terça-feira, 17 de novembro de 2015

Meio milhão de visualizações!



Ou visitas, ou acessos ou o que queiram chamar! O nome não interessa mas o número sim!

São 500.000 visualizações mas por cá gostamos de dizer que é meio milhão de visualizações, só porque dá mais impacto à coisa!

Obrigada a quem nos visita diariamente e tornou este número possível em menos de 3 anos! O aniversário do blog está aí à porta e temos muitas prendas preparadas para vocês, esperemos que gostem!

A Sair do forno: "Quando as estrelas caem" de Amie Kaufman e Meagan Spooner




Com os direitos comprados desde 2012, chega finalmente a Portugal o livro "These broken stars"!

O livro sairá no dia 2 de Dezembro de 2015!

Fiquem com a sinopse traduzida:
É uma noite igual às outras a bordo da Ícaro, os passageiros divertem-se. Tarver convida Lilac para ver as estrelas. Então, a catástrofe abate-se sobre a enorme nave de luxo: de súbito é puxada para fora do hiperespaço e despenha-se no planeta mais próximo. Lilac Laroux e Tarver Merendsen sobrevivem.

E estão sozinhos.

A cair nas livrarias dia 2 de Dezembro! 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Primeiras Impressões: "Khadija - A mulher de Maomé" de Marek Halter




Este exemplar chegou cá a casa de cortesia com a Bizâncio para o 3º aniversário do blog em Dezembro.

Confesso que estou a curiosa mas ao mesmo tempo receosa de lê-lo. Fala sobre a cultura árabe e muçulmana que hoje em dia tem uma cotação bastante negativa. Basta falar do Estados Islâmico e dos ataques terroristas para que o meu interesse em ler algo relacionado com esta cultura e religião diminui um pouco mas vou dar uma hipótese a este primeiro livro. 

A capa na minha opinião não é bonita, gosto muito mais da capa do segundo livro mas espero que o conteúdo seja bom. 

A diagramação do livro é óptima com boas margens e um tamanho de letra bom, devo demorar o meu tempo com este livro pois duvido que seja uma leitura compulsiva mas espero gostar e aprender qualquer coisa. 

Origem: "Bloodline" de Maggie Shayne




Uma origem bem macabra uhhhhh.


domingo, 15 de novembro de 2015

Opinião Contemporânea: "Casamento de Conveniência" de Jennifer Probst



Apesar de andar mais virada para o romance YA se me derem a conhecer um bom romance contemporâneo adulto como dizem os brasucas, eu topo em ler! 

26762800Apesar de ter algumas séries de romance adulto iniciadas (Ruth Cardello, Catherine Bybee, Emma Chase, Catherine Anderson (nunca mais peguei)) não resisti em começar outra nova e não estou nada arrependida em ter lido este "Casamento de Conveniência" da autora Jennifer Probst.

É o típico livro de romance, água com muito açúcar, algum limão para não se tornar demasiado doce mas que deixa qualquer leitora que goste deste tipo de livros feliz.

A estória é toda muito simples e o título juntamente com a sinopse praticamente contam como o livro é. Alexa precisa urgentemente de dinheiro para ajudar a sua família e Nick precisa urgentemente de se casar para herdar uma empresa e vários negócios. Conhecidos de infância, ambos concordam com os termos e acabam por casar-se apesar de secretamente tanto Alexa como Nick sentirem uma atracção um pelo o outro.

O livro é cliché e a autora não perde muito tempo com desenvolvimentos. Mas eu gostei muito! Normalmente até sou capaz de revirar os olhos a um livro que não traga nada de novo mas esta leitura foi tão saborosa e as personagens tão engraçadas de acompanhar que foi impossível não gostar de "Casamento de Conveniência". A minha parte favorita foi quando a Alexa trouxe os cães do canil para casa e tentou escondê-los do Nick que odiava animais. Ah, e claro quando ela deu um nome ao peixinho de Nick e queria comprar mais um para o aquário porque o peixe estava solitário. Muito bom!

Tem comédia, romance e um pouco de drama q.b e a autora levanta logo a ponta do véu de quem será o casal do próximo livro (adoro quando os autores fazem isso) portanto resta-me esperar que a Quinta Essência não demore muito tempo a traduzir o segundo livro. Por enquanto irei acompanhar esta série e fica a recomendação deste livro para quem gosta de romance de cordel do antigamente mas com capas do século XXI.

Ele tem de casar para assumir a direção da empresa, ela precisa de dinheiro para salvar a casa. Assim, fazem um acordo com um desenlace inesperado.
O bilionário Nick Ryan não acredita no casamento e considera que o amor eterno é coisa de contos de fadas. As suas ações sempre se regeram pela lógica e pela razão. Como agora precisa de se casar para adquirir o controlo da sua empresa, estabelece um pacto com regras básicas: não se apaixonar, evitar qualquer envolvimento emocional e manter uma relação puramente formal.
Alexa, a melhor amiga da sua irmã, é o tipo de rapariga impulsiva e idealista capaz de lançar um feitiço para conseguir um homem. Mas também faria tudo pelos pais e agora eles precisam de dinheiro para pagar a hipoteca da casa da família. Assim, ambos chegam a acordo. Não deve ser assim tão difícil cumprir os requisitos de um casamento de conveniência que só tem de durar um ano, certo? Mas uma série de mal-entendidos, o aparecimento de coisas do passado, o destino e paixão vão intervir para desbaratar os planos de Nick e Alexa.
Livro lido em formato digital no Cybook Muse Frontlight da Bookeen.

4 estrelinhas Michelin!

Primeiras Impressões: "A escola do bem e do mal" de Soman Chainani



Apesar de nos últimos anos andar a fugir às séries, acho que em 2016 vou começar umas quantas.

Uma delas vai ser esta - A escola do bem e do mal do autor Soman Chainani.

O 2º volume tinha chegado cá a casa pela mão da Individual mas eu não posso começar a ler a série pelo meio certo? Portanto toca de aproveitar uma promoção da Wook e comprar o 1º livro com 20% de desconto.

As edições são lindas, em capa dura e com as páginas desniveladas e estou muito curiosa para ver o que sai daqui. Pelos vistos o 3º volume chega no 1º semestre de 2016 portanto mais perto do seu lançamento irei começar a ler esta trilogia. 

E vocês? Já conheciam esta trilogia? 

sábado, 14 de novembro de 2015

Opinião Young-Adult: "Fangirl" de Rainbow Rowell




Quando em Janeiro li "Eleanor & Park" o livro rapidamente tornou-se um dos meus livros favoritos de 2015 e a expectativa para ler mais algo de Rainbow Rowell não era grande, era enorme.

Fiquei surpreendida mas feliz com o lançamento de mais um livro de Rowell em Portugal no espaço tão curto de tempo e fico ainda mais contente que em Maio de 2016 tenhamos novo livro da autora por cá. 

Fangirl traz-nos duas gémeas diferentes em personalidades. Com a entrada na faculdade, com novas amizades e novos caminhos por traçar, Wren acaba por distanciar-se da sua irmã Cath que ainda traz bastante bagagem das suas vivências nos últimos anos e que lhe é difícil desligar assim tão facilmente. Vivências estas que nos últimos anos giraram em volta do mundo fictício da série Simon Snow. Aliás toda a vida de Cath se resume a esta série, seja a lê-la ou escrevê-la. 
Cath não consegue simplesmente deixar de ser quem é e mesmo com algumas insistências da irmã e do pai e da pressão que sente (sabe-se lá por quem) para mudar ela simplesmente não consegue. 
Isto aqui tocou-me logo no meu nervo mais sensível. Eu não percebo porque é que durante grande parte do livro é passada a mensagem que a Cather devia mudar, sair mais, conviver mais só porque entrou na faculdade e a irmã está a seguir esses passos. Se a rapariga quer continuar a ser assim tal como ela é, ou seja mais recatada e insegura que seja! -.- 

Não gostei de como a autora introduziu este tema nem como desenvolveu as consequências da separação das irmãs. Como é que duas gémeas que foram unidas até a esta fase da sua vida deixam-se de falar durante 3 meses?! Sem nenhuma mudança drástica ou algo acontecimento ter acontecido para criar esse efeito, duvido que duas pessoas com laços familiares e de sangue tão fortes deixassem-se de falar assim. Odeio quando os autores fazem os leitores de burros... e gosto pouco quando criam problemas nos seus livros mas depois deixam pontas soltas ou resolvem-os como uma facilidade que nem valia a pena ter introduzido tal coisa! Por exemplo chega a uma parte em que é mencionado que a Cath há uns meses se alimenta apenas de barritas alimentares. Ora para mim isso é um indício de um distúrbio alimentar mas a autora nem o aprofunda e resolve-o rapidamente portanto mais valia nem ter escrito essa parte visto que não adiantou nada. *facepalm*

As partes do Simon e do Baz ainda comecei a ler, depois passei a ler na diagonal até saltá-las completamente. Nem sei se leia o Carry On, apesar do hype que andam a fazer o livro. 

O romance aqui é fofinho mas estava à espera de uma coisa tipo Eleanor & Park e não foi isso que encontrei. Gostei mas sinceramente achei que faltou mais química entre a Cath e o Levi. 
Gostei do amor da Cath expresso pelos livros e por histórias de outros mundos e como isso a deixa feliz porque é isso exactamente que sinto cada vez que inicio uma nova leitura. Acho que Rowell soube representar a comunidade de leitores e o paralelismo entre Simon e Baz e Harry Potter foi muito bem feito. 

Confesso que esperava mais e o livro acabou por desiludir-me um pouco mas pretendo ler mais obras da autora e espero que o meu próximo encontro com Rainbow Rowell seja mais feliz. 

Cath ama os seus livros e a sua família. Haverá espaço para mais alguém?
Todo o mundo é fã dos livros de Simon Snow. Mas Cath vai mais longe: ser fã desses livros tornou-se a sua vida. Ela e a sua irmã gémea, Wren, refugiaram-se na obra de Simon Snow quando eram miúdas, e na verdade foi isso que as salvou da ruína emocional que foi a perda da mãe.
Ler. Reler. Interagir em fóruns, escrever ficção baseada na obra de Simon Snow, vestir-se como as personagens dos livros. Mas essas fantasias deixam de fazer sentido quando se cresce, e enquanto Wren facilmente abandona esse refúgio, Cath não consegue fazê-lo. Na verdade, nem quer.
Agora que vão para a universidade, Wren não quer ficar no mesmo quarto de Cath. E esta fica sozinha e fora da sua zona de conforto. Partilha o quarto com uma miúda arrogante; tem um professor que despreza os seus gostos; um colega atraente mas que apenas fala sobre a beleza das palavras... e, ainda por cima, Cath não consegue parar de se preocupar com o seu pai, tão querido, frágil e solitário.
A pergunta paira no ar: será que ela consegue triunfar sem que Wren lhe dê a mão? Estará preparada para viver a vida em seu nome? Escrever as suas próprias histórias? E se isso significar deixar Simon Snow para trás?
Fangirl leva 3 estrelinhas de algodão doce:

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos