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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Opinião Contemporânea: "Uma rapariga dos anos 20" de Sophie Kinsella



Com a leitura deste livro só me falta ler o mais recente da autora em inglês para ter todos os livros da Sophie lidos. Ufa já faltou mais para este objectivo!

Uma Rapariga dos Anos 20Apesar de este livro ser enorme eu gostei mais deste do que o anterior que li. Achei a estória mais original e com menos palha ou situações parvas. A primeira metade do livro acaba por ser uma introdução ao livro. Este fala-nos da importância de um colar e apesar de ser o propósito do livro a sua procura, o leitor não sabe bem o porquê de este ser tão importante para as duas protagonistas desta história - Sadie e Lara. Quer dizer, para a Lara sabemos que é importante ela recuperar o colar para se ver livre de Sadie, o fantasma que a persegue mas não nos é dada muita informação sobre o paradeiro deste e porque é tão relevante na vida de Sadie, enquanto esta foi viva.

É um bom chick-lit, mais moderado nas palhaçadas o que me agradou bastante. Não me fez rir tanto como os anteriores da autora mas já percebi que esses serão sempre uma memória para recordar e portanto não me importo nada desta vertente mais sóbria da autora. Apesar de não ser tão dedicado à galhofa e mais aos lemas de união e de família, "Uma rapariga dos anos 20" cumpre o seu propósito muito bem.

O romance existe e fica claramente em segundo plano. Não foi algo que me entusiasmasse porque simplesmente não me conectei muito com o Ed mas também não desgostei dele. O ponto mais que positivo, que encontrei, foi mesmo a relação entre a Sadie e a Lara que conseguiu ultrapassar literalmente várias barreiras. Ainda assim achei algumas situações entre as duas e a procura do colar um pouco fora dos limites, mas nos livros desta autora, tudo pode acontecer e é possível acontecer o inimaginável. 

Recomendo e não é para já que lerei o único que me falta, quando sentir saudades da autora, lá o lerei.


Sinopse

Lara sempre teve uma imaginação muito fértil, mas agora, questiona-se se não estará a ficar louca. As raparigas normais de vinte anos simplesmente não vêem fantasmas! Inexplicavelmente, o espírito da sua tia-avó Sadie - sob a forma de uma rapariga ousada, exigente e dançarina de Charleston - apareceu-lhe para fazer um último pedido: Lara deve encontrar um colar que se encontra desaparecido para que Sadie possa descansar em paz. 
Lara já tem problemas que cheguem na sua vida. A sua nova empresa está em declínio, o seu melhor amigo e parceiro de negócios fugiu para Goa e acaba de ser abandonada pelo amor da sua vida. 
Mas à medida que Lara passa tempo com Sadie, a vida torna-se mais fascinante e a caça ao tesouro transforma-se em algo intrigante e romântico. Poderia o fantasma de Sadie ser a resposta para os problemas de Lara? Poderiam duas raparigas de épocas diferentes aprender algo especial uma com a outra?


Título Original: Twenties Girl
Edição: 2011
ISBN: 9789722044233



Outras obras da autora:

Tenho o Teu Número


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Origem: "A Rapariga dos Anos 20" de Sophie Kinsella

A editora Livros D'Hoje também gosta da Shutterstock, por isso fomos lá procura a origem da capa do livro que a Mafi anda a ler.
Ah e a senhora é dos anos 30!


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Opinião Histórica: "A Sedução" de Nicole Jordan


Um livro ao estilo de autoras como Emma Wildes ou Madeline Hunter. Um romance histórico cheio de suspiros e de nervos à flor da pele.
Com personagens cativantes e apaixonantes, que se enamoram entre si e até nós, esta obra só vai ser lida de maneira compulsiva e até obsessiva!
Foi pegar nele e nunca mais o largar...
Este livro vai contribuir apenas para nos agarrar-mos a esta saga e chorarmos por mais.
Lorde Damien no inicio é deveras irritante e Vanessa um pouco insossa, mas depois quando tudo começa a aquecer... já imaginam.
Os cenários são muitos variados também o que nos distrai um pouco, porque estamos tão compenetrados no que acontece com os casais que nem nos damos conta que o tempo passa e que já estamos noutra rua ou noutro baile.
Apesar de tudo é um livro muito simples, sem grandes desenvolvimentos e que se lê mui bem. Uma leitura perfeita para um fim-de-semana.
Londres 1810: Lorde Damien Sinclair, o mais reconhecido libertino da alta sociedade londrina, preocupa-se apenas com o seu próprio prazer, até que a sua irmã mais nova, Olivia, num encontro proibido, sofre um acidente e a sua reputação fica arruinada. Damien fará de tudo para destruir o jovem culpado pelo estado de Olivia… E Vanessa Wyndham protegerá o seu insensato irmão a todo o custo, mesmo que isso signifique entrar num pacto ilícito com o perigosamente bonito «Lorde Sin». Quando Vanessa se oferece para o cargo de ama de companhia da irmã incapacitada de Lorde Sin, Damien aceita mas impõe uma condição escandalosa – ele perdoará a «dívida» do seu irmão, se ela concordar tornar-se sua amante.

E assim começa a sedução. Mas, será que assim que o acordo termina, vão conseguir escapar com os corações intactos?

The Seduction (Notorious, #1)Título Original - The Seduction

Edição - 2010

ISBN - 9789722035408

https://www.goodreads.com/book/show/8475770-a-sedu-o

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Opinião Histórica: "Na Noite" de Kathryn Smith



Podem ler a opinião da Ne aqui 

"Na Noite" de Kathryn Smith, é o quarto volume da série Ryland. Já tinha ouvido falar da autora mas conhecia apenas a série sobrenatural dela. Não percebo o porquê de terem começado a publicar esta série em português (se é que vão continuar a publicar) começando pelo 4º volume. Fenómeno inexplicável da editora Livros d'Hoje para juntar a um rol de tantos outros (como por exemplo a série salteada da Laura Lee Gurhke).

Este livro, apresenta-nos um dos membros da família Ryland, uma família conhecida por ser pouco aristocrata e pelos seus membros masculinos que têm uma única fraqueza: as mulheres.
Na Noite (Ryland Brother, #4)Wynthrope Ryland é um homem misterioso que esconde um grande segredo que está prestes a ser revelado. Moira Tryndale é uma jovem insegura, que sempre foi desprezada pela mãe por não se inserir nos padrões de beleza desta. Sendo assim, a sua infância foi bastante complicada, e a sua auto-estima é mais baixa que as temperaturas do Pólo Norte. E nada vem ajudar ao facto de se ter casado, quase por obrigação com o gentil Anthony, que só queria que Moira saísse da pressão que vivia. O que muitos não sabem é que Anthony é homossexual, e este casamento é perfeito para esconder o seu romance com Nathaniel. O casamento é dado mas não consumado e quando Anthony adoece e acaba por morrer, Moira vê-se viúva e virgem.

Moira é relutante, embora viúva e por isso merecedora de uma certa tolerância da sociedade em relação a seus casos amorosos, o segredo da sua virgindade é algo que a envergonha e a assusta, pois se for descoberto, ela é obrigada a viver com a mãe, uma pessoa detestável que nunca contribuiu para a felicidade da filha.

Wynthrope Ryland é um dos solteiros mais cobiçados da sociedade e desde o primeiro encontro entre os dois que Ryland deseja apenas um beijo mas consegui-lo irá ser bem mais difícil do que pensava. A juntar à audácia e à resistência de Moira, Wynthrope também esconde um segredo (muito misteriosas eram estas pessoas do século XIX!), um segredo que já esteve mais longe de ser revelado.
Chantageado por William Daniels, Ryland vê-se entre a espada e a parede. Trair a sua família ou perder o grande amor da sua vida? Esta decisão vai preencher toda a trama do livro, dando um toque de mistério ao enredo, o que foi uma boa aposta por parte da autora, trouxe mais emoção à leitura.

O plano de Ryland seria perfeito, aproximar-se de Moira, conseguir o que queria e livrar-se dela como fez com tantas outras. O único problema que encontrou foi a sensualidade e delicadeza desta que faz com que Wyn se apaixone perdidamente.

Como podem ver não há muito mais detalhes a revelar, receando contar toda a história. O romance é fofo, leve, daqueles que deixam as meninas a suspirar por mais, uma história típica de contos de fada. Desde que Ryland leva a cabo o seu plano de seduzir Moira, não faltam provocações e apostas, como a das partidas de xadrez, onde quem perde tem o direito de servir o opositor da forma que este desejar. Estão a ver no que vai dar não é?
Mas dando algum crédito ao livro, diria que o que mais gostei foi a relação entre a Moira e Nathaniel, o amante do seu falecido marido. Ora aqui está algo diferente que nunca tinha lido, foi muito engraçado ver a amizade entre a Lady Aubourn e o gay e fiquei com o coração apertadinho com o desejo que Moira tinha: ver o seu amigo feliz e de novo apaixonado, mesmo que não pudesse expressar o seu amor publicamente, como tinha feito com Anthony.

Contudo e dentro do género, “Na Noite” não será das leituras mais prazerosas, a escrita é fluída mas as personagens pecam por serem estereotipadas, primeiro Moira é tímida, roliça, virgem (!!!) oprimida pelos comentários da mãe e da sociedade, Ryland é o comum libertino, amante de muitas mulheres e heart breaker de tantas outras. Ou seja, não há nem uma característica que realce os protagonistas, o que é uma pena.

Outro momento que me irritou e que me chateia mesmo são as inseguranças, o “vai e não vai” entre as personagens. Aqui, o que aconteceu foi que Ryland foi atacado pelo síndrome do amor pela primeira vez e como qualquer engatatão fica na dúvida se ama Moira ou não. E o mesmo acontece com ela pois claro, convencida que nenhum homem lhe quer, Aubourn também se sente insegura em à relação aos sentimentos de Wynthrope. Estas indecisões fizeram-me revirar os olhos diversas vezes.

Concluindo, “Na Noite” é um livro que vale a pena mas que claramente não acrescenta nada de novo a este género, é um livro agradável com um romance cor-de-rosa, uma escrita fluída e fácil de ler. O livro foi lido com um sorriso nos lábios e com um nó na garganta face a algumas partes do livro. É realmente uma pena que não tenhamos oportunidade de conhecer os restantes membros da família, de modo a perceber melhor esta união e os segredos da família Ryland, mas aqui fica a minha recomendação.

Wynthrope Ryland é um experiente ladrão que usa o seu charme junto de mulheres bonitas e com posses para conseguir os seus bens valiosos. No entanto, essa vida de crime não é a que deseja para si e, quando jurou deixá-la, eis que tem de cometer um último crime para proteger a carreira e a família do seu irmão North. Moira Tyndale, uma imponente viscondessa, é o seu último alvo. Porém, quando o descobre já uma profunda ligação os une. Wyn percebe que não pode mais ignorar a sua paixão. Deve proteger os seus segredos e o seu passado, mas não pode protegê-la de si mesmo. Como pode ele escolher entre o desejo do seu coração e a segurança do seu irmão?






Título Original - In The Night
Edição - Setembro 2012
ISBN - 9789722049122


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Opinião Histórica: "O Casamento do Ano" de Laura Lee Guhrke


Aqui está uma escritora que não me desilude nem que queira.
O Casamento do Ano calhou ser lido em óptima altura, visto estar com a temática na minha vida indirectamente e estar especialmente receptiva ao romance, principalmente ao histórico.
Com uma obra em tudo e em nada semelhante às anteriores, Prazeres Proibidos e A Cama da Paixão, esta conquistou-me tanto ou mais do que estas.
Adorei todos os encontros, todas as intrigas, todas as conquistas e especialmente todas as seduções. É um livro que transborda de romance e sensualidade. Cheio de suspiros e gemidos. Coberto de amor e de amizade. É uma obra com muitas camadas, todas doces, todas suculentas, todas de comer e desejar passar à seguinte. Por isso, um livro que irá agradar a todas as leitoras como eu e talvez conquistar as mais cépticas e menos propicias a este tipo de livro.
As minhas cenas preferidas são talvez as mais óbvias, mas talvez seja por essa razão que as adoro tanto. Quem é que não gosta de cenas românticas e finais felizes? Pois, então este livro está cheia delas e deles!
Derretam-se...

Beatrix Danbury sempre teve a certeza de que iria casar com William Mallory. Amava-o desde sempre e nunca duvidou que ele a amasse também. Mas quando Beatrix o obriga a ter de escolher entre uma vida a dois ou o seu sonho de sempre, ele decide-se pela última hipótese... a duas semanas do casamento.
O regresso do Duque...
William estava certo de que Beatrix o receberia de braços abertos. Os seis anos que haviam passado desde que a deixara, não tinham feito desaparecer o seu amor por ela. O problema é que Beatrix estava prestes a casar-se com outro homem. Alguém previsível e em quem sentia que podia confiar... alguém que era o oposto do seu antigo noivo.
Conseguirá William impedir o casamento do ano e ter Beatrix de volta, ou será tarde demais?

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Título Original - Wedding of the Season
Edição - 2011
ISBN -  9789722047838



 Outras obras da autora:


sábado, 10 de agosto de 2013

Opinião Histórica: "Aposta Indecente" de Matilda Wright


Aqui está um romance "mais ou menos".

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Ele tem todos os elementos para ser considerado romance, mas como esses elementos são aproveitados e misturados é que faz toda a diferença.
Normalmente sou fã dos personagens masculinos dos romances, mas neste estive vai não vai. A desconfiança do marquês de Villeclaire em Catherine só por causa de tudo o que acontece com Blache não me convence, além disso, a "doença" de Catherine provocada pelo trauma pareceu-me tão rebuscada que aumentou ainda mais o meu cepticismo neste enlace.
Em contrapartida, achei que o final foi muito bem resolvido e gostei da personagem Isabelle, grande amiga, e pelo meio amante, do marquês em questão.
A escrita de Matilda Wright é simples, com ideias bastante óbvias, mas que nós, românticas literárias, gostamos sempre de ler e de matar saudades.
Aqui não vão encontrar nada muito elaborado, apesar das intrigas e mentiras de Blanche de Belfort e sua mãe, mas vão encontrar um rol de personagens masculinos muito interessantes, tal como os pormenores da época, apesar de em pouca quantidade, mas em concordância com tudo o resto.
A capa e a sinopse fizeram, sem dúvida, o seu trabalho. Penso que nestes aspectos a editora Livros D'Hoje ganha sempre pontos.

Paris, 1854. Um dos homens mais ricos de França, o marquês de Villeclaire tem uma vida luxuosa e despreocupada, onde não falta nada que o dinheiro e a sua posição social possam pagar. Mulheres, jogo, festas, caçadas, palácios...
Mas uma aposta faz com que os destinos de Villeclaire e Catherine Duvernois, uma jovem e misteriosa viúva, se cruzem, numa altura em que uma nuvem negra tolda os dias do belo marquês, prestes a casar, contra a sua vontade, com Blanche de Belfot.
A vida de Louis de Villeclaire desmorona-se...
Quem é Catherine Duvernois? E Blanche de Belfort? Alguém está a mentir. Mas quem? Porquê? A resposta mudará para sempre o futuro destas três personagens.
Um romance arrebatador, que se desenrola entre os sofisticados salões da aristocracia parisiense e as deslumbrantes paisagens do Vale de Loire, levando os leitores numa viagem inesquecível por cenários de sonho, durante o reinado do Imperador Napoleão III. 

Título Original - ?
Edição - 2011
ISBN - 9789722047760

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Opinião Sobrenatural: "Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas" de Raphael Draccon

 
Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas resume-se no seguinte: Raphael Draccon pegou nalgumas histórias infantis, como o capuchinho vermelho ou a princesa e o sapo, e juntou tudo, criando apenas um espaço, de nome Andreanne, e pronto. Fez algumas ligações entre as histórias e meteu alguns comentários, que a meu ver são um pouco convencidos, e opiniões pessoais e pelo meio.
Para alguns estes à partes podem ser originais, mas para mim interrompeu inúmeras vezes a história para colocar capítulos com informações que pouco tinham de interesse e que podia ter incluído muito bem no resto da acção.
 
Portanto, posso ter gostado da história de Maria Hanson e Axel, posso ter gostado da história de João Hanson, posso ter gostado de muita coisa, mas a forma como a história é contada tornou tudo muito mais moroso e com interrupções incomodas.
 
Resumindo, gostei das personagens, gostei das histórias, muitas já conhecidas, mas não recomendo o livro, que nos engana desde o inicio, da capa à sinopse. Sei que é o primeiro livro de uma trilogia, mas não tenho a mínima curiosidade para continuar a ler as obras de Raphael Draccon.

Pode dizer-se que, em Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas, Raphael Dracon parte de uma simples questão para dar vida aos seus personagens: o que aconteceu depois?
O que aconteceu ao Capuchinho Vermelho depois do caçador ter matado o lobo? E ao caçador? Teriam João e Maria realmente conseguido matar a bruxa? E qual foi a reação dos seus pais quando voltaram para casa? Teve a princesa realmente coragem de beijar o príncipe que se transformou num sapo? E o que fizeram os anões depois de a Branca de Neve ter encontrado o seu príncipe?
Quem é que, depois de ler os sempre eternos contos de fadas, não se questionou a esse respeito? De uma maneira dinâmica, Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas narra a história do que teria acontecido depois desses contos chegarem ao fim sem perder a perspetiva da eterna luta entre o bem e o mal.
O autor reúne todos estes personagens (e muitos outros) no Reino de Arzallum, muitos deles vivem em Andreanne, a capital do Reino. Arzallum fica em Nova Ether, um mundo que fora assolado pela magia negra praticada por bruxas que se desviaram do caminho do bem.

Edição - 2011
ISBN - 9789722046961

domingo, 4 de agosto de 2013

Compilações: "Prazeres Proibidos" e "A Cama da Paixão" de Laura Lee Guhrke


Aqui está outro caso em que os livros não foram editados pela ordem correcta, mas aqui ainda há o agravo de não terem editado nem o 2º nem o 4º da saga. Mas, no final, acabou por não ser assim tão mal, visto que os personagens principais deste não me provocam muita curiosidade.
Prazeres Proibidos (Guilty Series, #1) Em relação a Prazeres Proibidos e A Cama da Paixão posso dizer que têm bastante carga emocional, mas que esta é aligeirada pelo humor presente, talvez mais óbvio no primeiro.
A Cama da Paixão  (Guilty Series #3) Quando os adquiri foi por impulso, e mesmo quando lhes peguei para ler não estava à espera de histórias muito desenvolvidas ou de romances cativantes, mas enganei-me bastante. Laura Lee Guhrke presenteia-nos com duas histórias cheias de sensualidade e amor, dois ingredientes essenciais para um bom livro romântico. A parte de ser do fim do século XIX só melhora ainda mais!
Dos dois o meu preferido foi o primeiro. Aquele amor platónico misturado com o "patinho feio" tornou o livro bastante divertido, mas romântico. Além disso a personagem feminina tem algumas das características que mais gosto: inteligência, beleza escondida e muita independência. Esta última aparece quase no inicio, mas este último mostra uma Daphne tão diferente que a sua mudança é quase engraçada, espontânea e natural que não a notamos; só nos apercebemos quando ela começa a fazer frente ao charmoso do Anthony.
A Cama da Paixão já foi mais emotivo, com menos alegria e mais raiva e irritação pelo meio. Tal como no primeiro, é o personagem masculino que se redime e procura conquistar a dama, mas Laura conseguiu mostrá-lo e descrevê-lo de maneiras diferentes.
Recomendo assim a leitura destes dois volumes, apesar da ausência do segundo e do quarto. Recomendo também que sejam lidos por ordem, apesar de poderem ser lidos individualmente.
Espero sinceramente vir a ler mais obras da escritora, em português de preferência.

Podem ler AQUI a opinião do segundo livro desta série.



Guilty Pleasures (Guilty, #1)Toda a mulher tem os seus prazeres proibidos proibidos...

Para a delicada e tímida Daphne Wade, o mais apetecível prazer proibido é observar discretamente o seu patrão, o duque de Tremore, enquanto este trabalha numa escavação na sua herdade.
Daphne foi contratada para restaurar os tesouros de valor incalculável que Anthony tem estado a desenterrar, mas não é fácil para uma mulher concentrar-se no seu trabalho quando o seu atraente patrão está sempre em tronco nu.
Apesar dele não reparar nela, quem a pode censurar por, mesmo assim, se ter apaixonado desesperadamente por ele?
Quando a irmã de Anthony, Viola, decide transformar esta jovem e simples mulher de óculos dourados numa provocante beldade, ele declara a tarefa impossível. Daphne fica arrasada quando sabe… mas está determinada a provar que ele está errado.
Agora, uma vigorosa e cativante Daphne sai da sua concha e o feitiço vira-se contra o feiticeiro. Será que Anthony conseguirá perceber que a mulher dos seus sonhos esteve sempre ali? 


The Marriage Bed (Guilty, #3)Londres, 1833. Quando numa noite Lady Viola conheceu o galante visconde John Hammond foi amor à primeira vista. Vendo-se repentinamente envolvida numa relação séria, só se apercebeu da chocante verdade após o casamento: o seu amado John nunca tinha gostado dela verdadeiramente, casando com ela apenas pela sua fortuna... e o pior, é que ele não via nada de errado nisso. Desolada, Viola jurou nunca mais permitir que o canalha que a tinha enganado se voltasse a deitar com ela. John, na verdade, nunca teve a intenção de ferir a bela e determinada mulher que se tornou numa estranha para ele. Agora, depois de anos de um casamento faz de conta, ele precisa de um herdeiro, e vê-se confrontado com um intrigante e atraente desafio: ter de seduzir a sua própria mulher. Ele tem de convencer Viola a regressar ao seu leito matrimonial, mas desta vez pode ser ele o único a perder o coração.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Primeiras Impressões: "Eterna Paixão" de Gwyn Cready


Ora ora ora, quem cá chegou a casa. Pois é, muita gente não gostou deste livrinho, mas eu gostei tanto que passados anos o comprei e o vou reler eheh.

O Título:

Gosto do tipo de letra principalmente. o título em si é normal para um romance.

A Capa:

Adoro! Nem sei se é mais pelas cores usadas se pela imagem, mas acho que o conjunto é muito cativante.

A Sinopse:
 
Já a conhecia, como é óbvio, mas relê-la só fez com que me entusiasmasse mais para o ler. aiiiii.
 
A Paginação:
 
Letra mais para o grande e espaçamento igual...
 
Dúvidas/Expectativas:
 
Espero gostar tanto ou mais como da primeira =) eheh

domingo, 19 de maio de 2013

Opinião Histórica: "Eterna Paixão" de Gwyn Cready


Divertido, sexy… uma aventura que não vai querer perder. Não teria dito melhor.
Este é um romance que recomendo vivamente, tanto pelo romance em si, como o humor vivo e inteligente presente, como a cultura aqui inserida eficazmente. Principalmente esta última, que é tão subtil mas ao mesmo tempo tão importante tanto para o desenrolar e a riqueza da história, que acabamos por nos aperceber que a temática da pintura é o que de melhor há nesta obra.
A sinopse fez que com o inicio me surgisse um pouco confuso, mas depois rapidamente nos localizamos e nos apercebemos de todo o enredo e toda a teia de acontecimentos.
A personagem principal é bastante engraçada, e todas as aventuras por que ela passa, tal como as tristezas, tornam-na não numa personagem perfeita, mas que consegue a simpatia do leitor. Gostei bastante de Peter Lely, que com o seu charme e talento conquista tanto as senhoras do livro como as leitoras deste.
Anastacia, a irmã de Campbell, mas também a sua maior rival, é um trunfo na manga de Gwyn Cready que nos faz odiá-la, mas que no final acabamos por dar o braço a torcer e confessarmos que afinal esta tornou tudo ainda mais difícil e emocionante.
Os cenários... bem os cenários imaginei-os bastante fieis à época e assim consegui saciar um pouco as minhas saudades dos romances históricos. Este livro não se enquadra, mas pelo menos podemos viajar um pouco para o século XVII e sermos apresentados tanto ao rei Charles II como à sua rainha e amante.
A escrita é tão leve, interessante e alegre como as próprias personagens, o que gere um equilíbrio e uma mistura óptima para relaxarmos e nos deixarmos envolver por personalidades e lugares tão fascinantes e, de certa forma, actuais.
Gostei bastantes por todas estas razões desta estreia nas obras da escritora Gwyn Cready, as quais vou querer acompanhar.

A historiadora de arte Campbell Stratford está prestes a afirmar-se no mundo da Arte tornando-se na nova directora executiva do famoso Carnegie Museum of Art, em Pittsburg. Para que tal aconteça está dependente do contrato de um livro.
Tendo em conta que o seu grande amor no mundo da arte são os artistas do século XVII, Cam resolve escrever uma fictografia - biografia ficcionada - escandalosamente sexy e reveladora, sobre um dos importantes artistas desse período, Anthony Van Dyck.
Decide fazer algumas pesquisas na Internet para tomar conhecimento de factos reais que pretende entrosar com a ficção e é fortuitamente "enviada", como se de uma máquina do tempo se tratasse, para o ateliê de um outro artista menor, Sir Peter Lely, um pintor da corte, por quem decide ser retratada e com quem se envolve numa noite de arrebatadora paixão, quando o seu intuito é descobrir como é possível a mudança temporal.
O Grémio Executivo que tem como função supervisionar as almas de artistas já falecidos, quando toma conhecimento da intenção de um livro escandaloso que está a ser escrito por alguém no século XXI, faz planos para impedir a sua publicação, e o seu intermediário é o playboy Lely.
Campbell regressa a casa e descobre a traição, mas antes que se possa virar contra o seu amante, Sir Peter aparece de surpresa no futuro e transforma a sua vida no século XXI num verdadeiro caos.

Título Original - Flirting with Forever
Edição - Abril 2011
ISBN - 9789722045070

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos