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domingo, 15 de outubro de 2017

Doce do Momento: "Encontrada" de Carina Rissi



Desisti de vez de ler o "Entre Linhas" para continuar a ler a história de Sofia e Ian.
Sofia está de volta ao século dezenove e mais que animada para começar a viver o seu final feliz ao lado de Ian Clarke. No entanto, em meio à loucura dos preparativos para o casamento, ela percebe que se tornar a sra. Clarke não vai ser tão simples quanto imaginava.
As confusões encontram a garota antes mesmo de ela chegar ao altar — e uma tia intrometida que quer atrapalhar o relacionamento é apenas uma delas. Além disso, coisas estranhas estão acontecendo na vila. Ian parece estar enfrentando alguns problemas que prefere não dividir com a noiva.
Decidida, Sofia fará o que estiver ao seu alcance para ajudar o homem que ama. Ela não está disposta a permitir que nada nem ninguém atrapalhe seu futuro. Porém suas ações podem pôr tudo a perder, e Sofia descobre que a única pessoa capaz de destruir seu felizes para sempre é ela própria.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Pausa para Chocolates: "Perdida" de Carina Rissi



Foi desta que não resisti.
Sofia vive em uma metrópole e está habituada com a modernidade e as facilidades que isso lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor à menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição.Após comprar um novo celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa.Com a ajuda do prestativo Ian, Sofia embarca numa procura às cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam levá-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...

quarta-feira, 15 de março de 2017

Ponto de Situação: "Up in Flames" de Abbi Glines



Ainda sem título em português, este é o último dos livros da saga Rosemary Beach que saiu. Já há algum tempo que ele estava no Kobo, mas por alguma razão que me é desconhecida ainda não lhe tinha pegado. Mas depois de ler Emma Chase decidi que tinha que pegar novamente no trabalho de Abbi Glines visto que os livros de uma só me lembravam os da outra.
Up in Flames traz-nos para mais perto de Nan e Major, mas nos primeiros capítulos, muito curtos para o meu gosto, a autora baralhou-me bastante. Nan interessa-se por Ganner, ou Cope, como lhe quiserem chamar e tudo o que se passa entre eles é deveras intenso e nem tudo ao meu gosto.
Nan parece-me muito frágil para o que conhecemos dela, e ao pé de Cope então é uma pessoa completamente diferente. Entrega-se demasiado e tudo indica que afinal ela não tem interesse nenhum em Major, nem este por ela. Mas quando ela o rejeita de repente parece que o mundo acabou. Hum!! Não me convence. Ao contrário dos outros livros, a atracção e o amor entre o casal, estejam juntos ao não, era tão óbvio que foi isso mesmo que me conquistou ao longo da saga. Não haviam dúvidas que eles estavam destinados a estar juntos. Mas aqui, até agora, tenho a sensação que são tudo relações fúteis e fugazes, e que o amor está muito longe de Vegas (onde eles andam agora).
Major parece um coelho e isto para mim é sinal de ausência de sentimentos para com Nan. Tomemos o exemplo de Rush ou outros: mal começaram a sentir algo mais forte deixaram de estar com outras, porque até a vontade se lhes evaporou. Mas aqui Major continua com outras mesmo quando supostamente percebeu ali algum sentimento por ela.
Entretanto cheguei a meio do livro e já percebi como vai acabar! Aquela agressão toda não me parece muito certa, mas se a Nan gosta, boa sorte para ela!

terça-feira, 14 de março de 2017

Doce do Momento: "Up in Flames" de Abbi Glines



Já tinham saudades? Eu já! E este ebook já aqui anda há algum tempo.
Finalmente vou pegar nele e cheira-me que esta história e daquelas de fazer roer as unhas... de gel!
Por ser a garota má de vestidos Prada de Rosemary Beach, Nan Dillon foi chamada de todos os nomes desprezíveis debaixo do sol quente do verão. Alguns são merecidos pela sua reputação - nunca teve de se preocupar com nada, além de manter a imagem perfeita e dividir o jacto particular do pai com o seu irmão, Rush. Mas Nan está longe de ser feliz. Rush tem outro filho a caminho e não tem tempo para correr atrás da irmã. Grant, o último rapaz com que ela realmente se importou, escolheu ficar com sua meia-irmã, Harlow, em vez dela. E Harlow, que jamais vai superar o jeito que Nan a tratou quando se mudou para a cidade, se mantém distante.
Então quando Major a chama para sair, ela agarra a oportunidade de ficar com o galanteador. Embora ela não saiba muito sobre o texano de fala mansa, e ainda que está claro que ele não quer ser exclusivo, estar com ele é bem melhor do que sair com socialites fúteis ou assistir Netflix sozinha em casa.
Por um tempo, Nan lida com o jeito playboy de Major, mas depois que ele a magoa várias vezes, ela tira um fim de semana louco de última hora em Vegas. Lá, ela conhece Gannon, um empresário sombrio e sedutor e oh-tão-perigoso que sabe exactamente como lidar com ela. Com Major pedindo uma segunda oportunidade e Gannon aparecendo em sonhos, Nan tem que decidir a quem dar o seu coração. Mas o que ela não percebe é que esses jogadores estão envolvidos num jogo bem maior - e eles já estão duas jogadas à sua frente.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Opinião Fantástica: "Winter" de Marissa Meyer



Com Winter, voltei aos meus tempos de ler livros digitais. Não sei se foi isso ou a história de Meyer que me fez ler 800 páginas em pouco tempo, quando nos meses anteriores li um número próximo de zero! Acho que foram os dois ou uma maior percentagem mais para o lado de Winter.
Infelizmente Winter demorou imenso tempo a sair, e continua a demorar na nossa língua, por isso decidi ler em brasileiro. Penso que não perdi tanto como se tivesse lido em inglês.
À semelhança dos anteriores, este livro, apesar de gordinho, leu-se tão fácil que foi como ver um filme, o que chega para explicar o quanto eu gostei de o ler. Os outros, já lidos há algum tempo, foram sendo relembrados aos poucos, porque a minha memória já me falha. Mas há medida que as personagens foram aparecendo também os seus volumes correspondentes o fizeram.
Como sabem, este volume foi o término de tudo, mas é também a introdução da história de Winter. Esta personagem é uma personagem bastante complexa, a meu ver, pelo que me foi difícil compreendê-la e perceber se gostava dela ou não. O que já não aconteceu com o seu segurança preferido.
Marissa Meyer não poupa as suas criações e fá-las sofrer imenso, isso posso adiantar, e assim acaba por nos fazer sofrer a nós, leitores, que nos acabámos por apaixonar por todos eles. O que vale é que todas as páginas são lidas tão rápido e sofregamente que essas dores e provações passam também rápido e quando vamos a ver já estamos na última página, no nosso final.
Um ponto que notei foi que lendo os livros tão separadamente, o romance entre Cinder e o seu príncipe acabou por perder alguma daquela luz que nos faz segui-la como as moscas e por isso quando o fim chegou acho que não fiquei tão satisfeita como queria ter ficado. Mas acho que isso acontece quando um livro é bom, nunca estamos saciadas.
Os cenários continuam fantásticos, quase reais, e a autora consegue-nos de facto transportar para este mundo que criou.
A má da fita continua má, apesar de podermos conhecer uma ponta de coração gelado que afinal está mais descongelado, mas que mesmo assim não nos convence ou conquista.
As madrastas e meio-irmã de Cinder também reaparecem e têm o seu papel, algo significativo, na história, o que foi uma boa surpresa.
Em relação à outra ciborgue, a minha mente romântica ficou com a ideia que ela também iria ter direito ao seu par, mas fiquei sem perceber se de facto aquele segurança sentia alguma coisa por ela ou não. Temos que ter noção que ela não é meio humana como Cinder, mas de qualquer maneira ela foi uma presença tão forte e real como todos os outros.
Espero sinceramente que a autora nos presenteie pequenos contos do que aconteceu posteriormente, nem que seja para matar algumas saudades destes personagens tão cativantes.
Resumindo, a espera foi grande mas a recompensa também. Recomendo mil vezes.

Bestseller do The New York Times, a série Crônicas Lunares conquistou os leitores com sua releitura high-tech de contos de fadas tradicionais. Depois de Cinder, Scarlet e Cress, inspirados, respectivamente, nas histórias de Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel, Marissa Meyer entrega a eles o último capítulo da série, em que reconta a história de Branca de Neve com tintas distópicas. Na trama, a princesa “Winter” vive subjugada por sua madrasta, Levana, que inveja sua beleza e não aprova os sentimentos da jovem pelo amigo de infância e belo guarda real Jacin. Mas “Winter” não é tão frágil quanto parece, e, junto com a ciborgue Cinder e seus aliados, a jovem princesa é capaz de ini¬ciar uma revolução e vencer uma guerra que já está em andamento há muito tempo. Será que Cinder, Scarlet, Cress e “Winter” podem derrotar Levana e encontrar seus finais felizes?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Compilações: "O Pacto", "O Erro" e "The Score" de Elle Kennedy



Elle Kennedy neste momento está para mim como uma substituta em férias de Abbi Glines. Porquê? Porque as histórias são parecidas, mas ainda lhes falta ali qualquer coisinha para chegar ao nível de Abbi.
Temos adolescentes quase adultos, na faculdade, temos rapazes muitos ricos e raparigas pobres, temos muito sexo e sensualidade, etc. Aqui também vamos encontrar bebidas, festas e droga. Todos os elementos que normalmente fazem parte destes young-adult mais eróticos.
A empatia está lá e por isso estes livros são imensamente viciantes.
Felizmente cada livro tem o seu casal, porque sinceramente, não ando com muita paciência para seguir o mesmo casal por vários livros.
N'O Pacto, a protagonista feminina é um pouco insegura em muitas coisas, o que não faz o "meu género", mas depois acaba por compensar
Aqui a história não é muito desenvolvida. Tudo esmiuçado e temos uma rapariga supostamente tímida que está atraída por um dos rapazes mais giros da faculdade e temos um jogador, giro, rico e talentoso, que nunca se tinha apercebido dela até ir contra ela no fim de uma aula. Depois é o típico eu ajudo-te a conquistar o outro e tu ajudas-me a estudar, há ali ainda uma Hannah difícil que não quer o acordo, mas quando ela finalmente aceita pronto, lá começa o romance e a atracção mutua.
No Erro há um passado, e Logan vai ter que rastejar bastante, o que é bastante engraçado, principalmente porque os seus amigos andam sempre à sua volta e tornam tudo muito mais emocionante. Claro que isto na realidade nunca acontece bem assim, mas é sempre giro ler que estes badboys ficam cegos e só conseguem ver uma rapariga. Há ali até uma diminuição do intelecto!
No The Score, ainda sem título em português, o desafio ainda é maior, principalmente porque tanto Allie como Dean têm estado na história desde o início e por isso já os conhecemos bastante bem, tal como eles um ao outro. Dean é o mimado, Allie a independente e claro, Elle Kennedy vai-lhes "atar" um elástico e eles não vão conseguir afastar-se muito um do outro. Esse puxão do elástico é que anima tudo.
Agora que finalmente termino de escrever esta opinião acho que me está a faltar aqui um pormenor. Não era aqui nesta saga que um dos amigos de Garrett gostava da sua miúda? Ou é noutra série?
Penso que vou ficar por aqui, porque quem já leu o The Goal disse que é uma desilusão completa. E como eu estou a gostar tanto desta série não quero estragar.
Como podem ver as histórias não são muito profundas e a base é sempre a mesma, até de outras séries. Não há grandes dramas familiares e tudo se resumo à atracção entre eles e às suas relações. Aqui, o que nos faz agarrar bem o Kobo são mesmo os diálogos entre os personagens, tão cativantes, já para não falar de todo o ambiente e todo o sexo. Faz-nos imaginar tudo e todos e desejar estar lá e divertirmo-nos tanto quanto eles.

Hannah Wells encontrou finalmente aquela pessoa. Segura e confiante em todas as outras facetas da vida, enfrenta uma série de receios e inseguranças no que toca a sexo e sedução. Se quiser prender a atenção da sua nova conquista terá que sair da zona de conforto... Mesmo que tal signifique ter que aturar o arrogante e infantil capitão da equipa de hóquei... E vai ser tão bom.
Ser jogador de hóquei profissional foi tudo o que Garrett Graham sempre quis, mas as notas de final de formatura ameaçam deitar por terra este sonho, pelo qual tanto tem lutado. Se ajudar uma morena, muito gira e cheia de sarcasmo, a fazer ciúmes a outro lhe garantir a posição na equipa, que seja! Mas um inesperado beijo leva-os às cenas de sexo mais incríveis das suas vidas, e não vai levar muito tempo até que Garrett perceba que fingir não será o caminho... Terá, sim, que convencer Hannah de que o homem que ela procura se parece em tudo com Garrett. Elle Kennedy é autora best seller do New York Times, USA Today e Wall Street Journal. Escreve romances de suspense e eróticos contemporâneos. Heroínas fortes e sensuais, e heróis sexy e musculados são marca dos seus livros, temperados com muito «calor» e alguns perigos, pelo que já conquistou um vastíssimo público leitor.
Depois de um ano como caloira, Grace está de volta à Universidade de Briar, mais velha, mais madura. E já não é a borboleta tranquila que era quando se envolveu com John. Se Logan espera que ela implore e rasteje a seus pés como todas as suas outras conquistas, pode esperar sentado. Desta vez, é Grace quem vai ao volante... e ela tenciona guiar de forma selvagem.
Allie Hayes está em estado de crise. Com a formatura a aproximar-se, não tem nenhuma ideia do que fazer depois da faculdade. Para piorar, ela está a curar-se de um coração partido após o término de um longo relacionamento. Sexo selvagem e sem compromisso para compensar certamente não é a melhor solução para os seus problemas, mas o belo Dean Di-Laurentis, estrela do time de hoquei é impossível de resistir. Apenas uma vez, ela pensou, porque mesmo que seu futuro seja incerto, certamente não inclui o rei dos adeptos a ‘Uma Noite Apenas’.
Dean sempre consegue o que quer. Garotas, notas, garotas, reconhecimento, garotas… Ok, ele é um mulherengo, e ele ainda não conheceu uma garota imune ao seu charme. Até Allie. Por uma noite, a determinada loira balançou seu mundo – e agora ela quer que sejam apenas amigos? Não. Não está acabado até ele dizer que sim. Dean está sempre em busca de mais, mas quando sua vida sobre uma mudança brusca, ele começa a pensar se talvez não seja hora de para de querer apenas marcar pontos no jogo e marcar para o amor.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Pausa para Chocolates: "Brilho" de Amy Kathleen Ryan



A pausa continua porque os que estão a meio não me puxam minimamente.
A Terra não existe mais, e em duas naves que procuram um novo mundo no espaço, uma menina de 15 anos precisa casar e engravidar para garantir a sobrevivência da humanidade. Enquanto isso, uma sucessão de acontecimentos electrizantes torna a jornada pelo espaço algo absolutamente imprevisto.
A Terra colapsou, acabou, sumiu. Duas naves espaciais, a Empyrean e a New Horizon, vagam pelo espaço há 40 anos, em busca de um novo mundo no qual a humanidade poderá sobreviver e retomar o seu destino. Mas há um problema: a tripulação da Horizon não conseguiu conceber descendentes para continuar a missão e povoar o novo planeta que está buscando…
Na escuridão do espaço, a Horizon torna-se uma ameaça para a nave irmã, Empyrean. Sua tripulação precisa desesperadamente de jovens para casarem e produzirem descendentes.
A bordo da Empyrean, seus habitantes nem sequer suspeitam de que podem ser atacados por quem pretende levar o que eles têm de mais precioso, os jovens. Quando a Empyrean enfrenta o ataque repentino de seus próprios aliados, eles rapidamente descobrem que os inimigos não estão somente do lado de fora.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Pausa para Chocolates: "Diz-me Quem Sou" de Sophie Kinsella



Hum, pois, não estou mesmo virada para os três romances históricos que tenho a meio, fora o contemporâneo. Ai a minha vida...
Fui então ver o que tinha ali no Kobo que me parecesse interessante e rápido de ler e calhou-me este. A Mafi gostou, será que vou gostar também?
Adoro a capa, ainda bem que trocaram, as outras são horríveis.
E se acordasses e a tua vida fosse perfeita?
E se um dia abrir os olhos e, de repente, a sua vida for perfeita? Por incrível que pareça, esse sonho tornou-se realmente realidade para Lexi Smart. Tinha um emprego mal pago, dentes tortos e uma vida amorosa horrível quando, uma manhã, acorda numa cama de hospital e descobre que a sua esplêndida dentadura deslumbra como um anúncio de pasta de dentes, as suas unhas têm uma excelente manicura, e as suas roupas e acessórios são os de uma mulher muito rica. E como se isso não bastasse, está casada… com um desconhecido!!! Superada a grande surpresa, Lexi pretende aproveitar o seu novo eu, com o qual poderá comprovar em primeira mão as vantagens e desvantagens que podem resultar de uma inesperada vida perfeita.

domingo, 2 de outubro de 2016

Primeiras Impressões: "Sweet Home" de Tillie Cole



Podem não acreditar mas este livro/ebook estava na minha wishlist há imenso tempo e era o mais desejado, mesmo entre os portugueses. Não sei explicar, mas a sinopse e esta capa dão uma sensação de que não me vou desiludir com o que vou ler. NA não é o meu tipo preferido, mas são daqueles livros que quando gosto leio num dia, mesmo que tenha 300/400 páginas. Não dá para largar.
Sendo em inglês vou perder alguns pormenores, mas como não há em brasileiro nem em português lá vai ter que ser.
At age twenty, Molly Shakespeare knows a lot.
She knows Descartes and Kant.
She knows academia and Oxford.
She knows that the people who love you leave you.
She knows how to be alone.
But when Molly leaves England's grey skies behind to start a new life at the University of Alabama, she finds that she has a lot to learn — she didn't know a summer could be so hot, she didn't know students could be so intimidating, and she certainly didn't know just how much the folks of Alabama love their football.
When a chance encounter with notorious star quarterback, Romeo Prince, leaves her unable to think of anything but his chocolate-brown eyes, dirty-blond hair and perfect physique, Molly soon realises that her quiet, solitary life is about to dramatically change forever...

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Primeiras Impressões: "Silêncio" de Richelle Mead



Nova aquisição, um ebook pequenino mas para relembrar a autora.
A capa chamou-me a atenção pelas suas cores. Aqui não se vê claro, mas todas as cores, com o branco do lenço chamam a atenção.
Pelo que Fei se lembra, nunca houve um ruído em seu vilarejo — todos são surdos. Na montanha, ou se trabalha nas minas ou na escola, e as castas devem ser respeitadas. Quando algumas pessoas começam também a perder a visão, inclusive a irmã de Fei, ela se vê obrigada a agir e a desrespeitar algumas leis.
O que ninguém sabe é que, de repente, ela ganha um aliado: o som, e ele se torna sua principal arma. Ao seu lado, segue também um belo e revolucionário minerador, um amigo de infância há muito afastado em função do sistema de castas.
Os dois embarcam em uma jornada grandiosa, deixando a montanha para chegar ao vale de Beiguo, onde uma surpreendente verdade mudará
suas vidas para sempre. Fei não demora a entender quem é o verdadeiro inimigo, e descobre que não se pode controlar o coração.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Primeiras Impressões: "Apenas diga sim" de Caroline Mickelson



Estas idas à loja da Kobo fazem-me adquirir estas coisas. Ainda por cima ando nas temáticas do casório e fica tudo em família assim.
Toca a conhecer novos autores.
Quando Ava McKenna deixou a vizinhança onde tinha crescido, nunca planejou olhar para trás. E por dez anos não colocou os pés ali. Não até que Mateo Ortega, o lindo e charmoso vizinho, aparecesse para lhe pedir ajuda. Mateo precisava de um favor. Na verdade, ele precisava de uma noiva de mentirinha, e pensou que Ava seria a mulher perfeita para a farsa. Ava sabia que devia um favor à família Ortega, mas quando ela olhou para os cativantes olhos castanhos de Mateo, percebeu que retribuir uma dívida antiga poderia colocar em perigo o seu coração.

sábado, 16 de abril de 2016

Opinião Histórica: "Uma Noite para se Entregar" de Tessa Dare



Adoro a capa e a sinopse apesar de ser tipo testamento também me pareceu bem. De qualquer forma a razão principal para o adquirir e começar a ler foi mais pelo meu amor pelos romances históricos. Desta vez acho que me saiu um pouco o tiro pela culatra.
Gostei da ideia de uma aldeia refúgio para jovens mulheres excluídas da sociedade, porque mostrou que elas podem ter um sitio fora da pressão do resto do mundo. Acho que esta foi uma boa base para toda a história, mas mesmo assim imaginei que seria desenvolvida de maneira diferente e até mais cativante.
Não sou fã da escrita desta autora e este livro só provou que não vale a pena insistir mais. Acho que ela se perde muito nos pormenores e não sinto grande atracção entre as principais personagens, e isso notou-se bastante na primeira vez que fizeram amor. Há ali uma certa faisca, mas não há aquele "não me consigo afastar" ou o vicio daquelas paixões de amor à primeira vista. Deve ser por estar viciada nas descrições de Abbi Glines, e acho que mesmo que todas as autoras deviam aprender com esta escritora neste tipo de relatos destes momentos que nos agarram com toda a tensão sexual e atracção.
Nesta história até temos outros elementos como o intelecto de ambos ser tão parecido e por isso Tessa Dare tinha tudo para ter uma dupla explosão de sentimentos, mas não soube transpor para fora do papel/ecrã nenhuma dessas emoções.
Em relação à história em si, não me pareceu muito fluída. Pareceu-me algo forçada, principalmente na parte do banho das mulheres, porque o diálogo deles não se adaptou minimamente aos acontecimentos seguintes.
Não sei explicar melhor, só sei que não me convenceu nem esta cena nem outras que se seguiram.
O pai de Susanna mostrou-se uma surpresa. Ele parecia de facto muito quieto e ausente, mas quando ele interferiu com a história contribuiu com alguma emoção, nem que tenha sido quase arrancada da personagem feminina.
Em relação a Bram, outra personagem que falhou redondamente. Gostei da história dele, mas em relação ao Presente não acho que ele tenha qualquer autoridade e sex appeal muito menos. Até achei mais interessantes os amigos que ele próprio, o que é mau já que ele é supostamente o principal.
O mais provável é não continuar com esta colecção e confesso que nem sequer tentei ler as seguintes sinopses. Fiquei com uma certa esperança de se desenvolver uma paixão entre a menina Taylor e um dos soldados de Bram, mas acho que prefiro ficar na expectativa.
Para quem gosta até dos romances históricos mais "ocos" este definitivamente não correspondeu às minhas expectativas.

Spindle Cove é o destino de certos tipos de jovens mulheres: bem-nascidas, delicadas, tímidas, que não se adaptaram ao casamento ou que se desencantaram com ele, ou então as que se encantaram demais com o homem errado. Susanna Finch, a linda e extremamente inteligente filha única do Conselheiro Real, Sir Lewis Finch, é a anfitriã da vila. Ela lidera as jovens que lá vivem, defendendo-as com unhas e dentes, pois tem o compromisso de transformá-las em grandes mulheres descobrindo e desenvolvendo seus talentos. O lugar é bastante pacato, até o dia em que chega o tenente-coronel do Exército Britânico, Victor Bramwell. O forte homem viu sua vida despedaçar-se quando uma bala de chumbo atravessou seu joelho enquanto defendia a Inglaterra na guerra contra Napoleão. Como sabe que Sir Lewis Finch é o único que pode devolver seu comando, vai pedir sua ajuda. Porém, em vez disso, ganha um título não solicitado de lorde, um castelo que não queria, e a missão de reunir doze homens da região, equipá-los, armá-los e treiná-los para estabelecer uma milícia respeitável.
Susanna não quer aquele homem invadindo sua tranquila vida, mas Bramwell não está disposto a desistir de conseguir o que deseja. Então os dois se preparam para se enfrentar e iniciar uma intensa batalha! O que ambos não imaginam é que a mesma força que os repele pode se transformar em uma atração incontrolável.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Opinião Young-Adult: "Garota Online" de Zoe Sugg



Este livro foi escolhido principalmente pelo seu número reduzido de páginas e por ser YA. Não estava propriamente numa daquelas "ressacas literárias", mas os últimos livros tinham sido difíceis de acabar, por isso o que queria mesmo era um livro leve, engraçado e que se lesse de uma assentada. E foi o que aconteceu.
Apesar de ser recheado de temas diferentes, todos eles são muito leves:
Temos o bullying em que Megan tem o papel de rapariga popular, mas que é má como as cobras e que se aproveita de Penny apesar de supostamente ser a sua melhor amiga.
Temos também a dualidade de pais ocupados sem e com tempo para os filhos, em que a escritora descreve muito bem que apesar de terem muito trabalho os filhos têm sempre lugar.
As consequências da internet são o tema principal, porque tudo começa com o blog de Penny em que esta, mesmo anonimamente e com alcunhas não consegue passar despercebida. Aqui eu só projectava a situação dela cá para Portugal, e com tanto blog não me parece que o dela com aqueles posts fosse ter assim tantos seguidores. Mas bem que posso estar enganada.
A questão da não aceitação da sexualidade, ou escolha desta, da parte dos pais para os filhos também é abrangida, tal como os ataques de pânico provocados por acidentes. Outros temas como a fotografia e a música ficaram mais em segundo plano.
Depois claro que temos o romance entre Penny e Noah. Não vou dizer que achei que foi assim um amor daqueles cheios de fogo de artificio, mas acho que gostei dele mesmo por toda a inocência e castidade. O casal tem cenas amorosas o que está em relação com toda a história.
O humor também está presente, principalmente no inicio e na relação entre Penny e o seu melhor amigo. Foi de rir páginas seguidas.
Quando li a sinopse pensei mesmo que o segredo que Noah tinha era o facto de ser um dos leitores do blog de Penny e que supostamente se tinha apaixonado por ela como leitora. Afinal, o plot não tem nada haver... Passei mesmo ao lado.
O final foi muito incompleto, porque não percebi muito bem como é que eles conseguiram resolver a questão da distância. Falha algo significativa da parte de Zoe Sugg.
É portanto um romance simples, com temas já conhecidos mas que ganha pela sua diversidade. O romance está presente desde o inicio, mas não ganhou grande destaque. Talvez mais para o final. Temos tudo o que temos direito num livro deste género, maus da fita, bons da fita, e ainda um pouco de ingredientes familiares.

Com o nickname Garota Online, Penny escreve um blog no qual desabafa seus sentimentos mais íntimos sobre amizade, meninos, os dramas do colégio, sua família maluca e os ataques de pânico que começaram a dominar sua vida. Quando as coisas vão de mal a pior, sua família a leva para Nova York, onde ela conhece Noah, um garoto lindo que toca guitarra, e com quem ela parece ter muito em comum. De repente, ela percebe que está se apaixonando — e escreve sobre cada momento dessa história em seu blog, de maneira anónima. Só que Noah também tem um segredo, que ameaça arruinar o disfarce de Penny para sempre.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Doce do Momento: "Garota Online" de Zoe Sugg



Preciso de algo rápido depois de ler o último e este parece-me perfeito.
Com o nickname Garota Online, Penny escreve um blog no qual desabafa seus sentimentos mais íntimos sobre amizade, meninos, os dramas do colégio, sua família maluca e os ataques de pânico que começaram a dominar sua vida. Quando as coisas vão de mal a pior, sua família a leva para Nova York, onde ela conhece Noah, um garoto lindo que toca guitarra, e com quem ela parece ter muito em comum. De repente, ela percebe que está se apaixonando — e escreve sobre cada momento dessa história em seu blog, de maneira anónima. Só que Noah também tem um segredo, que ameaça arruinar o disfarce de Penny para sempre.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Doce do Momento: "Until Friday Night" de Abbi Glines



Decidi começar esta série, mesmo sabendo que o segundo livro ainda não está disponível.
Para toda a gente que o conhece, West Ashby sempre foi aquele rapaz: o convencido, popular, deus do futebol demasiado-bonito-para-o-seu-bem que levou Lawton High para o campeonato estadual. Mas apesar de West ser o Grande Homem no campo por fora, por dentro ele batalha contra a dar que vem com o observar a morte lenta do pai pelo cancro.Dois anos antes, a vida de Maggie Carleton quebrou-se quando o seu pai assassinou a sua mãe. E depois dela contar à polícia o que aconteceu, ela parou de falar e não falou desde aí. Mesmo a mudança para Lawton, Alabama, não conseguiu curar Maggie. Portanto ela manteve-se sossegada, mantendo o seu coração ferido e quebrado escondido.À medida que a dor de West se torna insuportável, ele sabe que precisa falar com alguém sobre o seu pai - então nas sombras de uma festa pós-jogo, ele abre-se para a única rapariga que ele sabe que não vai contar a ninguém.West espera que falar sobre o seu pai traria algum alivio, ou pelo menos um fluxo de emoções que ele não conseguisse controlar. Mas nunca esperou que a nova e calada rapariga lhe respondesse, para lhe revelar uma dor ainda mais profunda que a sua - ou que ele formassem uma conexão tão forte que ele nunca mais a conseguisse deixar...

Traduzido por ADPOC

terça-feira, 29 de março de 2016

Pausa para Chocolates: "Milagre" de Deborah Smith



O livro de Tessa Dare continua a arrastar-se por isso decidi mantê-lo em pausa e começar este. Até agora estou a adorar a história, mas a tradução...
Sebastien de Savin é um brilhante cirurgião cuja habilidade e arrogância representam uma mistura explosiva. No passado, um segredo obscuro foi o responsável pelo endurecer do seu coração, até que um milagre acontece. O milagre dá pelo nome de Amy Miracle, uma rapariga tímida com um emprego de verão nas vinhas da família de Savin e a última pessoa pela qual alguém como Sebastien esperaria apaixonar-se. Um acaso junta-os: graças a Sebastien, Amy escapa de uma vida de pobreza e abusos psicológicos, adquire autoconfiança e progride numa carreira de sucesso. Graças a Amy, Sebastien reaprende a rir e desperta para o amor. No entanto, a vida real separa-os. Embora tendo passado pouco tempo juntos, a memória desses preciosos momentos assombra-os durante anos. Até ao dia em que os seus caminhos se cruzam novamente…

terça-feira, 15 de março de 2016

Doce do Momento: "Uma Noite para se Entregar" de Tessa Dare


 
Tessa Dare deixou saudades por isso porque não ler mais uma trilogia desta autora?
Spindle Cove é o destino de certos tipos de jovens mulheres: bem-nascidas, delicadas, tímidas, que não se adaptaram ao casamento ou que se desencantaram com ele, ou então as que se encantaram demais com o homem errado. Susanna Finch, a linda e extremamente inteligente filha única do Conselheiro Real, Sir Lewis Finch, é a anfitriã da vila. Ela lidera as jovens que lá vivem, defendendo-as com unhas e dentes, pois tem o compromisso de transformá-las em grandes mulheres descobrindo e desenvolvendo seus talentos.
O lugar é bastante pacato, até o dia em que chega o tenente-coronel do Exército Britânico, Victor Bramwell. O forte homem viu sua vida despedaçar-se quando uma bala de chumbo atravessou seu joelho enquanto defendia a Inglaterra na guerra contra Napoleão. Como sabe que Sir Lewis Finch é o único que pode devolver seu comando, vai pedir sua ajuda. Porém, em vez disso, ganha um título não solicitado de lorde, um castelo que não queria, e a missão de reunir doze homens da região, equipá-los, armá-los e treiná-los para estabelecer uma milícia respeitável.
Susanna não quer aquele homem invadindo sua tranquila vida, mas Bramwell não está disposto a desistir de conseguir o que deseja. Então os dois se preparam para se enfrentar e iniciar uma intensa batalha! O que ambos não imaginam é que a mesma força que os repele pode se transformar em uma atração incontrolável.

domingo, 13 de março de 2016

Ponto da Situação: "Aprendendo a Seduzir" de Patricia Cabot



Estava com expectativas elevadas quanto a este romance só por ser histórico e pela sinopse que apesar de falar numa história já usada por outra escritora e lida por mim, supostamente me iria encher as medidas e ajudar a fazer uma pausa na escritora do momento. Mas isso não está a acontecer. Patricia/Meg Cabot divaga bastante, até agora nada da história tem haver com o que a sinopse diz, só mostrou personagens ou traidoras e promiscuas ou personagens submissas... enfim.
Ainda por cima a tradução está péssima com explicações de palavras entre {}, o que irrita bastante. Eu nunca fui fã da escrita, mas como só tinha lido um livro dela até agora, vou continuar a dar-lhe uma nova oportunidade. Mas sinceramente não sei se vou aguentar as 339 páginas.

sábado, 12 de março de 2016

Compilação: "The Vincent Boys" e "The Vincent Brothers" de Abbi Glines



Ora cá estamos a começar uma nova saga da minha autora do momento. Como podem ver não me consigo fartar e apesar de Breath me ter dado um balde de água fria neste vicio eu não desisti e fui buscar outro para me aquecer novamente.
The Vincent Boys é o primeiro livro da trilogia com o mesmo nome, mas de momento a escritora só escreveu os dois primeiros, já lidos aqui por mim. Mas vamos concentrar-nos neste primeiro volume por agora.
Ora ao contrário de Breathe voltamos a uma geração pré-faculdade que considerei new adult apesar de nenhum deles trabalhar, só o nosso sexy Beau mas porque é pobre. Ora aqui está um ponto que nos começa a afastar e diferenciar da saga Rosemary Beach. Aqui o galã não é rico, nem tem empregadas nem pais malucos, nem casas gigantes à beira-mar. Beau tem o seu físico, que chega perfeitamente para nos cativar, e tem a sua carrinha.
Abbi Glines foi esperta ao colocar-nos primeiro o prólogo para lermos. Aqui nestas poucas páginas iniciais ela introduz-nos logo a um Beau mais jovem e que começa a ver a nossa Ashton de maneira diferente. Mostra-nos portanto a sua inocência e o seu coração.
Mostra-nos também a infância deste trio que nos vai fazer perdoar muita cena futura.
As referências católicas para mim foram um ponto negativo. Nada contra o pai de Ash ser pastor, mas as descrições das cenas na igreja não me cativaram propriamente.
O pior de tudo foi a ausência de descrições sexuais. ora depois de lermos uma saga como a de Rosemary Beach a autora dá-nos este primeiro volume tão... casto? Então e o ponto alto é referido daquela maneira e... acaba o capítulo? Movimento errado! Ao menos descreve como a Nora Roberts: palavras mais vagas e pouco específicas, mas o leitor percebe o que se está a passar e usa a imaginação para completar a cena. Agora não falar sobre isso quando é algo tão importante numa relação acho que foi péssimo!
Apesar de Beau ser o típico bad boy com coração mole, houve altura em que o achei demasiado mole em relação a Ash e a Sawyer. Parecia mesmo que não queria lutar pela relação e que se importava mais com o amigo que com o amor da sua vida. Nada atractivo portanto. Eu cá gosto de homens que lutam pelo que querem. Aqui quase todas as decisões foram deixadas para a personagem feminina.
Outra parte que não gostei foi do facto desta relação ter evoluído quando o terceiro elemento ainda estava envolvido, mas quando Sawyer não defendeu Ashton eu fiquei mesmo desapontada. Desapontada com o personagem e não com as cenas de agressão, que foram um dos momentos altos do livro apesar de fazerem sofrer a personagem. O envolvimento das personagens secundárias aqui foi cinco estrelas e mostram muito bem o realismo dos acontecimentos. Mais realismo, mas empatia do leitor.
A relação com os pais foi algo um pouco morno e que poderíamos dispensar, mas se a história fosse só sobre estes três também se tornava enjoativa. Ponto a favor. O mesmo em relação aos pais dos Vincent. A revelação contribuiu para acabar com alguma da perfeição em volta de Sawyer que já irritava um pouco.
Como podem ver este romance não foi dos meus preferidos e ao lê-lo não me animava em nada. O meu pensamento era: pelo menos é melhor que o Breathe.
O que vale é que The Vincent Brothers, o volume seguinte, salvou o dia e a noite e tudo e mais alguma coisa. Aqui já reconheci as histórias de Abbi Glines que eu gosto tanto. E apesar de não haver assim tanta descrição de certos momentos, houve muitas cenas quentes e sexys que nos mostraram a atracção entre o casal. As cenas mais dramáticas também foram a cara da autora. Aliás, este romance, ou a história base dele, foi muito semelhante à de Paixão sem Limites, porque temos as escolhas do personagem masculino em relação à personagem feminina, temos a fuga desta e temos a espera e depois a procura de um pelo outro. Ah e temos o perdão.
Aqui, apesar de não gostar, o inicio da relação de Sawyer e Lana acaba por ser um pouco fútil, tanto um porque só lhe interessa o copo e fazer ciúmes a Ashton e o outro porque mudou o seu exterior para chamar a atenção de Sawyer. Isto, torna mais uma vez, a história mais real, porque muitas relação de amor começam numa atracção como esta.
A cena do desporto aquático acho que se deve ter perdido um pouco na tradução, porque eu não percebi quase nada do que se passou, excepto as pernas dela à volta da cintura dele.
Em relação ao final ainda estou um pouco indecisa. Por um lado gostei de conhecer o futuro deles, ou pelos menos aqueles momentos, mas por outro pareceu-me que escrever duas ou três páginas para cada momento soou algo vazio e forçado, como se fosse para dar um ponto final ainda mais definitivo aos dois volumes.
A contribuição de Ethan também ainda está na corda bamba em relação à minha opinião. Gostei dele no inicio, mas depois parece que foi usado pela autora só mesmo para resolver a questão do desaparecimento de uma certa personagem. E na cena da água não gostei muito da atitude do casal para com ele, fora nas cenas anteriores que foi parecido.
Em ambos os livros há uma personagem que muda de santinha para, digamos assim, mais descontraída. No primeiro caso é Ashton e no segundo Sawyer. Essa mudança também dinamiza um pouco as histórias, como se elas precisassem de ser mais mexidas.
Outra coisa que gostei (isto até vai parecer mais) foi a violência. Há murros (muitos), rasteiras, bulling, etc. Assim além de bad boys temos bad girls e uma certa bad story, se me compreendem.
O terceiro livro pelos vistos vai ser uma prequela, mas sinceramente prefiro acabar por aqui do que calhar um livro tipo Rush que vai estragar a classificação destes dois.

Ashton está farta de ser boa, de impressionar os seus pais e de se fazer a namorada perfeita de Sawyer Vincent. Sawyer é perfeito, o Principe Encantado, mas quando ele sai da cidade durante o verão, é o seu primo Beau que salta à vista de Ashton. Beau é o rapaz mais sexy que ela já viu, e mesmo sendo perigoso, Ashton é atraído para ele.
Beau ama o seu primo como um irmão, portanto a última coisa que ele quer é atirar-se à miúda de Sawyer. Ashton está fora dos limites, absolutamente. É por isso que ele faz o seu melhor para manter a distância, apesar de ele estar apaixonado por ela desde sempre. Quando Ashton quer reactivar a sua amizade de infância na ausência de Sawyer, Beau sabe que deve responder não.
Ashton and Beau não querem magoar Sawyer. Mas quanto mais eles tentam se afastar um do outro, mais intensa a atracção fica. Está ficando cada vez mais dificil de resistir.
Tentar que um rapaz caia a seus pés por ti não é fácil. Especialmente quando ele esteve apaixonado pela tua prima por tanto tempo que não se lembra.
Lana sempre viveu a sua vida à sombra da sua prima. Ashton sempre tirou óptimas notas, tem imensos amigos, e parece-se com uma modelo perfeita. E sempre teve Sawyer Vincent - o único rapaz que Lana sempre quis - pela mão. Mas agora as coisas são diferentes. Lana tem uma hipótese para fazer com que Sawyer a veja, e vai aproveitá-la. Se ele ultrapassasse Ashton - porque Lana está farta de ser a segunda escolha.
O coração de Sawyer está partido. Ele perdeu a sua miúda para o seu melhor amigo. E então Lana chega à cidade. A prima de Ashton sempre foi doce e calada, mas agora ela está linda também. Sawyer não sabe se Lana consegue curar o seu coração, mas passar tempo com ela vai ao menos causar ciúmes a Ashton.

O que começa com um cuidado namorisco transforma-se num jogo de sedução.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Opinião Contemporânea: "Casamento por Conveniência" de Jennifer Probst



- alguns spoilers -

Adorei adorei e adorei. E como disse no Goodreads, o único defeito deste romance é não ser maior, mas deixo aqui a dica à mesma.
A capa tinha-me chamado a atenção e quando a minha nova parceira de leitura, viciada como nós, o comprou e o leu num dia eu tive que lho pedir emprestado e devorá-lo. Venham mais destes!
Felizmente já encontrei o próximo e logo que possa vou pegar nele.
Casamento de Conveniência foi a minha primeira vez com a escrita de Jennifer Probst. Nada a reclamar! As personagens são muitos completas, com bom coração e muito sentido de humor. Sem dúvida que o riso é o principal ingrediente deste romance, apesar de toda a história por detrás ser triste. Também temos o ambiente e personagens familiares que não servem nada de palha e que completam e desafiam sim a história do casal.
Alexandria McKenzie faz um óptimo par amoroso com Nick, mas a sua parceira de crime não fica atrás. O inicio assim o demonstra.
Adorei a descrição do momento em que Nicholas Ryan vai a casa dos pseudo-sogros. Esse beijo foi muito bom e exemplo de uma descrição muito sexy de um momento tão simples.
Mais uma vez, e a sorte deve ser porque ando nesta onda deste tipo de romances, a história presente é sobre homem rico e mulher pobre e amor para todo o sempre. A-D-O-R-O. Podemos fantasiar à vontade, podemos ficar chateadas pela arrogância do homem e solidárias com a luta e sofrimento da mulher, mas sem exagero.
Aqui a personagem feminina esteve muito bem pois guardou o seu segredo até ao fim. A autora soube gerir bem o mistério (que nós sabemos mas Nick não) e não o mostrar muito cedo, pelo contrário, a maneira como foi descoberto foi muito subtil e indirectamente.
É um romance recheado de sex-appeal, muito sensual, cheio de promessas de cenas mais quentes e que depois não nos desilude.
Também achei esta relação muito semelhante às que tenho lido de Abbi Glines (devo andar mesmo obcecada), apesar desta última ter queda para young-adult e new-adult, pois o sentimento de protecção da parte dele para ela, a fuga dela e o apoio da amiga, a procura dele por ela e as desculpas e conquistas que vêem de pois, são cenas constantes e presentes em todos os romances que li destas autoras. Juntamente com os plots de melhores amigos-que-de-repente-se-apaixonam, este tipo de história passou a ser das minhas preferidas já que já percebi que não me desilude nem um pouco e que apesar da história base ser sempre esta eu leio e leio e leio e não me canso. Pelo contrário, se lhe faltar um destes elementos já não gosto tanto, como me aconteceu em Breathe de Abbi Glines.
A questão do casamento arranjado e do acordo entre eles também não é novidade, mas mesmo os clichés conseguem ser viciantes, porque o que nos interessa são as personagens que vivem esta história e o valor está na maneira como a escritora a desenvolve.
Adorei a pontada no coração que me deu quando chegou a parte da noticia da gravidez. Não adorei a sensação, mas o facto de lermos e nos sentirmos tristes, excitadas ou solidárias com o momento só prova no quão boa a escrita e até a história é.

Um compromisso por interesse chamado de 'casamento'...Desesperada por dinheiro para salvar a casa de sua família, a impulsiva Alexandria McKenzie se entrega a uma última e inusitada tentativa - faz uma simpatia de amor para encontrar um marido. Um marido rico, de preferência. Nicholas Ryan não acredita em amor eterno, casamento e família. No entanto, para que possa herdar as acções de seu tio e se tornar sócio-maioritário da empresa da família, ele deveria atender a um único requisito do testamento - casar-se e manter-se casado por pelo menos um ano. Nick e Alexa possuem muito pouco em comum, apenas o fato de Alexa ser a melhor amiga da irmã de Nick. Mas, movidos por seus interesses, os dois decidem se unir. Um acordo nupcial simples, sem paixão e sem complicações. Esse será o combinado por um ano. Mas a convivência será capaz de fazer nascer algum sentimento entre eles?

Encontra as Diferenças: "Paixão" e "My Boyfriend is a zombie"

As duas mórbidas, mas como ou sem flor? Fonte: blog livros, contos e sonhos