
Ainda se lembram deste livro? Pois mais uma trilogia interrompida por cá. A capa é bastante bonita e a sua origem também, não concordam?





O Casamento do Ano calhou ser lido em óptima altura, visto estar com a temática na minha vida indirectamente e estar especialmente receptiva ao romance, principalmente ao histórico.
Em relação a Prazeres Proibidos e A Cama da Paixão posso dizer que têm bastante carga emocional, mas que esta é aligeirada pelo humor presente, talvez mais óbvio no primeiro.
Quando os adquiri foi por impulso, e mesmo quando lhes peguei para ler não estava à espera de histórias muito desenvolvidas ou de romances cativantes, mas enganei-me bastante. Laura Lee Guhrke presenteia-nos com duas histórias cheias de sensualidade e amor, dois ingredientes essenciais para um bom livro romântico. A parte de ser do fim do século XIX só melhora ainda mais!
Londres, 1833. Quando numa noite Lady Viola conheceu o galante visconde John Hammond foi amor à primeira vista. Vendo-se repentinamente envolvida numa relação séria, só se apercebeu da chocante verdade após o casamento: o seu amado John nunca tinha gostado dela verdadeiramente, casando com ela apenas pela sua fortuna... e o pior, é que ele não via nada de errado nisso. Desolada, Viola jurou nunca mais permitir que o canalha que a tinha enganado se voltasse a deitar com ela. John, na verdade, nunca teve a intenção de ferir a bela e determinada mulher que se tornou numa estranha para ele. Agora, depois de anos de um casamento faz de conta, ele precisa de um herdeiro, e vê-se confrontado com um intrigante e atraente desafio: ter de seduzir a sua própria mulher. Ele tem de convencer Viola a regressar ao seu leito matrimonial, mas desta vez pode ser ele o único a perder o coração.
Ao contrário do primeiro livro que nos apresentou uma história de amor cheia de inocência e humor, Todos os Teus Beijos, o segundo livro da saga Guilty, revelou-se uma história romântica (isso não posso negar) mas com uma personagem feminina cujo dramatismo não me pareceu sincero.
Depois da boa surpresa que foi o primeiro livro, posso dizer que o segundo foi uma desilusão e para mim é o mais fraco da série. Ao contrário de "Prazeres Proibidos" não senti qualquer empatia com o casal protagonista. Dylan, é convencido e arrogante e surpreendido por uma filha que nunca pensou ter, vê-se obrigado a contratar uma ama que tome conta dela e a eduque, visto ele não conseguir fazer isso, pois está mais preocupado em compor música e conquistar novas mulheres. Grace é surpreendida com o convite para o cargo de ama, o que ela não sabe é que é apenas um plano de Dylan para que este tenha sua musa inspiradora por perto. Grace sabe muito bem a fama que Moore tem mas mesmo assim não consegue deixar de ser seduzida por ele. Não foi um livro que me prendesse pois achei o Dylan egoísta, contratando a Grace apenas para poder se inspirar nela de modo a compor a sua música, ou seja meteu os interesses dele à frente das necessidades da filha. Apesar deste pequeno detalhe, gostei da influência que Grace teve na família, tanto em Isabel, a filha como em Dylan, mostrando que este teria de deixar sua vida de mulherengo, pois agora tinha uma criança para cuidar. Foi um livro que se leu bem mas claramente inferior ao primeiro.
Como li o livro em 2009, e naquela altura não fazia opiniões, agora é difícil dar uma opinião concreta do que achei. Baseando-me um pouco na sinopse, o livro conta a história de Daphne, uma jovem bela, tímida e inteligente que apesar de ter todos os atributos para ser apreciada por vários homens, nunca ligou muito ao sexo masculino, escondendo sempre a sua beleza. Surge a oportunidade de trabalhar na inauguração de um museu e é aí que conhece Anthony, um duque que irá deixar o coração de Daphne (e já agora o meu também) a bater mais depressa, pois quem não gostaria de ter um patrão a trabalhar numa escavação, sem camisa e mostrar os peitorais e músculos bem definidos? A jovem apaixona-se perdidamente por este mas a relação entre os dois não vai ser fácil. Rude, frio, distante, Anthony não sente qualquer desejo pela moça. Bastou uma conversa privada entre o jovem duque e a sua irmã, Viola, que irá ser protagonista do 3º livro, para o livro aquecer. Sem querer Daphne fica a saber que nunca terá hipóteses com o seu príncipe encantado. Magoada, decide partir mas é convencida a ficar, até o museu ser aberto. É durante este tempo que os dois vão se conhecer melhor e vão se apaixonar perdidamente, entregando-se às loucuras da paixão. Contrariamente ao que sentia, Anthony vê-se obrigado a inventar todos os pretextos para que Daphne prolongue a sua estadia. 
As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos