
Nós prometemos que íamos procurar mais origens de livros portugueses e cumprimos :P








Apesar de este livro ser enorme eu gostei mais deste do que o anterior que li. Achei a estória mais original e com menos palha ou situações parvas. A primeira metade do livro acaba por ser uma introdução ao livro. Este fala-nos da importância de um colar e apesar de ser o propósito do livro a sua procura, o leitor não sabe bem o porquê de este ser tão importante para as duas protagonistas desta história - Sadie e Lara. Quer dizer, para a Lara sabemos que é importante ela recuperar o colar para se ver livre de Sadie, o fantasma que a persegue mas não nos é dada muita informação sobre o paradeiro deste e porque é tão relevante na vida de Sadie, enquanto esta foi viva.
Título Original - The Seduction
Wynthrope Ryland é um homem misterioso que esconde um grande segredo que está prestes a ser revelado. Moira Tryndale é uma jovem insegura, que sempre foi desprezada pela mãe por não se inserir nos padrões de beleza desta. Sendo assim, a sua infância foi bastante complicada, e a sua auto-estima é mais baixa que as temperaturas do Pólo Norte. E nada vem ajudar ao facto de se ter casado, quase por obrigação com o gentil Anthony, que só queria que Moira saísse da pressão que vivia. O que muitos não sabem é que Anthony é homossexual, e este casamento é perfeito para esconder o seu romance com Nathaniel. O casamento é dado mas não consumado e quando Anthony adoece e acaba por morrer, Moira vê-se viúva e virgem.
O Casamento do Ano calhou ser lido em óptima altura, visto estar com a temática na minha vida indirectamente e estar especialmente receptiva ao romance, principalmente ao histórico.
Em relação a Prazeres Proibidos e A Cama da Paixão posso dizer que têm bastante carga emocional, mas que esta é aligeirada pelo humor presente, talvez mais óbvio no primeiro.
Quando os adquiri foi por impulso, e mesmo quando lhes peguei para ler não estava à espera de histórias muito desenvolvidas ou de romances cativantes, mas enganei-me bastante. Laura Lee Guhrke presenteia-nos com duas histórias cheias de sensualidade e amor, dois ingredientes essenciais para um bom livro romântico. A parte de ser do fim do século XIX só melhora ainda mais!
Londres, 1833. Quando numa noite Lady Viola conheceu o galante visconde John Hammond foi amor à primeira vista. Vendo-se repentinamente envolvida numa relação séria, só se apercebeu da chocante verdade após o casamento: o seu amado John nunca tinha gostado dela verdadeiramente, casando com ela apenas pela sua fortuna... e o pior, é que ele não via nada de errado nisso. Desolada, Viola jurou nunca mais permitir que o canalha que a tinha enganado se voltasse a deitar com ela. John, na verdade, nunca teve a intenção de ferir a bela e determinada mulher que se tornou numa estranha para ele. Agora, depois de anos de um casamento faz de conta, ele precisa de um herdeiro, e vê-se confrontado com um intrigante e atraente desafio: ter de seduzir a sua própria mulher. Ele tem de convencer Viola a regressar ao seu leito matrimonial, mas desta vez pode ser ele o único a perder o coração.
Este é um romance que recomendo vivamente, tanto pelo romance em si, como o humor vivo e inteligente presente, como a cultura aqui inserida eficazmente. Principalmente esta última, que é tão subtil mas ao mesmo tempo tão importante tanto para o desenrolar e a riqueza da história, que acabamos por nos aperceber que a temática da pintura é o que de melhor há nesta obra.As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos