domingo, 2 de março de 2014
Primeiras Impressões: "As Portas da Meia-Noite" de Lara Adrian
E pronto, já cá canta!
Mi aguarda Titinha porque vão chover spoilers!!!!!
Não tenho mais nada a dizer...
Opinião Contemporânea: "Corações à Deriva" de Jessica Bird
O primeiro dos O´Banyon, mas o terceiro dos livros da Harlequin escritos pela Jessica Bird, foi o que menos gostei. Agora em retrospectiva encontro muitos pontos positivos, mas sei que não o terminei com tanta satisfação como os outros.
Não gostei muito da causa de desentendimento deste par amoroso. Toda aquela desconfiança de Sean quando já conhecia Lizzie mais que o suficiente denegriu um pouco a minha opiniao de Sean, tal como depois toda a cena de "pedir desculpas" e "reconquistamento" que ele fez. Aqui Jessica podia ter feito algo mais leve e não tão dramático, o que manteria um pouco mais o equilíbrio de romance e drama. talvez por isto não tenha gostado tanto do livro.
Claro que houveram cenas muito românticas e sensuais, mas foram quase todas estragadas quase imediatamente por todo o mau humor e mania da perseguição de Sean, tal como a fragilidade económica e familiar de Lizzie.
De qualquer forma, tenho pena que esta saga só tenha tido este livro, porque tenho a certeza que ia adorar ler o próximo volume.
Sinopse:
Sean O'Banyon era um banqueiro desumano que arrasava os economistas de Wall Street todos os dias. Então, como era possível que estivesse a perder o sono por uma enfermeira de calças de ganga gastas e uma t-shirt demasiado grande para ela? Talvez a culpa fosse daqueles olhos verdes quentes ou do modo como corava quando ele fazia algum comentário pessoal. A química que existia entre eles era simplesmente inegável, todavia, mais cedo ou mais tarde, Lizzie descobriria os seus segredos mais obscuros. Sean não confiava facilmente nos outros e... não pretendia de forma nenhuma formar uma família.
Título Original - The Billionaire Next Door
Edição - Junho 2009
ISBN - 9788467171297

A Sair do Forno: "Prazer Ardente" de Lisa Kleypas
Procurou-lhe de novo a boca, abriu-lha, mergulhando naquela seda húmida, quente, com um sabor íntimo que o punha doido. Depois de três temporadas em Londres em busca de pretendente, o pai de Daisy Bowman informa-a de que deverá arranjar marido. E depressa. E se Daisy não conseguir desencantar um candidato adequado, terá de se casar com um homem da escolha do pai: o cruel e emproado Matthew Swift. Daisy está aterrorizada, mas uma Bowman jamais admite a derrota. E, por isso, a jovem decide fazer os possíveis para arranjar outro pretendente que não Matthew. Mas Daisy não contava com o charme inesperado de Swift… nem com a sensualidade escaldante que depressa brota entre ambos, acabando por descobrir que, apesar de segredos e intrigas que o destino teima em impor, o homem que sempre odiou poderá ser aquele com que sempre sonhou.
A arder a partir de 7 de Março
sábado, 1 de março de 2014
Primeiras Impressões: "Rio Equilibrium" de Ricardo Tomaz Alves
Com direito a carta e dedicatório, o autor fez-me esta surpresa para conhecer a sua segunda obra. A primeira só a conheço de capa e sinopse, mas assim começo por este e logo se vê.
Um livro grossinho, mas com margens a condizer. Ao folhear achei demasiados poucos diálogos, mas tudo irá depender da escrita do autor.
Gosto do fundo preto e das penas, não gosto do resto, mas acaba por ser simples e dar ênfase ao símbolo e às letras.
Veremos...
Doce do Momento: "Pede-me o Que Quiseres, Agora e Sempre" de Megan Maxwell
Após provocar o seu despedimento na empresa Müller, Judith está disposta a afastar-se para sempre de Eric Zimmerman, e decide refugiar-se na casa do pai em Jerez.
Angustiado pela partida de Judith, Eric segue-lhe o rasto. O desejo continua latente entre ambos e as fantasias sexuais estão mais vivas do que nunca, mas desta vez é Judith quem impõe as condições, que ele aceita em nome do amor que professa.
Tudo parece voltar à normalidade, até que um telefonema inesperado os obriga a interromper a reconciliação e deslocarem-se a Munique. Longe do seu ambiente, numa cidade hostil e com o aparecimento do sobrinho de Eric, um contratempo com o qual não contava, a jovem terá de decidir se lhe deve dar uma nova oportunidade ou, pelo contrário, começar um novo futuro sem ele.
Angustiado pela partida de Judith, Eric segue-lhe o rasto. O desejo continua latente entre ambos e as fantasias sexuais estão mais vivas do que nunca, mas desta vez é Judith quem impõe as condições, que ele aceita em nome do amor que professa.
Tudo parece voltar à normalidade, até que um telefonema inesperado os obriga a interromper a reconciliação e deslocarem-se a Munique. Longe do seu ambiente, numa cidade hostil e com o aparecimento do sobrinho de Eric, um contratempo com o qual não contava, a jovem terá de decidir se lhe deve dar uma nova oportunidade ou, pelo contrário, começar um novo futuro sem ele.
Opinião Contemporânea: "Paixões à Solta" de Jill Mansell
Com Jill Mansell já sabemos com que contar: muita confusão, trocas e trocadilhos, e, principalmente, muito riso ao longo das trezentas e muitas páginas. O que não contamos, ou não sabemos, é como é que se vai resolver toda a embrulhada.
Paixões à Solta não fugiu à regra e fez justiça tanto ao seu título original - sim, naquela casa cabe muita gente -, como ao seu título português - houve mesmo muita paixão à solta: pelo ar, pelos quartos, por casamentos, por todo o lado! E o mais fantástico é que aqui não vamos ter um final feliz, mas sim uns três ou quatro.Apesar de já ser algo caractersitico nesta autora, o facto de ter muitos pares românticos e trocas entre eles acabou por distanciar as partes em que surge o par principal, o que, no meu caso, faz perder um pouco o interesse, tanto na história como nas outras personagens.
Acho que foi dada demasiada relevância a Tara, relevância esta que devia ter sido canalizada para Daisy, que acabou por surgir menos vezes, apesar do seu protagonismo na história. O mesmo acontece com Dev.
Adorei o pormenor da cadela e de tudo o que aconteceu em volta dela.
Dominic foi um personagem que detestei tal como Barney, mas por razões muito diferentes. O primeiro pela sua falsidade - houve um momento em que já não sabia se ele gostava da Tara ou não. O Barney foi por ser santo a mais, demasiado bonzinho e por isso "insonso" para o meu gosto.
Já tinha saudades de ler algo de Jill, mas, mais uma vez, este atribulado romance não foi melhor que o meu preferido, Encontro Inesperado, mas contribuiu para matar um pouco dessa falta da escrita, imaginação e humor Mansellista (posso inventar esta palavra?).
Por isso, minhas amigas e amigos que tenham um fraco por personagens masculinos muito atraentes, personagens femininas muito despistadas, mas com forte caracter, romances paralelos e cruzados, têm que ler livros de Jill Mansell que não vão ficar desiludidos.
Sinopse:
Daisy MacLean é a diretora de um delicioso hotel rural. Desde que o seu marido infiel morreu num acidente de carro, tem-se mantido solteira e boa rapariga. Mas agora não confia em homens bonitos e charmosos, e é por isso que a antiga estrela de rugby, Dev Tyzack, não tem nenhuma hipótese em a conquistar. Pensa ela… Infelizmente o passado de Daisy está a intrometer-se no seu futuro. Quando menos espera, aparece Barney, o porteiro, com algo que pertencera ao marido que Daisy pensava ter conseguido esquecer. E para aumentar a confusão, não faltam outras personagens excêntricas como Tara, a criada sempre infeliz no amor; Dominic, cujo casamento se vai realizar no hotel mas que já não quer aquela noiva; ou o próprio pai de Daisy que mantém uma relação secreta. Desta caótica torrente de paixões à solta só poderá resultar um grande desastre. Ou talvez não!
Título Original - Staying at Daisy's
Edição - Março 2012
ISBN - 9789897100284

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