sábado, 1 de abril de 2017

Agridoce: Março



Esta rubrica anda a falhar imenso!!!!
Outubro, Janeiro e só agora Março? Ui.

Entre linhas (Between the Lines, #1)

Mafi: Este mês foi um mês cheio de leituras de 3 estrelas e este foi uma delas. Conceito muito original, execução que deixa muito a desejar.
Ne: O piorzinho deste ano até agora. Nem o consegui terminar.

Milk and Honey 

Mafi: Eu que não devo ler poesia desde os poemas do Fernando Pessoa no 12º ano, adorei este livrinho!
Ne: O primeiro da autora que li e até agora o que ainda está guardado naquele cantinho do coração. Continuo na minha maratona.

O Universo nos Teus Olhos 

Mafi: Também podia meter aqui outros livros mas este foi o 1º do mês a que dei 4 estrelas portanto é o sortudo de figurar aqui.
Ne: Nada consegue ultrapassar o quanto gosto desta sobremesa. Quando encontrar aviso-vos!

Opinião Young-Adult: "Emmy and Oliver" de Robin Benway





Este livro - de certeza desconhecido da grande maioria de vós - foi um dos livros que comprei no ano passado e tem estado parado na estante desde então. Decidi pegá-lo no final de Fevereiro e fui lendo aos pouquinhos mas à medida que ia lendo, fui ficando cada vez mais embrenhada na história e peguei nele à séria, ou seja em dois dias li o resto das 200 páginas que me faltavam. 


23315831Foi um livro que me surpreendeu, porque como comprei-o há bastante tempo já não me lembrava da sinopse. Ao princípio parece um romance young-adult fofinho mas é muito mais do que isso. O livro começa com a Emmy e o Oliver na primária, eles para além de serem colegas de escola, são vizinhos numa cidade pequena. Emmy vive com os pais e o Oliver vive com a mãe mas vai passar alguns fins de semana com o pai. E é aqui que a história começa quando eles despedem-se numa sexta-feira e o Oliver nunca mais é visto naquela pequena cidade ou seja é raptado pelo pai.
Temos depois um salto temporal de 10 anos e o 1º capítulo começa com a notícia que o Oliver foi encontrado pela polícia  e vai voltar à casa onde nasceu.

Foi um livro que mexeu um pouco comigo. O tema do rapto é um pouco pesado e achei muito interessante como o Oliver sentia-se preso mesmo voltando à sua antiga vida Como ele não se lembrava de quase nada, para ele a sua vida era viver com o pai, ele agora é que se sentia raptado e privado da vida antiga. Foi interessante do ponto visto psicológico entender isto.

O romance em si, quase não chega a se um romance visto que a Emmy é muito mais amiga do Oliver, do que namorada. Também não há assim nada de muito explícito o que gostei. Depois temos a questão de a mãe do Oliver querer que o pai pague pelo crime que cometeu e de como o Oliver se sente confuso com os seus sentimentos para com a mãe e o pai.

A Emmy também tem alguns problemas em casa, é a rapariga educada e estudiosa daquela comunidade mas a sua paixão é o surf, algo que ela sabe que não é bem visto pela mãe. Esta parte de filha em conflito com a filha já achei um pouco mais aborrecida de se ler mas a Emmy também tinha que ter algum destaque.

Infelizmente este livro já saiu em 2015 e é um pouco desconhecido mas gostei imenso dele. Uma escrita em inglês muito fácil de se ler. Também infelizmente não está traduzido cá e dificlmente estará.

Curiosamente, depois de ler este livro, fui pesquisar outros livros young-adult que pudessem ter uma temática parecida e encontrei outro que também tenho para ler na estante. Só que desta vez é ao contrário, é uma rapariga que é raptada pela mãe e acaba depois por ir viver com o pai. Fiquei mesmo entusiasmada para ler também este livro. O livro é este aqui. 


Emmy’s best friend, Oliver, reappears after being kidnapped by his father ten years ago. Emmy hopes to pick up their relationship right where it left off. Are they destined to be together? Or has fate irreparably driven them apart?
Emmy just wants to be in charge of her own life.
She wants to stay out late, surf her favorite beach—go anywhere without her parents’ relentless worrying. But Emmy’s parents can’t seem to let her grow up—not since the day Oliver disappeared.
Oliver needs a moment to figure out his heart.
He’d thought, all these years, that his dad was the good guy. He never knew that it was his father who kidnapped him and kept him on the run. Discovering it, and finding himself returned to his old hometown, all at once, has his heart racing and his thoughts swirling.
Emmy and Oliver were going to be best friends forever, or maybe even more, before their futures were ripped apart. In Emmy’s soul, despite the space and time between them, their connection has never been severed. But is their story still written in the stars? Or are their hearts like the pieces of two different puzzles—impossible to fit together?
Readers who love Sarah Dessen will tear through these pages with hearts in throats as Emmy and Oliver struggle to face the messy, confusing consequences of Oliver’s father’s crime. Full of romance, coming-of-age emotion, and heartache, these two equally compelling characters create an unforgettable story.

 

Encontra as Diferenças: "Als unsere Herzen fliegen lernten" e "A Mentira"



Nem sei qual gosto mais. Mais uma vez as cores e os contraste fazem toda a diferença.

Resultado de imagem para mentiras - julie

Nova Rubrica: Lanche em Boa Companhia



As vossas anfitriãs decidiram ler um livro em conjunto, mas não conseguimos fazê-lo sozinhas por isso após uma breve troca de palavras na nossa página do Facebook encontrámos apoio e por isso decidimos criar esta rubrica para leituras em conjunto... em MUITO BOA COMPANHIA. Eheh

Amanhã começará a leitura do livro:


Não temos hora só data e a troca de opiniões terá lugar nas NOTAS da nossa página do FACEBOOK.
Quem não quiser ler pode à mesma acompanhar-nos por lá.

Esperamos ter mais oportunidades destas e por isso no nosso Na Fila vamos ficar à espera de um desafio vosso ou então desafiar-vos-emos nós. Todos precisamos às vezes de um empurrãozinho.

Desejem-nos sorte!

Resultado Passatempo: Só Porque Sim - Novo sorteio



Como a outra vencedora não nos enviou os seus dados vamos então sortear novamente. Segundo o Random o número mágico é o 8. Parabéns à nova vencedora. Voltamos a frisar que tens 1 semana para nos enviar um email com os dados.


Ficamos à espera.

Opinião Contemporânea: "Amor Cruel" de Colleen Hoover



Esta opinião foi facílima de escrever. A opinião deslizou muito bem para as teclas, tanto que quando olhei bem para o que tinha escrito até me espantei.
Aqui o principal foi que o fim foi melhor que todo o resto.
Ao contrário dos outros, a história/segredo vai-nos sendo contada desde o inicio, sendo intercalada com os capítulos de Tate. A maior parte do tempo não gostei muito destes capítulos do Passado de Miles, porque a empatia para com ele só vem muito depois. O personagem não se deixa conhecer assim tão bem e por isso a sua história, contada de uma forma diferente, não me cativou. Mas, mais para o fim, quando as coisas estão mais desenvolvidas, então aí encontrei uma razão para aqueles capítulos, que mais se assemelharam a "palha literária". Ainda agora acho o mesmo, porque ainda continuo a pensar que todos podiam ter sido resumidos em metade ou menos. Mas assim, sempre acabamos por encontrar pontos em comum que nos mostram que estávamos com atenção ao longo daquelas páginas.
Continuo com o problema dos nomes!! Definitivamente não gosto destas escolhas.
"Eu estou presa na parede. Acho que ficarei aqui para sempre. Eu sou o papel de parede agora. É isso. É tudo o que sou.
"Nós não devíamos ter feito isto", diz ele. A sua voz é firme. Dura. Como metal. Como uma espada.
"Eu não me importo," digo. A minha voz não é firme. É como líquido. Evapora."
Dos quatro livros que li até agora, este foi o personagem masculino que menos gostei. Sim, ele tem razões para ser assim, e tem imensos outros pontos a seu favor (por exemplo aqueles olhos), mas mesmo com o seu Passado já revelado a minha empatia com Tate foi muito maior e por isso o sofrimento actual dela afectou-me muito mais que o sofrimento passado dele.
Tenho que referir que tenho um problema com os livros desta escritora! Até agora li quatro e se me perguntarem qual o meu preferido não saberei dizer. Estão os três, excepto o Talvez Não, no mesmo patamar pois todos eles têm estruturas diferentes, drama aos pacotes, amor a transbordar e muita, mas muita química! Esta última não é fácil de transcrever como parece e na minha opinião, posso contar pelos dedos as escritoras que eu conheço que o conseguiram. Se não estiver presente, nenhum romance vai surtir o efeito base que se pretende.
Os últimos dois parecem ter mais texto desinteressante, talvez porque no primeiro ainda não conhecia a escrita da autora e por isso o encanto e a concentração eram muito maiores. Agora que já comecei a conhecer melhor, começo a conseguir filtrar o mais leve para me focar no mais pesado, que são sempre os momentos dos confrontos, tanto físicos como psicológicos. De facto, o que Colleen tem de melhor é mesmo os seus livros serem tão diferentes uns dos outros, tal como as histórias, mas a carga emocional dos seus personagens, a sua bagagem, as suas relações e conexões estarem sempre no pico mais alto do gráfico. Tão diferentes mas tão parecidos.
""O amor nem sempre é bonito, Tate. Algumas vezes tu gastas todo o teu tempo esperando que finalmente seja diferente. Algo melhor. Então, antes que saibas estás de volta ao primeiro quadrado, e perdeste o coração algures pelo caminho.""
Em Amor Cruel, por exemplo, não há mal entendidos, tudo é-nos apresentado de forma transparente do inicio ao fim. Por um lado é bom, já que já nos tínhamos habituado a isto nas obras anteriores, mas por outro não vamos ter aqueles picos de tensão e emoção que nos davam uma taquicardia. O que penso é que a escritora compensou isso com as cenas eróticas que foi distribuindo pelos capítulos. Não são muito pormenorizados porque ela deu primazia aos sentimentos, mas a maioria também consegue o objectivo final que é não nos deixar desviar o olhar do livro.
Adorei o irmão de Tate e por isso adorava conhecer a sua história. Ian foi mais secundário e por isso a curiosidade por ele não foi tão intensa. Cap por sua vez foi uma óptima aquisição, e a sua importância na história apesar de ser prevista só foi revelada totalmente no final. Adorei conhecê-lo. Todos devíamos ter um Cap na nossa vida. O excerto em cima é dele.
Achei também os cenários um pouco monótonos. Quase toda a história se passa nos dois quartos/apartamentos.

Tate é enfermeira e muda-se para São Francisco, para casa do irmão Corbin, para estudar e trabalhar. Miles é piloto-aviador e mora no mesmo prédio de Corbin. Depois de se conhecerem de forma atribulada, Tate e Miles acabam por se aproximar e dar início a uma relação exclusivamente física. Para que esta relação exista, Miles impõe a Tate duas regras:
«Não faças perguntas sobre o meu passado. Não esperes um futuro.»
Tate aceita o desafio de manter uma relação distante, sem nenhum compromisso, nem sequer o da amizade. A relação alimenta-se assim da atração mútua entre os dois.
Miles nunca fala de si nem do seu passado, e comporta-se perante Tate de acordo com as regras que ele definiu. Será Miles capaz de desvendar o que se esconde por detrás desta necessidade tão grande de se distanciar emocionalmente dos outros?
E poderá algo tão cruel transformar-se numa relação bonita e duradoura?

Doce do Momento: "Confesso" de Colleen Hoover



Vou então para o 5º livro CH e 19º livro GR. 
Ainda não me considero fã nº1 de Colleen Hoover mas sem dúvida a senhora tem jeito e as suas histórias são feitas de suspiros.

Jovens apaixonados com demasiadas verdades escondidas. Há segredos que não devem ser revelados.
Auburn Reed tem toda a sua vida planeada. Não há espaço para erros ou imprevistos. Até que, um dia, entra num estúdio de arte e conhece Owen Gentry, o enigmático artista dono do estúdio. Auburn sente, de súbito, que algo muda dentro dela e decide deixar-se levar pelo coração.
Owen, contudo, guarda segredos que não quer ver revelados. As escolhas do seu passado não parecem permitir-lhe um futuro livre, e Auburn tem demasiado a perder se decidir lutar por ele. A única forma de não pôr em risco tudo o que é importante para si é deixar Owen. Confessar é tudo o que ele tem de fazer para salvar a relação de ambos. Mas, neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva do que o próprio pecado.
Será o amor capaz de sobreviver à verdade?

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos