não faz sentido. Para mim não é nada disto e vai para além do inexplicável, e portanto passamos já para o 2º livro Insurgente que não leva as mesmas cinco estrelas que o 1º livro pois não teve o mesmo impacto que este mas são umas quatro estrelas e meia a arredondar muito para as cinco por diversos motivos: como segundo volume, Insurgente consegue manter uma estrutura bastante lógica, a linha de todos os acontecimentos (por vezes um pouco rápidos demais) e acaba por fazer bastante sentido! 
Com uma carga elevada de violência que pode chocar os mais sensíveis, achei a  Tris bastante segura das suas acções e ao contrário do que se foi opinando por aí, não achei-a deprimida. Talvez não tenha demonstrado todas as suas capacidades de líder, como vimos no primeiro livro mas sem dúvida que a garra, força e espírito estão lá. 
Quanto às personagens secundárias, cada uma teve o seu papel de destaque quando foram necessárias e Roth soube muito bem caracterizá-las e dar-lhes vida própria. 
O romance entre Tris e Quatro, embora eu quisesse que desse um salto maior, conseguiu crescer para algo mais maduro. Gostei muito e espero que no terceiro livro o próprio romance em si tenha mais tempo de antena, porque simplesmente adoro ver estes dois juntos! <3
A escrita continua num nível de qualidade difícil de alcançar em outras distopias, a autora é cuidadosa em todos os detalhes, não deixando muitas pontas por resolver. O fim foi bastante bom e deixa tudo em aberto para o derradeiro livro, que me é difícil falar mas que depois de muito pensar e reflectir cheguei a uma conclusão.

Se gostei?  Sim e Não.
Não porque a autora arrancou-me o coração e não quis saber dos fãs. =(
Sim porque todo o livro faz sentido, como a autora explica lá no seu blog e para os leitores mais atentos o que acontece sempre foi nos dado em várias pistas ao longo de toda a trilogia. Mas como eu estava mais interessada em observar o Four pouco liguei ao que foi dito de sacrificarmos-nos pelos os outros. Sim notei que a autora estava sempre a bater na mesma tecla, principalmente no 2º livro mas NUNCA PENSEI que fosse tão corajosa em realmente ir com a ideia para a frente!


Eu já tinha percebido o paralelismo que há na estória, acho que qualquer um percebe a comparação que há em volta da Tris e de outras personagens. Principalmente nesta trilogia apela-se ao máximo ao sacrifício e à união. E é isto que vamos acompanhando desde os primeiros momentos de Divergente. O dar tudo de nós pelos outros foi sempre algo constante na narrativa da trilogia e não poderia ser diferente, onde tudo culmina, no derradeiro livro, Allegiant. Se gostei deste twist? Volto a dizer que não, e por isso mesmo se chama twist pois era algo que ninguém estava à espera (a maioria pelo menos). Tal como milhares de fãs eu ansiava pelo final-mais-que-feliz entre a Tris e o Four, mas a autora soube trocar as voltas e surpreender-me. Primeiro pela negativa, confesso. Fiquei chateada, aborrecida, zangada. E depois pela positiva quando compreendi a mensagem que a autora quis passar (já desde o primeiro livro e como a própria diz este sempre foi o fim o que mostra que sempre teve a estória planeada e pensada desde o início) e revi-me bastante nas escolhas e nas acções da Tris. Ela que sempre duvidava do seu eu, a qual facção pertencia, se uma ou outra, se ambas ou nenhuma, Tris revelou aqui que pertence àqueles que sacrificam tudo pela família, pelos que já passaram e pelos que continuam ainda por cá. "Um sacrifício por amor e não por culpa" citando a autora. 

Por mais que eu adore este casal, a autora fez algo arrojado e de acordo com o género. Sendo uma distopia, seria até estúpido que o romance fosse o ponto alto do livro. Não fazia sentido mas não quer dizer que o livro não pudesse ter mais cenas românticas e consequentemente melhores cenas românticas. De tudo o que nos havia sendo prometido, esperava mais romance e menos discussões parvas entre a Tris e o Four. Acho que como casal recuaram bastante e também não me alegrou não ter havido mais steamy sex scenes. :D Embora o que aconteceu nas últimas páginas me tenha deixado de coração apertado e cheia de pena do Four, foi muito bonito ler os sentimentos dele nesta parte tão sensível.

Outra coisa que me aborreceu (e bastante) foi o ritmo da acção. Não se verificou o ritmo vertiginoso e alucinante que encontramos nos livros anteriores e aqui, as cenas demoraram a desenrolar e quando finalmente acontecia algo, o ritmo era lento e pesaroso. Fiquei bastante desiludida com este aspecto e a juntar ao rol que enuncie acima, tudo levou para que demorasse duas semanas a ler o livro, quando os anteriores foram devorado em dois dias cada um.

Não sei mais o que dizer, Convergente frustrou-me antes, durante e após a sua leitura. As expectativas foram sendo aniquiladas à medida que ia sabendo os spoilers, e desde o início da leitura que ia com um entusiasmo nulo. O livro acabou por me convencer definitivamente após a leitura do post da autora no seu blog e tenho pena que só mesmo assim tenha ficado esclarecida quanto à intenção da autora (e perceba até o seu raciocínio analisando a trilogia em si). Talvez seja esse o problema que todos os fãs têm com este volume: reflectir como um livro só, isolado dos restantes mas pensando na série toda, faz todo o sentido o que foi escrito por estas trezentas páginas.

Adorei a trilogia e recomendo claro! Resta-me (des)esperar pelo filme!

Divergente (Divergente, #1)
 Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.

Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la. 


Insurgente (Divergente, #2)A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

E se seu mundo fosse uma farsa? E se uma única revelação – como uma única escolha – mudasse tudo? E se amor e lealdade fizesse você fazer coisas que nunca esperaria?
A explosiva conclusão do bestseller número #1 do New York Times de Veronica Roth, trilogia Divergente, revela segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores em Divergente e Insurgente. (tradução por Divergente Brasil)

Encontra as Diferenças: &quot;Paixão&quot; e &quot;My Boyfriend is a zombie&quot;

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos